segunda-feira, 24 de novembro de 2014

As minhas obras de artes. Pinturas plásticas – Nelson Almeida Mendes

As minhas pinturas plásticas em diversos formatos, pinturas feitas com muitas dificuldades e de coração aberto. São pinturas lindas, coloridas, utilizando muitas cores vivas e os castanhos, simbolizando a terra. São pinturas de um amador, que não é profissional em artes plásticas. Se alguém estiver interessado em adquirir, contactar o número: 967770634 ou pelo correio eletrónico: firminoamendes@gmail.com Blogue: http://nelsonfalmeidamendes.blogspot.pt/ Os preços dos quadros variam consoante o tamanho: Se alguém estiver interessado em adquirir, contactar o número: 967770634 ou pelo correio eletrónico: nel.1972@hotmail.com
 
                                                                       
Titulo – Paisagem
                                                      Pintado em Tela com Acrílico de Água
                                                                         Tamanho: 40x40
                                                                        Preço: 25, 00 Euros


                                                                              Titulo – Casinha
                                                  Pintado em Tele com tinta Acrílico de Água
                                                                                 Tamanho: 50x40
                                                                                 Preço: 25,00 Euros


                                                                    Titulo – Aldeia de África
                                  Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco                                        
                                                                     Tamanho: 297x420 mm
 Preço:                                                          10, 00 Euros

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                                                                  Titulo – Aldeia de África
                                      Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco
                                                                    Tamanho: 297x420 mm
                                                                     Preço: 10, 00 Euros

                                                     
                                                              Titulo – Aldeia de África
                                        Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco
                                                              Tamanho: 297x420 mm
                                                                  Preço: 10, 00 Euros


                                                                Titulo: Aldeia de África
                                         Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco
                                                                  Tamanho: 297x420 mm
                                                                      Preço: 10, 00 Euros

                                                                  Titulo – Aldeia de África
                                        Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco
                                                                      Tamanho: 297x420 mm
                                                                   Preço: 10, 00 Euros

                                                           Titulo – Aldeia de África
                                           Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco
                                                      Tamanho: 297x420 mm
Preço: 10, 00 Euros
                                                         
                                                         Titulo – Martelo e Agulha
                                            Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco
                                                             Tamanho: 297x420 mm                                          
                                                                  Preço: 10, 00 Euros

                                                    Titulo – Aldeia de África
                                       Pintado no Papel para Desenho com Lápis Pasteis Seco 
                                                         Tamanho: 297x420 mm
                                                                     Preço: 10, 00 Euros

Nelson F. Almeida Mendes

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Angola - Cunene: Deficientes vítimas de minas terão mais apoio do governo

Ondjiva - -As pessoas portadoras de deficiência vítimas de minas na província do Cunene terão mais apoio do governo, fruto do cadastramento em curso, com o objectivo de inseri-los em projectos de assistência social.

A informação foi avançada hoje, segunda-feira, à Angop, pelo oficial de ligação da Comissão Nacional Intersectorial de Desminagem e Assistências Humanitárias (CNIDAH) no Cunene, Mário Satipamba, referindo que, o processo de registo das pessoas deficientes vítimas de minas retomou este mês, após ter sido suspenso em Agosto de 2013. Sublinhou que o cadastramento decorre a nível dos seis municípios, nas administrações municipais, comunas e aldeias, na intenção de abranger maior número de cidadãos nestas condições físicas.

Esta acção é satisfatória porque muitos dos deficientes encontram-se no anonimato, desconhecendo a existência dos programas e projectos de apoios, promovidos pelo governo angolano, esclareceu o responsável. Informou que de 2013 até hoje foram já cadastrados 207 portadores de deficiência vítimas de minas.

 Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

No Brasil - 25 Anos da Lei dos Direitos das Pessoas com Deficiência

Dia 24 de outubro, a Lei 7853/89, conhecida como a Lei dos Direitos das Pessoas com Deficiência completou 25 anos de promulgação. Nela foram estabelecidas “normas gerais que asseguram o pleno exercício dos direitos individuais e sociais das pessoas portadoras de deficiências e sua efetiva integração social”, foram definidas e detalhadas as responsabilidades do Poder Público, em especial nas áreas de educação, saúde, formação profissional e trabalho, formação de recursos humanos e acessibilidade. Foram determinadas ainda a participação do Ministério Público na defesa de seus interesses coletivos e difusos e a criminalização do preconceito


A Lei dos Direitos das Pessoas com Deficiência também efetivou a criação de órgão subordinado à Presidência da República, definindo suas competências de coordenação e planejamento nas ações federais direcionadas para as necessidades específicas das pessoas com deficiência criando inclusive órgãos específicos visando impedir paralelismos na atuação, dispersão de recursos e perda de resultados.

 Nascia a hoje Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. O Estado brasileiro pela primeira vez assumia sua responsabilidade frente à solução dos problemas de exclusão e preconceito enfrentados pela grande maioria das pessoas com deficiência.

 Nossa legislação é considerada a mais inclusiva das Américas, em parte como resultado das orientações programáticas da Lei dos Direitos das Pessoas com Deficiência, em parte pelas demais leis e decretos que dela resultaram.

A proteção constitucional e infraconstitucional das pessoas com deficiência definida pela legislação brasileira é abrangente e moderna, temos um arcabouço legal consistente que torna possível efetivar a igualdade de direitos das pessoas com deficiência e sua inclusão social. Mas a dura realidade foi revelada pela Pesquisa do Senado Federal, de 2010, que constatou que a grande maioria das pessoas com deficiência tem a percepção de não ter seus direitos de cidadania respeitados, sentindo-se totalmente à parte na sociedade brasileira.

 As políticas públicas voltadas para os direitos das pessoas com deficiência são inconsistentes e inexpressivas.

O acesso à saúde, à educação, ao trabalho, ao emprego ainda é uma batalha diária, e uma batalha muitas vezes perdida.

 O IBDD ganhou na Justiça quatro Ações Civis Públicas relativas à acessibilidade: uma para garantir a acessibilidade em prédios públicos; outra em prédios particulares de uso coletivo; duas para os meios de transporte, ônibus comuns e micro-ônibus.

Em todas elas a Justiça entendeu que o direito era inquestionável, o que era necessário era viabilizar sua execução. Até hoje, nem Lei nem determinação judicial foram obedecidas.

 O IBDD reitera, nos 25 anos da Lei dos Direitos das Pessoas com Deficiência, seu compromisso de lutar sempre por um Brasil mais digno para cada pessoa com deficiência que nos procura e por políticas públicas mais justas para o segmento das pessoas com deficiência.

 Um dia o Brasil entenderá a questão da pessoa com deficiência como uma questão social.

  Fonte: Veja Aqui

sábado, 1 de novembro de 2014

No Brasil - Feira Ciência Jovem reúne trabalhos científicos de todo Brasil em Olinda

Vigésima edição do evento traz 340 trabalhos separados por categorias. Exposição mostra projetos de alunos de várias idades e de professores. A feira Ciência Jovem, que ocorre no Chevrolet Hall, em Olinda, tem último dia nesta sexta (31) com entrada livre. Para celebrar a 20ª edição, a organização resolveu abrir o evento para trabalhos de todo o Brasil, totalizando em 340 projetos. Anteriormente, apenas os trabalhos locais eram expostos na feira. Organizada pelo Espaço Ciência, a Ciência Jovem é dividida em categorias de acordo com o nível de ensino.

 

Na categoria Iniciação à Pesquisa, voltada para estudantes da educação infantil e ensino fundamental 1, foram selecionados 12 trabalhos de temas variados, como terceira idade, origem da vida, pré-história e sustentabilidade.

Na categoria Divulgação Científica, para o ensino fundamental 2, 76 trabalhos abordam conhecimentos científicos aprendidos em sala de aula.

Já os alunos do ensino médio têm 65 trabalhos na categoria Desenvolvimento Tecnológico, abordando temas como robótica, construção de aplicativos e protótipos de máquinas.

 Os estudantes do ensino médio também expõem 158 trabalhos na categoria Incentivo à Pesquisa, sobre estudos de caso e descobertas da ciência.

Na categoria Educação Científica, destinada a professores, 29 trabalhos são apresentados em banners e plenárias abertas ao público.

Todos os trabalhos são avaliados por uma comissão formada por mais de 150 profissionais de diversas áreas.

Um dos trabalhos apresentados durante a feira será um óculos com sensor ultrassônico para pessoas com deficiência visual.

O aparelho detecta movimento e obstáculos que estejam até um metro e em raio de 90 graus e avisa o usuário de sua existência, evitando que as pessoas com deficiência visual se machuquem enquanto se locomovem.

Por ter um baixo custo de fabricação, o óculos pode servir para as pessoas de baixa renda.

Outro projeto de destaque é um coletor robótico com controle que pode retirar resíduos sólidos de locais de difícil acesso para humanos, como tubulações e buracos.

Na área de Iniciação à Pesquisa, os estudantes Felipe, Luiz e Giovanna, do Colégio Israelita, mostram como técnicas desenvolvidas no deserto de Israel e no Mar Morto podem ser utilizadas para aliviar a seca no

Nordeste, como uso de irrigação subterrânea e dessalinização. Os primeiros colocados de cada categoria receberão credenciais para as principais feiras nacionais - Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace),

Mostra Brasileira de Ciência e Tecnologia (Mostratec) e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) Jovem - e internacional - Movimento Internacional para o Recreio Científico e Técnico (Milset) - com custos de viagem pagos.

 Medalhas, troféus e certificados também serão entregues aos vencedores. A Ciência Jovem conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação,

Ministério da Educação, Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia e Secretaria de Educação de Pernambuco.


Fonte: Veja Aqui

Delegação da Madeira da Associação Portuguesa de Deficientes reúne-se com autarquia porto-santense

A Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais, em parceria com a Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação da Região Autónoma da Madeira, reuniu-se nesta tarde com a Câmara Municipal do Porto Santo, contando com a presença do presidente Filipe Menezes de Oliveira e o presidente da ASL, Filipe Rebelo. 


 Contudo, foram discutidos alguns pontos de interesse para a população com deficiência do concelho, nomeadamente a aquisição de uma cadeira anfíbia, as acessibilidades limitadas e a construção de uma Plataforma que identifique as necessidades das pessoas com deficiência e as ajudas técnicas disponíveis.

 "O presidente da Câmara mostrou-se empenhado e motivado em melhorar a qualidade de vida e bem-estar das referidas famílias.

 No que diz respeito, aos estacionamentos destinados às pessoas com deficiência, foi assinalado para o facto de que dois dos Munícipes da Ilha da Madeira aceitaram o desafio e proposta lançada pela Associação Portuguesa de Deficientes da Madeira, ao implementar um regulamento de estacionamento (Regulamento Nº 301/2014 de 18 de Julho de 2014), que permite às pessoas com deficiência, portadoras dos cartão / Dístico de Estacionamento, estacionar a sua viatura em qualquer linha azul do Concelho gratuitamente", refere a APD-Madeira em nota à imprensa.

 Relativamente a este ponto, "o autarca refere que irá procurar resolver com as entidades responsáveis, demonstrando em aceitar este desafio lançado pela Associação e realçando a verdadeira importância e mais-valia para os munícipes e para a população com deficiência que visite o concelho".

Foi também dada a conhecer a campanha 'Dê uma tampa à indiferença', podendo vir a ser alargada aos empresários locais. Por seu turno, foi também discutida a possibilidade de apoiar a APD a nível financeiro, sendo a mesma discutida entre as entidades da Câmara.

O apoio financeiro solicitado à autarquia, bem como a extrema importância para a Petição das Pensões de Invalidez, foi outra das propostas da Associação Portuguesa de Deficientes da Madeira.

  Fonte: Veja Aqui

No Brasil - Parcerias são feitas em Araxá para empregar deficientes no mercado

Uma campanha da Associação de Assistência a Pessoa com Deficiência de Araxá (Fada), em parceria com o Sest/Senat, pretende ampliar o número de pessoas com deficiência no mercado de trabalho em Araxá, no Alto Paranaíba. De acordo com a Fada, apenas 1% de pessoas com deficiência estão contratadas atualmente.

 
Um destes contratados é o auxiliar de limpeza Adailson André Reis, que trabalha em uma empresa de transportes há sete anos.

Ele afirma que estar empregado é motivo de alegria. “Meu trabalho é lavar o ônibus e passar pretinho nos pneus.

Estou feliz demais da conta. Só vou sair daqui quando me aposentar", comemorou. O quadro de funcionários da empresa onde Adailson trabalha conta com seis pessoas com deficiência.

 Quando as vagas de emprego são abertas, o preenchimento é feito por análise de perfil.

“É um processo seletivo normal. A gente avalia o perfil de cada candidato, para ver se ele se enquadra", explicou a analista de Recursos Humanos e Psicologia, Priscila Nogueira.

 Pouca inserção De acordo com o último censo do IBGE, Araxá tem cerca de 12 mil pessoas com algum tipo de deficiência.

 Mas, segundo a Fada, só 1% desse grupo está no mercado de trabalho. Para tentar reverter essa situação, a Fundação de Assistência a Pessoa com Eficiência e o Sest/Senat deram início a um cadastramento para encaminhar essas pessoas para vagas de emprego.

 “Estamos envolvidos nessa campanha de tirar o deficiente de casa e levar para o mercado de trabalho”, afirmou o coordenador de desenvolvimento social, Kléber Nascimento.

O trabalho será realizado nesta semana em vários setores da cidade. Segundo a diretora da Fada, Maria Conceição Aguiar, o cadastro é uma ferramenta que vai auxiliar empresas e quem está em busca de trabalho.

“O objetivo é incluir pessoas com deficiência na sociedade e no mercado e a ajudar as empresas a cumprirem a lei de cotas”, concluiu.

  Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Câmara Municipal de Vila Franca de Xira apoia pessoas com deficiência no conselho

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, através da Divisão de Desenvolvimento Social, e em parceria com as organizações concelhias de apoio à pessoa com deficiência ( Mithós, CerciTejo, CerciPóvoa, AIPNE e APJ), encontra-se a organizar um Seminário subordinado ao tema “Inclusão e Empregabilidade na Deficiência”, que decorrerá no dia 6 de Novembro, entre as 09h30 e as 16h30, no Auditório da Fundação para o Desenvolvimento Comunitário de Alverca (CEBI), em Alverca do Ribatejo. 


Serve o presente para os convidar a estarem presentes neste Seminário cujo Programa se remete em anexo, solicitando-se também a melhor colaboração na sua divulgação.

 A Convenção das Nações Unidas sobre os direitos das Pessoas com Deficiência,adoptada em 2006 vem reiterar o dever da sociedade em assegurar que as pessoas com deficiências ou incapacidade possam usufruir de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais na mesma medida que qualquer outro cidadão.

A Convenção aponta para a necessidade de fomentar o emprego e a empregabilidade enquanto estratégias ao serviço da inclusão das pessoas com deficiências ou incapacidade.

A integração da pessoa com deficiências ou incapacidade (PCDI) no mercado de trabalho é actualmente entendida como um factor decisivo para a inclusão social, independência económica e consequente valorização e realização pessoal destes cidadãos.

Cerca de 386 milhões de pessoas em idade de trabalhar são deficientes, segundo a Organização Mundial do Trabalho (OIT). No seu caso, o desemprego atinge os 80%, em alguns países.

Os empregadores partem, com frequência, do princípio de que as pessoas com deficiência não são capazes de trabalhar.

 Pretende-se neste Seminário discutir as políticas actualmente em vigor de apoio à contratação e encontrar novos caminhos, pois segundo estimativas da Comissão Europeia a taxa de desemprego das pessoas com deficiência é duas ou três vezes superior à dos restantes cidadãos.

A confirmação das presenças e a de outros interessados, deverá ser feita através do preenchimento da ficha de inscrição que consta em anexo, devendo a mesma ser remetida para o e-mail da Mithós-Histórias Exemplares( mithos.associacao@gmail.com) ou para o e-mail accaosocial@cm-vfxira.pt ou patricia.macedo@cm-vfxira.pt. Para qualquer esclarecimento poderão contactar com Dra. Patrícia Macedo através do telefone 263285625, telemóvel 969800055, fax 263283028, ou do e-mail accaosocial@cm-vfxira.pt ou patricia.macedo@cm-vfxira.pt ou para Manuela Ralha, presidente da Mithós, através do telemóvel 963065629.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Ébola. Especialista dos Estados Unidos avalia medidas de prevenção em Bissau

Um especialista do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, Alexandre Macedo, está em Bissau para avaliar as medidas de prevenção do Ébola, disse à agência Lusa fonte governamental.

De acordo com o médico epidemiologista, o objetivo da deslocação passa por preparar a Guiné-Bissau para o eventual surgimento de um caso suspeito de Ébola.

Se tal acontecer, deve ser "iniciado rapidamente" o processo de monitorização e de seguimento de todos quantos tiveram contacto com o possível doente, por forma a isolar cadeias de transmissão do vírus.

O especialista destaca a necessidade de as equipas médicas e a população estarem atentos aos sintomas de Ébola para alertarem as autoridades a tempo.

"Se for detetado alguém com temperaturas elevadas, a partir desse momento todo o sistema de resposta iniciará a recolha de amostras e demais procedimentos", explicou.

O Diretor-Geral de Saúde da Guiné-Bissau, Nicolau Almeida, reafirmou hoje o plano de instalação de um espaço no Hospital Nacional Simão Mendes e outro no Hospital Militar, bem como a criação de uma brigada móvel para interior do país, para isolar eventuais pacientes.

"Estas unidades devem reunir as condições técnicas e materiais necessárias para tratar do eventual aparecimento de casos da Ébola na Guiné-Bissau", referiu em declarações à Agência de Notícias da Guiné (ANG).

 A ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Valentina Mendes, adiantou no sábado à Lusa que o governo guineense vai solicitar a Portugal a instalação no Hospital Militar de uma base médica de retaguarda com laboratório para despiste do vírus, equipas de saúde e demais equipamento.

Segundo referiu, a operação poderá ser iniciada em novembro. 


 Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Ébola: Portugal vai ajudar a Guiné-Bissau

Portugal deverá montar uma base de retaguarda para prevenção e combate ao vírus no Hospital Militar de Bissau, anunciou a ministra da Saúde Portugal deverá montar uma base de retaguarda para prevenção e combate ao vírus Ébola no Hospital Militar de Bissau, anunciou hoje a ministra da Saúde da Guiné-Bissau, Valentina Mendes.

«Portugal vai criar uma base no Hospital Militar: lá é que vão ser instalados os equipamentos e o pessoal que vem [para Bissau]», explicou a governante. Valentina Mendes falava após encontros mantidos na sexta-feira e hoje com o Diretor-Geral de Saúde de Portugal, Francisco George, e Paulo Campos, presidente do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) português, que se encontram na capital guineense.

A base portuguesa deverá complementar um centro de tratamento e isolamento para casos de Ébola que o governo de Bissau quer implantar no Hospital Simão Mendes, principal hospital público do país, mas também um dos mais degradados.

De acordo com Valentina Mendes, o executivo vai redigir uma carta-pedido endereçada ao Governo português, detalhando a cooperação desejada e entretanto esboçada com Francisco George e Paulo Campos.

No documento «estará todo o pacote», referiu a ministra, desde equipamentos em falta, necessidades de treino e outros recursos, como por exemplo, um laboratório.

 A carta será entregue em mão pela própria governante ao Governo português durante uma deslocação que vai efetuar a Portugal, ao lado do primeiro-ministro guineense, Domingos Simões Pereira, antes do final do mês.

A governante espera que em novembro seja possível receber as primeiras equipas médicas portuguesas em Bissau.

 Apesar de se chamar Hospital Militar, 98% dos casos tratados são de civis, mediante o pagamento de uma taxa moderadora de cerca de três euros. Construído em 2011 através da cooperação chinesa na Guiné-Bissau, a unidade tem das melhores instalações e serviços do país, ainda assim, extremamente carentes: conta apenas com dois especialistas, um cirurgião e um obstetra, o que limita a utilização de equipamentos de diagnóstico.

 Tendo em conta o contexto, e consoante evoluir a ameaça do Ébola, as equipas médicas portuguesas poderão envolver-se na promoção de outros cuidados de saúde, admitiram os participantes. Francisco George e Paulo Campos visitaram o Hospital Militar hoje de manhã.

Para o presidente do INEM, há um interesse particular em unir a função hospitalar à tutela militar, dada a necessidade de proteger instalações que lidem com o vírus Ébola - que já foram atacadas noutros países afetados pela epidemia.

Por outro lado, «é uma estrutura organizada» e «talvez o melhor polo de saúde na Guiné-Bissau».


 No entanto, «não vamos colocar a tónica só neste hospital. Este pode ser um pilar importante, mas temos que explorar todos os pilares da cooperação na área da saúde», disse. Augusto Mendes, diretor clínico da unidade, disse à Lusa que o mais urgente é «treinar os técnicos e pessoal médico, não só na parte teórica, mas também sobre a maneira de usar os kits de proteção» contra o Ébola.

 Apesar de os dois países com que faz fronteira já terem sido afetados pelo vírus Ébola, a Guiné-Bissau continua livre da ameaça mortal.

A norte, no Senegal, já foi verificado um caso importado, entretanto curado, e a sul, na Guiné-Conacri (onde a epidemia eclodiu), o Ébola continua a matar. Desde meados de agosto que a Guiné-Bissau fechou as fronteiras com Conacri, apesar das queixas de comerciantes e da população fronteiriça, para prevenir a entrada de pessoas infetadas - apesar de haver relatos de travessias em zonas não vigiadas pelas autoridades.

Segundo o último balanço da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Ébola causou mais de 4.500 mortos em cerca de 9 mil casos registados na Libéria, Serra Leoa e Guiné-Conacri, os mais afetados, mas também Nigéria, Senegal, Espanha e Estados Unidos.

  Fonte: Veja Aqui

Desemprego afeta mais quem tem deficiência e entre cegos taxa é de 45%

A presidente da Associação dos Cegos e Ambliopes de Portugal alertou hoje que os problemas que normalmente afetam a sociedade têm especial incidência em quem tem uma deficiência, lembrando que perto de 45% das pessoas invisuais estão desempregadas. O alerta surge por ocasião dos 25 anos da Associação dos Cegos e Ambliopes de Portugal (ACAPO), que se assinalam a 20 de outubro, com a presidente da associação a aproveitar para chamar a atenção para as questões que mais afetam quem tem deficiência visual.


  Na opinião de Ana Sofia Antunes, qualquer problema que normalmente afete a sociedade tem sempre uma particular incidência nas pessoas com deficiência visual. "Falamos, claro, das carências ao nível do emprego, das lacunas ao nível do apoio educacional, seja ele na escolaridade regular como depois na escolaridade superior, as questões de acessibilidade na via pública e aos meios de informação", destacou a dirigente.

Apontou um estudo feito recentemente pela ACAPO junto dos seus associados e utentes, que revelou que a taxa de desemprego entre estas pessoas atingirá os 45%, quando está nos 14% no total da população.

 Para a presidente da ACAPO, estes "são números muito significativos", que mostram como esta população sente de uma forma "muito mais intensa" as dificuldades gerais.

Apontou, por outro lado, que um dos problemas que neste momento merece a dedicação da associação tem que ver com os custos acrescidos que advêm da deficiência e que, na opinião de Ana Sofia Antunes, não têm sido devidamente contemplados, nomeadamente ao nível dos transportes.

 "Não nos podemos esquecer que as pessoas com deficiência visual não dispõem de transporte próprio, deslocam-se permanentemente em transporte público e, onde ele não existe, contratando transporte privado", alertou.

Acrescentou que as pessoas com deficiência visual têm uma série de necessidades ao nível desses apoios, mas "não recebem qualquer tipo de apoio por parte do Estado".

"Tendo nós uma população tão ampla, vivendo de pensões e de subsídios, [devemos] efetivamente pugnar por uma maior justiça desses valores, que são em muitas situações absolutamente precários e não permitem às pessoas terem níveis de vida com o mínimo de dignidade", denunciou. Ana Sofia Antunes alertou igualmente para o facto de esta ser uma população fortemente discriminada, dando como exemplo não só as dificuldades no acesso ao emprego, mas também uma simples deslocação, em que uma pessoa cega tem de conseguir ultrapassar uma série de barreiras, principalmente arquitetónicas. "Também no acesso à sociedade da informação, porque apesar de haver legislação sobre essa matéria, ainda existe um grande número de sites, mesmo de serviços públicos, que não cumprem os níveis de acessibilidade a que estão obrigados", lembrou.

Para assinalar os 25 da ACAPO, Ana Sofia Antunes disse que a associação pretende prolongar as comemorações durante um ano, arrancando com um grande almoço comemorativo no sábado, dia 29.

No decorrer das comemorações, a ACAPO pretende realizar conferências sobre vários temas ou fazer o lançamento de livros em braille. Marcada está também a constituição da União de Cegos de Língua Portuguesa (UCLP), que vai congregar todas as associações de cegos dos países com língua oficial portuguesa.

 A ACAPO é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), que nasceu da fusão da Associação de Cegos Louis Braille, com a Liga de Cegos João de Deus e a Associação de Cegos do Norte de Portugal, tendo atualmente cerca de 3.500 associados. Dados do Instituto Nacional de Estatística, relativos ao Censos 2011, apontam para a existência de cerca de 160 mil pessoas com deficiência visual em Portugal.

 Fonte: Veja Aqui

sábado, 18 de outubro de 2014

Guiné-Bissau: Secretário de Estado promete rever estrutura do Hospital Nacional Simão Mendes

Bissau – O secretário de Estado da Gestão Hospitalar prometeu esta terça-feira, 14 de Outubro, rever a estrutura de todo o serviço do Hospital Nacional Simão Mendes, como forma de evitar maus tratos e tratamento desigual dos pacientes e da população em geral, por parte dos técnicos daquele que é o maior centro hospitalar da Guiné-Bissau.

 
Domingos Malú falava à PNN no acto de entrega dos materiais, no Bloco Operatório do Hospital Nacional Simão Mendes, reconhecendo que o serviço em causa tem vários problemas, não só em termos de equipamento mas também em termos estruturais.

Por isso afiançou que é urgente fazer uma revisão das suas estruturas, tendo afirmado que enquanto gestores do sistema de saúde estão engajados a «pôr o dedo na ferida».

 «Não basta ser técnico mas temos que ser técnicos prestadores de serviços e com capacidades no exercício das missões que nos forem conferidas. Ser médico não é para enriquecimento, mas para salvar a vida» avançou Domingos Malú, afirmando que aquilo que tem acontecido até aqui na unidade hospitalar é um «ponto final».

Daqui para a frente há uma seriedade, há uma responsabilidade de projectar o Hospital Nacional. Domingos Malú afirmou ainda que é inaceitável o que acontece naquele centro, nomeadamente o facto de ter muitos técnicos sem prestação de serviços adequados, desafiando que é impensável ter um hospital de referência sem técnicos de referência.

Na opinião do secretário de Estado, um hospital de referência pode coincidir quando tiver os técnicos também de referência. Se isso não acontecer, de nada vale chamar «hospital de referência nacional», por isso, aproveitou a ocasião para pedir desculpa às vítimas de maus tratos por parte dos técnicos do Hospital Nacional Simão Mendes, ao longo dos tempos.

Os materiais fornecidos pelo Banco Islâmico de Desenvolvimento consistem num monitor operatório, aspiração de anestesia de neonatal, entre outros.

 Fonte: Veja Aqui - Tiago Seide

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Guiné-Bissau "Um kit de proteção e muita fé protegem hospital mais próximo do surto"

Uma enfermeira ajoelha-se e espreita debaixo de uma cama para tirar do chão uma caixa com máscaras de proteção facial: é ali que ela e a colega guardam o que dizem ser a única proteção de que dispõem contra o Ébola. Estão à porta de um antigo pavilhão com quartos individuais para doentes com tuberculose, edifício abandonado numa das extremidades do Hospital Regional de Gabu e hoje apresentado como centro de isolamento face ao vírus que assola a África Ocidental e ameaça o mundo.

 
PUB A cama no quarto que as enfermeiras utilizam é a única que tem colchão e lençóis.

O resto do pavilhão é ocupado por estruturas enferrujadas de camas e antigo mobiliário, pilhas de ferro-velho em salas degradadas e esquecidas no tempo.

 Ainda assim, um dos administradores do hospital diz com naturalidade que cada quarto tem casa de banho individual e que se surgir algum caso de Ébola depressa se põe um colchão numa daquelas estruturas.

 Situada no Leste, Gabu é a cidade da Guiné-Bissau mais próxima da fronteira com a Guiné-Conacri (cerca de 40 quilómetros) e por isso mais suscetível ao contacto com o país onde o surto de Ébola eclodiu e já matou centenas de pessoas.

 Aqui e ali evoca-se a ajuda de Deus para manter o vírus afastado. No hospital só há um "kit" de equipamento de proteção integral (fato de corpo inteiro, luvas, óculos e outros elementos) para o caso de algum profissional precisar de se resguardar de algum caso suspeito - trata-se do "kit" que serviu de amostra durante uma formação dada pelos Médicos Sem Fronteiras em junho.

 Nos centros de saúde junto à fronteira também só há um "kit" em cada um, disse à Lusa, Vitorino Aiogalé, diretor regional de Saúde, que acrescenta: nas 19 áreas sanitárias da região de Gabu há vários centros que ainda não receberam nada para se protegerem contra o Ébola. Em Bissau, os serviços do Ministério da Saúde garantiram na última semana que já havia equipamento de proteção integral por todo o país, mas no terreno o cenário é diferente - e é este que vão encontrar as equipas que as autoridades portuguesas planeiam fazer deslocar à Guiné-Bissau nas próximas semanas.

O cenário de precariedade é transversal a todo o sistema de saúde pública da Guiné-Bissau (Gabu nem é o pior caso), reflexo da situação de um dos países mais pobres e instáveis do mundo, onde por mais boa vontade que exista por parte de vários profissionais de saúde, a falta de recursos é crónica. "Há precariedade, pobreza, mas se surgir Ébola, pode não ser assim tão perigoso.

A população está bastante informada. Quando veem alguma pessoa estranha informam imediatamente, não ficam calados", descreve António Sidjanho, diretor regional de Saúde de Bafatá (segunda maior cidade do país, adjacente a Gabu).

Nos últimos meses, já se habituou aos alertas regulares dos residentes, através de telemóvel, e o zelo já fez com que uma dúzia de pessoas fosse colocada em quarentena em salas dos hospitais de Gabu e Bafatá, nos meses de agosto e setembro, sem sequer terem sintomas.

"Não vale a pena colocar em quarentena pessoas sem sintomas", reconhece hoje Sidjanho.

 É no seu gabinete, encostada a uma parede, que está guardada uma caixa com 50 "kits" de proteção integral contra o Ébola e garante que, apesar de estarem ali, alguns já foram utilizados no hospital - para lidar com os casos de quarentena, sem sintomas.

No caso de ser detetado qualquer caso suspeito, ali como em Gabu, os médicos dizem ter instruções para alertar de imediato a equipa de resposta rápida dos MSF estacionada em Bissau - e ao mesmo tempo manter a pessoa em causa isolada.

"Temos as mínimas condições" para enfrentar a ameaça, acrescenta. Com ou sem Ébola à espreita, as unidades de saúde da região já deviam ter há muito tempo "luvas clínicas descartáveis" para utilização nas consultas, reclama António Sidjanho.

O vírus que agora anda a solta vem expor ainda mais as fragilidades de um sistema de saúde debilitado.

 Fonte: Veja Aqui


  Nelson Almeida Mendes

 

 Na verdade ´r uma realidade. Um vírus de ébola na Guiné-Bissau vai ser uma tragedia para a população do interior da Guiné-Bissau. O país não esta nada preparado para nenhum surto de doença ou de qualquer outra tragedia natural. Só contando com a proteção de Deus e de todos os Santos para proteger a Guiné-Bissau.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

No Brasil - EAD facilita acesso ao ensino para pessoas com deficiência física

A educação a distância colabora para a democratização do conhecimento e inclusão social. Deficiente Físico é celebrado em 11 de outubro. No Brasil, cerca de 45,6 milhões de pessoas declararam ter ao menos um tipo de deficiência, segundo o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), número que corresponde a 23,9% da população total do país.


Quanto à alfabetização entre pessoas com deficiência, com mais de 15 anos, a taxa é de 81,7%. Já na população em geral, esse número sobe para 90,6%.

Nesse sentido, o grau de deficiência pode ser considerado um fator comprometedor para o avanço no processo de escolarização.

Para pessoas com deficiência motora, por exemplo, a falta da mobilidade ou a distância são alguns dos problemas enfrentados no momento de concluir os estudos.

Para o diretor do Instituto Monitor, escola pioneira em EaD no Brasil, a educação a distância pode ser uma alternativa para estas pessoas, pois todo o conteúdo dos cursos está disponível on-line, e o aluno só precisa ir à escola para fazer as avaliações. “

A metodologia adotada pela EaD possibilita que a pessoa com deficiência estude em casa ou no local que considerar mais adequado, sem ter o inconveniente de se deslocar até a instituição diariamente.

O Instituto Monitor, por exemplo, tem toda a estrutura para receber uma pessoas com deficiência física, mas nós sabemos que nas ruas e no transporte público, a acessibilidade é limitada”, contemporiza Alves.

 O Censo do IBGE ainda mostra que em regiões mais distantes os índices de alfabetização entre pessoas com deficiência são os mais baixos do Brasil.

No Nordeste, por exemplo, apenas 69,7% deles foram alfabetizados. “Neste caso, a EaD contribui em dois aspectos: é capaz de chegar em regiões remotas do país e alcançar um público que antes não tinha outra opção para avançar no caminho para o conhecimento.

Este é o principal aspecto da educação a distância, democratizar a educação e promover a inclusão social”, defende Alves.

“Uma dificuldade física, visual ou mental, seja qual for, não pode ser um fator determinante para definir o papel do indivíduo na sociedade.

A EaD facilita o acesso e a interação entre os alunos, com fóruns, chats, enfim, diferentes formas de integrar os estudantes que optaram por essa modalidade de ensino”, explica o diretor.

 A legislação brasileira também prevê a reserva vagas de trabalho para as pessoas com deficiência, e com o avanço na escolaridade, esse grupo social passa a ser cada vez mais incluído no mundo corporativo. “Embora a definição de cotas seja uma iniciativa louvável , a pessoa com deficiência precisa se capacitar para estar apto a exercer as atividades propostas.

Portanto, a educação é um requisito essencial nesse processo”, finaliza. Sobre o Instituto Monitor

O Instituto Monitor é a primeira escola no Brasil a desenvolver a educação a distância como modalidade de estudo.

Com mais de 80 mil alunos, o Instituto Monitor atua em diversas frentes: além dos cursos EJA e Técnicos em Transações Imobiliárias, Eletrônica, Contabilidade, Secretariado, Logística, Petróleo e Gás,

Segurança do Trabalho, Administração, Informática e Secretaria Escolar, foram criadas a divisão de Informática (Monitor Informática), a divisão de concursos públicos (Monitor Concursos), a divisão de cursos de gestão (Monitor Cursos Empresariais) e a divisão dedicada ao desenvolvimento de conteúdos corporativos customizados (Monitor Corporate).

Oferece cursos nas modalidades: Estudo Personalizado a Distância com material impresso,

 Semipresencial em Grupos de Estudos e Estudo Online pela internet. Possui sedes próprias em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, além de polos de atendimento no interior de São Paulo.

  www.institutomonitor.com.br


fonte: Veja Aqui

sábado, 11 de outubro de 2014

Estudo Portugal é dos países europeus que menos integra doentes mentais

Portugal é dos países da Europa que menos integra, na sociedade e no trabalho, pessoas com doenças mentais, indica um estudo comparativo sobre a matéria que juntou 30 países europeus. No trabalho, sobre Saúde Mental e Integração, Portugal aparece em 27.º lugar, só à frente da Grécia, Roménia e Bulgária. A Alemanha surge como o país que melhor integra as pessoas com deficiência, seguida do Reino Unido, Dinamarca e Noruega. PUB 



Da responsabilidade da Intelligence Unit da revista The Economist, e divulgado a propósito do Dia Mundial da Saúde Mental (que se assinala na sexta-feira), o estudo analisa dados como a ajuda médica dispensada a pessoas que vivem com doença mental, as oportunidades de trabalho ou os esforços para combater o estigma.

Os especialistas que analisaram os 30 países (os 28 da União Europeia mais a Noruega e a Suíça) recomendam que se produza mais informação sobre a saúde mental, que esta área receba mais financiamentos e que se dê mais atenção ao emprego das pessoas que sofrem de alguma patologia.

Citando especialistas, diz-se no trabalho que na União Europeia 165 milhões de pessoas são em cada ano afetadas em algum momento por alguma doença mental, dos quais apenas um quarto recebe algum tratamento e só 10 por cento tem um tratamento considerado adequado.

Apesar de reconhecerem que há "muitos exemplos de boas práticas" por toda a Europa os autores do estudo (encomendado por uma empresa farmacêutica) sublinham que há ainda "um longo caminho a percorrer até que as pessoas com doenças mentais sejam apoiadas de forma adequada e sejam verdadeiramente integradas nas suas comunidades".

As doenças mentais representam elevados custos humanos e económicos para a Europa, começa por avançar o estudo, que cita a Organização Mundial de Saúde (OMS) para dizer que em 2012 cerca de 12 por cento dos anos perdidos por incapacidades advinha de doenças mentais, as mesmas que afetavam o PIB da Europa em 3 a 4 por cento.

O continente -- adianta o documento -- viu mudar nas últimas décadas a perceção sobre a melhor forma de tratar as doenças mentais, afastando-se a ideia do hospital como centro para se optar pelo tratamento na comunidade.

Ainda assim a Europa como um todo "está ainda no início" de uma rede de cuidados centrada na comunidade. Dos 30 países há 16 nos quais há mais pessoas que recebem tratamento em longas estadas nos hospitais ou em instituições do que na comunidade onde residem. E dos 30 países, diz-se no documento, apenas oito têm programas de cooperação entre o departamento responsável pela saúde mental e as áreas da educação, emprego, habitação, assistência social, proteção à criança e ao idoso, e justiça criminal.

Baseado em recolha de dados e em entrevistas o estudo cita os indivíduos ouvidos para dizer que o emprego é a maior preocupação das pessoas (e suas famílias) que vivem com alguma doença mental, mas que é também a área "com as políticas mais inconsistentes em toda a Europa".

Por outro lado apenas em 14 dos 30 países há uma política de apoio às famílias dos portadores de doença, ainda que a família tenha "um papel fundamental".

 Fonte: Veja Aqui

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Ortobest com nova loja no Hospital de Vila Franca de Xira

A Ortobest, uma empresa de referência no fornecimento de equipamentos médicos para cuidados domiciliários, abriu mais uma loja. Depois do Cartaxo e de Vila Franca de Xira (em frente ao centro de saúde), o Hospital de Vila Franca de Xira foi o local escolhido. Vânia Ferreira, responsável pela loja, refere que o primeiro passo da empresa é compreender as necessidades dos clientes. “Só assim conseguimos ajudar a restabelecer e manter um estilo de vida activo”, justifica.

 
A Ortobest comercializa todos os produtos de ortopedia, elevadores de transferência, cadeiras de rodas manuais, cadeiras de rodas eléctricas e scooters.

Além de produtos de higiene e para a incontinência, ajudas técnicas, aparelhos de diagnóstico e mobiliário.

 Comercializa as melhores e as mais conceituadas marcas nacionais e internacionais. “Queremos ser reconhecidos pela inovação e a qualidade de produtos e de serviços”, sublinha Vânia Ferreira.

 A empresária tem um dom natural, tecnicamente especializada e experiente, realiza diagnósticos de necessidades, promove o aconselhamento técnico e ajuda na escolha dos produtos mais adequados a cada paciente, bem como no seu uso e aplicação.

Com muita calma e paciência mas sempre com um sorriso discreto, típico de quem se preocupa com o bem-estar das pessoas.

 Fonte: Veja Aqui

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

No Brasil - Plenário da Câmara é reinaugurado com adaptações para pessoas com deficiência

Após dois meses e meio de obras, o Plenário da Câmara dos Deputados foi reinaugurado na sessão desta terça-feira (7) com adaptações para receber pessoas com dificuldades de locomoção. “Pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida poderão se dirigir, a partir de hoje, às tribunas e à Mesa Diretora da Casa sem dificuldades. Saímos da acomodação e evoluímos, demonstrando absoluto alinhamento com as demandas dos cidadãos com diferentes tipos de deficiência”, disse o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves.


A reforma envolveu o rebaixamento da Mesa Diretora em cerca de 30 centímetros, permitindo a instalação de duas rampas de acesso tanto à própria Mesa quanto às tribunas usadas pelos deputados para os discursos – situadas dos lados esquerdo e direito do Plenário.

Pela primeira vez, as deputadas cadeirantes Mara Gabrilli (PSDB-SP) e Rosinha da Adefal (PTdoB-AL) subiram até a Mesa Diretora.

Antes da obra, as deputadas e o também cadeirante Walter Tosta (PSD-MG) só tinham acesso à tribuna, e por meio de um elevador adaptado.

 Acessibilidade 


Rosinha da Adefal destacou a coragem do presidente da Câmara em executar o projeto de reforma, que garantiu acessibilidade plena às dependências do Plenário – ou seja, sem a necessidade de qualquer ajuda de outras pessoas.

“Tenho hoje esse sonho realizado. Sonho que já existia no nosso coração antes de chegar a esta Casa como deputada.

Este dia é muito importante. Vejo meu mandato aqui realizado”, disse. Luis Macedo/Câmara Ato de reinauguração das rampas de acesso à Mesa e às Tribunas do Plenário Ulysses Guimarães Deputada Mara Gabrilli na rampa de acesso à mesa do Plenário. Já a deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) destacou que as obras de mobilidade no Plenário Ulysses Guimarães mostram que a Casa respeita as cerca de 45 milhões de pessoas com deficiência do Brasil.

“Faço um apelo a todos os parlamentares para que levem a acessibilidade às suas cidades, porque se todos os municípios estiverem preparados para uma pessoa com deficiência, certamente terão muito mais qualidade de vida para todos os cidadãos”, disse Gabrilli.

 Ela lembrou que, hoje, apenas 19% das escolas do País têm acessibilidade.

 Projeto da reforma 


Em setembro de 2013, por decisão de Alves, técnicos adotaram o projeto elaborado em 2006 por Fabiano Sobreira, arquiteto da Casa.

 O trabalho de Sobreira recebeu a chancela do próprio Oscar Niemeyer (1907-2012), que projetou o Palácio do Congresso. Além das rampas, até o final do ano serão instaladas duas plataformas elevatórias no interior das tribunas, de modo a minimizar as diferenças de altura dos deputados usuários de cadeiras de rodas.

  Fonte: Veja Aqui

sábado, 4 de outubro de 2014

Três cadeiras de rodas entregues na Casa de Saúde São João de Deus

A Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais/ Deficientes - Associação Sem Limites (ASL) em parceria com a Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação da Região Autónoma da Madeira, entregou hoje pelas 14h30, três cadeiras de rodas manuais aos utentes com necessidades especiais da Casa de Saúde São João de Deus.

 

A entrega decorreu nas Instalações da Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais/ Deficientes - Associação Sem Limites (ASL) e contou com a presença do Presidente da ASL, Filipe Rebelo e o diretor da Casa de Saúde S. João de Deus, Eduardo Lemos.

Desta forma, a Campanha 'Dê uma tampa à indiferença', campanha de angariação de tampas plásticas torna-se possível com a colaboração e apoio indispensável da população e das enumeras parcerias que a Associação Sem Limites em parceria com a APD Madeira têm, para proporcionarmos uma qualidade de vida e bem-estar a um maior número de pessoas com necessidades especiais.

Note-se que a Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais/ Deficientes - Associação Sem Limites (ASL) em parceria com a Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação da Região Autónoma da Madeira, já entregou cerca de 28 cadeiras de rodas a pessoas com necessidades especiais socialmente carenciadas no decorrer do ano 2014.

 Fonte: Veja Aqui

No Brasil - Bibliotecas públicas serão referência em acessibilidade

Com investimento de R$ 2,7 milhões, iniciativa faz parte do edital do Ministério da Cultura para garantir maior acesso à cultura Até abril de 2015, dez bibliotecas públicas no país ganharão qualificação profissional, melhorias no acervo e novas tecnologias para que sejam totalmente acessíveis a pessoas com deficiência. O objetivo é que se tornem referência e multiplicadoras para as outras cerca de seis mil bibliotecas públicas do país. 


 Com investimento de R$ 2,7 milhões, a iniciativa faz parte do edital do Ministério da Cultura (MinC) para garantir maior acesso à cultura.

Serão beneficiadas instituições em todas as cinco regiões do país. Segundo últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do censo de 2010, há, no Brasil, 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 23,9% da população.

A convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência garante o direito à cultura, ao lazer e ao entretenimento. A Mais Diferenças, Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), será responsável pela adequação das bibliotecas.

O primeiro passo foi a elaboração de um diagnóstico geral das instituições.


 "Esse diagnóstico vai ajudar muito na segunda fase do projeto que já tem plano de ação: a formação e capacitação das equipes", explica Carla Mauch, coordenadora da Mais Diferenças e responsável pela execução do projeto.

"Ficamos na biblioteca, conversamos com várias pessoas, desde secretário de cultura até usuários com deficiência, incluindo os funcionários", completa.

Após a qualificação profissional, a ação será dirigida a mudanças no acervo, tornando-os acessíveis. "A ideia é avançar.

 Não pensar somente no livro em Braille - que já está disponível em algumas bibliotecas - mas pensar também, por exemplo, no livro digital bilíngue (português e libras).

 Queremos também ampliar a acessibilidade a todos os públicos com deficiência, não apenas a visual', explica Carla Mauch. Tecnologia assistida Outra etapa do projeto consiste na aquisição de tecnologia assistida, com recursos que permitam que as pessoas com deficiência tenham acesso ao conteúdo da biblioteca.

Exemplos disso são as impressoras em braile, leitores de tela, teclados colmeia e aplicativos diversos. Entre os grandes objetivos está também o de possibilitar a criação de redes entre profissionais, bibliotecas, setores culturais, políticas públicas federais e estaduais.

 Para Rosália Guedes, consultora do projeto, a troca de experiência e o trabalho em rede certamente contribuirão para a ampliação da acessibilidade nas bibliotecas.

 A Mais Diferença quer montar um análise mais ampla sobre o tema. Para isso, elaborou um questionário direcionado a todas as bibliotecas e que servirá de base para a realização do Diagnóstico Nacional de Acessibilidade em Bibliotecas Públicas.

A instituição também criará um site acessível com manual para as demais bibliotecas. Com a pesquisa, o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) e a Mais Diferenças desenharão, ao fim do projeto, diretrizes nacionais para as políticas públicas de acessibilidade em bibliotecas públicas brasileiras.

"Cada biblioteca foi ouvida na sua essência para construção de algo melhor: a inclusão de todas as pessoas.

Nesse trabalho, vivi o Brasil de muitas diversidades. Encontrei muitas pessoas que trabalham pensando no outro, que trabalham para o outro. Há espaços maravilhosos em que a biblioteca pública cumprirá seu papel, que é o da democratização de acesso a informações e à cultura a todos os brasileiros", conta Rosália, sobre a primeira etapa do projeto.
 

Fonte: Veja Aqui

Guiné-Bissau: Bebé que sobreviveu a rebentamento de mina recebe tratamento em Lisboa

Um bebé de 23 meses que sobreviveu ao rebentamento de uma mina na Guiné-Bissau partiu hoje para Portugal, onde vai receber tratamento que não existe em território guineense, explicou à Lusa o médico que o acompanha na viagem. Nildo N'Tchalme era o passageiro mais novo de um furgão de transporte público que explodiu na sexta-feira no interior da Guiné-Bissau provocando 23 mortos e vários feridos. A mãe e um tio continuam internados no Hospital Simão Mendes, em Bissau, após o desastre que levou o governo a decretar dois dias de luto nacional, assinalados no domingo e segunda-feira.

 

A criança não tem ferimentos exteriores, mas sofreu um traumatismo craniano e os médicos receiam que haja danos internos impossíveis de diagnosticar por falta de aparelhos de Tomografia Axial Computorizada (TAC), explicou o cirurgião Augusto Blute.

"Em Portugal poderá fazer o exame e ser observado por neurocirurgiões", referiu hoje no Aeroporto Osvaldo Vieira, minutos antes de ambos partirem para Dacar, pelas 11:30.

Na capital do Senegal vão esperar até cerca da 01:00 da madrugada de quinta-feira por um voo da TAP no qual devem chegar a Lisboa pelas 06:00 - os voos diretos para Bissau só serão retomados a 26 de outubro e entretanto as alternativas obrigam a escalas demoradas.

Na sequência do desastre de sexta-feira, o caso de Nildo foi o único para o qual as autoridades de Bissau pediram apoio à embaixada portuguesa.

O tratamento da criança é feito ao abrigo da cooperação na área da Saúde entre a Guiné-Bissau e Portugal, sem custos para a família, sendo este um caso especial por de tratar de um bebé e pelo facto de o apoio se estender também à prestação de cuidados de transporte, explicou fonte diplomática portuguesa em Bissau.

 Augusto Blute espera que mais nenhum dos cinco feridos no acidente que continuam internados no Hospital Simão Mendes necessite de ser enviado para fora do país.

O único ferido grave que ainda podia inspirar cuidados, com uma fratura num fémur e ao qual foi diagnosticado tétano, "acabou por falecer" na terça-feira, acrescentou.

O cirurgião acredita que Nildo acabará por regressar bem à Guiné-Bissau, depois de ser admitido no Hospital de Santa Maria. "Ele não consegue dormir", contou à Lusa, Maria N'Tchalme, tia que tomou conta do bebé no hospital e até à entrada no avião.

 "Às vezes acalma-se, mas depois chora muito. De poucos em poucos minutos está sempre a chorar", lamentou, confiante de que em Portugal será encontrada "uma solução" para eventuais problemas.

"Para nós está claro, aqui em Bissau não há solução", acrescentou Jorge N'Tchalme, tio da criança. Nas operações de apoio ao transporte do bebé participou também o Gabinete Integrado das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS).

 Um furgão de transporte coletivo explodiu na sexta-feira quando circulava entre as povoação de Bissorã e Cheia com cerca de 40 pessoas, quase todas pertencentes à mesma família, que se deslocavam para uma cerimónia fúnebre.

 De acordo com as autoridades, o condutor ativou uma mina antitanque usada pelas forças guineenses na guerra da independência, há mais de 40 anos.

O governo decidiu criar uma comissão de inquérito liderada pela ministra da Justiça para averiguar as circunstâncias do acidente e decidir sobre eventuais medidas a tomar no terreno face ao risco de haver outros engenhos explosivos na zona. Em 2013, um dispositivo semelhante foi desarmado por militares a poucos metros do local do acidente.

 Fonte: Veja Aqui

Brasil - Pela inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) reafirmou esta semana, no Senado Federal, sua posição de apoio irrestrito ao aperfeiçoamento das leis que tratam de pessoas com deficiências. Durante audiência pública realizada dia 22, senadores e participantes convidados avaliaram a situação das pessoas com deficiência no Brasil.

 


“A CNC apoia a inclusão de pessoa com deficiência no mercado formal de trabalho e entende que leis devem ser atualizadas com participação das empresas. A chamada Lei de Cotas (nº 8.213, de 24 de julho de 1991), tem 23 anos e ainda é motivo de disputa na Justiça.

 A Confederação apoia o movimento e luta para aprimorar as normas atuais” afirma Janilton Lima, advogado que representou a entidade na audiência. Wany Pasquarelli, chefe da Assessoria de Gestão das Representações (AGR) da Confederação, destaca que a entidade, junto às outas confederações patronais, representa todos os empregadores do País.

 “Nossa participação é articulada e resultado de um trabalho de consenso”, complementa Wany. CNC faz parte do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) desde sua instituição, em 1999.

 “Durante a audiência, expliquei que nossa atuação ativa no Conselho deve-se ao fato de os empresários representados pela Confederação terem contato direto com pessoas com deficiência em suas atividades”, afirma Janilton.

 Segundo ele, a consulta pública com participação dos empregadores é necessária, não para reduzir direitos, e sim para avaliar dificuldades.

 “Quando a lei de cotas passou a vigorar, ainda não existia o Conade, onde todos os segmentos da sociedade possuem representação”, contextualiza.

 A atuação do Sesc e do Senac, reconhecida pelas pessoas com deficiência, também foi citada na audiência do Senado.

“Assim como outras unidades do Sesc pelo país, o Sesc Consolação, em São Paulo, por exemplo, possui elevadores e rampas para acesso a todos os espaços da unidade, banheiros e vestiários adaptados, espaço reservado no teatro, entre outros detalhes de sua infraestrutura”, afirma Janilton.

 O advogado destacou ainda na audiência que a atuação do Senac no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) – criado pelo Governo Federal em 2011 para ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica – também certifica o interesse pelo assunto.

A audiência pública foi realizada um dia após o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, 21 de setembro, e foi requerida pela presidente da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), senadora Ana Rita (PT-ES). O encontro foi conduzido pelo único senador cadeirante da Casa, senador Fleury (DEM-GO), e o debate também contou com a participação do senador Cristovam Buarque (PDT-DF).

Fonte: Veja Aqui

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

APD entrega cadeiras de rodas à Casa São João de Deus

A Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação da Região Autónoma da Madeira entrega no próximo dia 2 de Outubro pelas 14h30 três cadeiras de rodas aos utentes com necessidades especiais da Casa de Saúde São João de Deus. 


 " Esta entrega surge no âmbito da Campanha “Dê uma tampa à indiferença”, campanha de angariação de tampas plásticas para posterior aquisição de cadeiras de rodas manuais e elétricas adaptadas e outros materiais ortopédicos, indo ao encontro das necessidades específicas de cada pessoa", explica a associação em comunicado.

A entrega será nas instalações da Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação da RAM e irá contar com a presença do presidente da APD Madeira, Filipe Rebelo e o diretor da Casa de Saúde S. João de Deus, Enfermeiro Eduardo Lemos.

 Fonte: Veja Aqui

No Brasil - Hospital São Lucas investe em inclusão social de deficientes auditivos

Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) calculam que no mundo existem 610 milhões de pessoas com deficiências, das quais 386 milhões (63,3%) fazem parte da população economicamente ativa. Já os dados do último Censo revelam que o Brasil é composto por cerca de 24,6 milhões de pessoas com deficiência (PCD) visual, auditiva, física ou múltipla, o que equivale a 14,5% da população brasileira. O grande desafio, porém, é a prática da responsabilidade e da inclusão social dessas pessoas no mercado de trabalho. 


 As empresas enfrentam certa dificuldade na contratação, na implantação e no gerenciamento de pessoas com deficiência (PCD)?, quando procuram se adaptar aos moldes previstos em lei.

 A supervisora de Recursos Humanos do Hospital São Lucas - da Rede Ímpar de hospitais no Rio de Janeiro, que inclui também o Complexo Hospitalar de Niterói (CHN), e o Hospital de Clínicas Padre Miguel - Audrey Falleiro, explica: "Empregabilidade não é tão somente empregar pessoas portadoras de necessidades especiais, mas abrange ações de inclusão e permanência mais efetiva desses profissionais no mercado de trabalho, com perspectivas de desenvolvimento e ascensão profissional". E foi assim, partindo dessa premissa, que Audrey encontrou um caminho para incluir de forma efetiva nove colaboradores com deficiência auditiva ?no ambiente corporativo, no caso, como auxiliares administrativos.

A iniciativa tomada foi oferecer aos demais colaboradores um curso de Libras duas vezes por semana, com carga horária de três horas semanais, durante quatro meses, no próprio hospital.

 De acordo com a gerente de RH da Rede Ímpar, Anna Claudia Junqueira, a aceitação dos colaboradores do São Lucas aos deficientes auditivos foi surpreendente: "já abrimos mais novas turmas e ainda tem lista de espera.

 Alguns colaboradores também buscam aprender libras para poder atender melhor os clientes com deficiência auditiva, pois relatam que na região são muitos que procuram a unidade para atendimento". Aundrey complementa: "em geral, a interação deles no dia a dia junto aos colegas de trabalho é muito boa. Se fazem entender e são compreendidos.

 Mas acreditamos que se os demais colaboradores aprenderem a se comunicar da mesma forma que eles, essa inclusão social será ainda mais efetiva no ambiente de trabalho"

. Quanto à postura desses profissionais no trabalho, Audrey destaca que são extremamente concentrados, dificilmente se dispersam, o que aumenta a produtividade, e realizam o trabalho de forma eficiente.

 Audrey acredita também que um relacionamento saudável deve começar pela forma de tratamento: "Essas pessoas preferem ser vistas como cidadãos/cidadãs adaptados.

 Há a expectativa de serem tratadas com naturalidade, sem discriminação, para que se sintam inseridas na sociedade.

O tratamento deve se diferenciar apenas como forma de contemplar as necessidades específicas da necessidade especial, e não reduzir sua capacidade de inserção."

Fonte: Veja Aqui

terça-feira, 30 de setembro de 2014

As minhas obras de artes. Pinturas plásticas – Nelson Almeida Mendes

As minhas pinturas plásticas em diversos formatos, pinturas feitas com muitas dificuldades e de coração aberto.


São pinturas lindas, coloridas, utilizando muitas cores vivas e os castanhos, simbolizando a terra. São pinturas de um amador, que não é profissional em artes plásticas. Se alguém estiver interessado em adquirir, contactar o número: 967770634 ou pelo correio eletrónico: firminoamendes@gmail.com


                                                                 Titulo: Casinha II 
                                                  Pintado com Acrílico de Água sobre Tela 
                                                          Medida: 30X25 cm
                                                             Preço: 15 Euros



                                                                      Titulo: Paisagem 
                                                    Pintado com Acrílico de Água sobre Tela
                                                                     Tamanho:30x25 cm
                                                                  Preço: 15.00 Euros





                                                                        Titulo: A Quinta
                                                     Pintado com a Tinta Acrílica sobre Tela
                                                                    Tamanho: 30x25 cm
                                                                        Preço: 15,00 euros

  Nelson F. Almeida Mendes

sábado, 20 de setembro de 2014

No Brasil - CDH debate direitos das pessoas com deficiência

Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) promove audiência pública na segunda-feira (22), requerida pela senadora Ana Rita (PT-ES), para debater os avanços e perspetivas após a criação do Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência, comemorado no dia 21 de setembro.



A data foi oficializada em 2005 por meio da Lei 11.133, numa ação do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade), órgão que avalia o desenvolvimento de uma política nacional de inclusão da pessoa com deficiência nos setores de educação, saúde, trabalho, assistência social, transporte, cultura, turismo, desporto, lazer e política urbana dirigida a esse grupo social. 

 O presidente do Conade, Antonio José Ferreira, é um dos participantes do debate. Também foram convidados Ester Pacheco Henriques, presidente da Federação Nacional das Associações Pestalozzi (Fenasp); Janilton Fernandes Lima, advogado da Confederação Nacional do Comércio (CNC); Waldir Macieira da Costa Filho, vice-presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência; Dylson Bessa, presidente do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência; Raimundo Nonato Lopes de Sousa, do Ministério da Previdência e Assistência Social; e Wilson Gomiero, representante da Federação Brasileira de Associações Civis de Portadores de Esclerose Múltipla. 

A reunião começa às 15h, na sala 2 da Ala Senador Nilo Coelho.
 Projetos


No Brasil, 45,6 milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência, o que representa quase 24% da população, segundo o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os projetos que tramitam no Senado para garantir os direitos dessas pessoas se destacam o que assegura a presença de cuidadores nas escolas para assistência aos alunos com deficiência (PLS 228/2014); o que determina aos bancos e operadoras de cartão de crédito a oferta de extratos mensais de conta corrente em braille ou em caracteres ampliados (PLS 349/2012); o que prioriza a ocupação das primeiras poltronas dos aviões (PLS 259/2012); e o que reserva 3% das moradias dos programas sociais (PLS 78/2011). 

 No ano passado, foi sancionada a Lei Complementar 142, que estabeleceu regras especiais de aposentadoria para pessoas com deficiência. 

O texto é o mesmo de substitutivo do senador Lindbergh Farias (PT-RJ), aprovado em 2012, ao projeto (PLC 40/2010) apresentado originalmente pelo deputado Leonardo Mattos (PV-MG). 

 A aposentadoria pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) será garantida à pessoa com deficiência grave aos 25 anos de contribuição, se homem, e 20 anos, se mulher. Em caso de deficiência moderada, serão exigidos 29 anos, se homem, e 24 anos, se mulher; e em caso de deficiência leve, 33 anos e 28 anos, respectivamente.

 A regra geral da Previdência é de 35 anos de contribuição para homens e 30 para mulheres. As pessoas com deficiência também poderão se aposentar aos 60 anos de idade, se homem, e 55 anos, se mulher, para qualquer grau de deficiência, desde que tenham contribuído por pelo menos 15 anos e comprovem a existência da deficiência pelo mesmo período. 

  Fonte: Veja Aqui

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

No Brasil - 21 De setembro: Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência

Em 21 de setembro é celebrado o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, data marcada para a reflexão sobre os desafios das políticas públicas de atenção aos brasileiros com necessidades especiais. Entre as barreiras enfrentadas está a aprovação da Lei Brasileira de Inclusão, que aguarda votação há quase dez anos e o cumprimento da Lei de Cotas no setor privado. 


De acordo com João Felippe, especialista em acessibilidade e inclusão social da Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, “apesar de algumas conquistas importantes nos direitos básicos, o Brasil ainda engatinha em várias esferas, seja no âmbito social, educacional, da saúde, do trabalho, do lazer e da acessibilidade como um todo, por conta de brechas legais ou do descumprimento da legislação existente, o que compromete a real inclusão das pessoas com deficiência na sociedade”, afirma.

Desde 2006, a população que possui limitações físico-motora, intelectual, visual, auditiva ou múltiplas aguarda a aprovação do PL 7699, que institui a Lei Brasileira de Inclusão - medida não sancionada por entraves políticos, que ainda espera por diversos reajustes para poder assegurar a inclusão social e o pleno exercício dos direitos individuais e coletivos das pessoas com deficiência.

Outra regulamentação importante é a contratação de pessoas com deficiência, que, mesmo prevista na legislação, não é cumprida por muitas empresas privadas, o que compromete a inclusão no mercado de trabalho.

Além disso, a falta de uma fiscalização governamental facilita o descumprimento da medida e também possibilita a discriminação, pois muitas organizações priorizam a contratação de profissionais com deficiência moderada para evitar adaptações em sua estrutura.

 “É fundamental a aprovação da Lei Brasileira de Inclusão, a fim de que se garanta o direito a uma vida digna, do nascimento ao envelhecimento da pessoa com deficiência.

 Que se garanta o direito à habilitação, à reabilitação, à saúde, à educação, à moradia, ao trabalho, à assistência e previdência social, à cultura, ao esporte, ao turismo, ao lazer, ao transporte e à mobilidade urbana.

E também o direito à acessibilidade, no seu mais amplo conceito, para que a pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida possa viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania e de participação social”, finaliza Felippe.

 Para se ter uma ideia sobre o balanço desse contingente populacional no país, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010 revelam que existem cerca de 45,6 milhões de pessoas com deficiência

. Em São Paulo, por exemplo, há mais de 2,7 milhões de paulistanos com alguma deficiência, sendo que, em média, 80% têm problemas visuais, como cegueira ou baixa visão.

 A Laramara realiza ações específicas para vencer esses desafios e que contribuem na autonomia e inclusão de pessoas com deficiência visual na sociedade. Em seus 23 anos, a instituição atendeu mais de 10 mil famílias oferecendo atendimentos de forma integral para habilitação e reabilitação, projetos focados no mercado de trabalho, educação, cultura, recreação e lazer.Sobre a Laramara:

 A Laramara é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual. Realiza atendimento especializado nas áreas socioassistencial e socioeducativas com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas. As atividades são realizadas em grupos, organizados por faixa etária e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de 30 recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVD's.

Laramara trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa com deficiência visual. Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo, incluindo a preparação para o mundo do trabalho e vem desenvolvendo um programa especial para os jovens maiores de 17 anos.

A Laramara que, em 2014 completou 23 anos, também atua efetivamente no Estado de São Paulo e procura colaborar para a inclusão das pessoas com deficiência visual em todo o Brasil.

  Fonte: Veja Aqui