sábado, 23 de julho de 2016

Mais uma aventura realizada com sucesso – Nelson Firmino Almeida Mendes

Hoje, 21 de Julho de 2016, foi mais um dia cheio de aventura e de diversão, que eu Nelson Firmino Almeida Mendes, com a ajuda do meu amigo Miguel Gonçalves. 

 

Neste dia tive a oportunidade de ir conhecer o Parque das Nações em Portugal.

 

Foi um dia divertido, um dia lindo e com muitas dificuldades, por causas das barreiras arquitectónicas que os deficientes físicos enfrentam quando decidem sair da sua casa e andar de transportes públicos, num país lindo, que é Portugal.


A minha aventura começou em Rio do Mouro, porque para andar no comboio com a cadeira de rodas elétricas, mesmo acompanhado, temos que avisar a empresa com dois dias de antecedência para poder ter apoio com a rampa de acesso ao comboio no momento de embarque e de desembarque.

Mas a dificuldade maior foi na chegada à estação do comboio na Gare do Oriente, porque a inclinação da rampa de acesso à cadeira de rodas eléctricas entre o comboio e o chão, é enorme e muito inclinado e até dá o medo de sair do comboio.


Até os funcionários da empresa ficaram com medo da minha saída do comboio e tive a ajuda de três homens para poder sair do comboio na estação.

Mas apesar de todas as dificuldades, passei um dia lindo de divertido com o meu amigo Miguel Gonçalves.

Acabei por conhecer e entrar no Centro Comercial Vasco da Gama, fomos passear e entrar no Oceanário e brincar um pouco como uma criança na queda de água.


Foi um dia extraordinário, lindo de viver e de recordar. Mas fiquei um pouco triste, porque não posso sair mais vezes de casa quando me der a vontade, porque é muita burocracia para os deficientes físicos ou com mobilidade reduzida a ter o acesso aos transportes públicos que ainda não estão preparados adequadamente para poder receber tetraédricos, paraplégico que usam cadeiras de rodas eléctricas ou de pessoas com mobilidade reduzida.


Mas ainda à vários lugares que eu ainda gostaria de conhecer, tais como, Torre de Belém, Jardim Geológico e de andar de Barco até ao Barreiro.

Mas a dificuldades é tanta que não da para acreditar, tanto nos transportes públicos e como nas barreiras arquitectónicas, neste país lindo de ver, de passear, de viver e de pessoas hospitaleiras, compreensíveis a todos os níveis.


Nelson Firmino Almeida Mendes

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