sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Ceir entrega cadeiras de rodas motorizadas e realiza treinamento para pacientes

O Centro Integrado de Reabilitação (Ceir) realizará, às 9 horas desta sexta-feira (28), a entrega de 10 cadeiras de rodas motorizadas para pacientes da instituição. Um treinamento de como manusear o equipamento será ofertado para pacientes e familiares no auditório do Centro. 


 “No processo de qualificação dos equipamentos e serviços ofertados pelo Ceir, realizamos uma parceria com a fábrica que produz as cadeiras de rodas motorizadas concedidas pela Oficina Ortopédica do Centro”, afirma o superintendente multiprofissional do Ceir, Aderson Luz.

A parceria consiste em um treinamento para pacientes e familiares sobre a utilização e os cuidados que uma cadeira de rodas motorizada requer.

  Fonte da Noyícia: Veja Aqui

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

MOBILITEC - F5 Cadeira de Rodas Elétrica

Descrição

 
A F5 é o primeiro modelo da nova geração de cadeiras de rodas elétricas da Permobil. É uma cadeira de rodas elétrica de tração dianteira, com longa durabilidade, poderosa e estável, combinada com o melhor sistema de assento do mercado - o assento Corpus.  

Fonte da Notícia: Mobilitec

Lei Brasileira da Inclusão: saiba o que muda no ensino

Após 15 anos de tramitação no Congresso Nacional, foi sancionada a Lei Brasileira de Inclusão, um verdadeiro avanço na inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. O documento entra em vigor no dia 2 de janeiro de 2016 e prevê mudanças em diversas áreas, como trabalho e educação. A lei foi relatada pela deputada Mara Gabrilli, na Câmara dos Deputados, e pelo senador Romário, no Senado, e dá seis meses para instituições públicas e privadas se adaptarem antes de entrar oficialmente em vigor.

 
"

Podemos dizer que a Lei Brasileira de Inclusão conseguiu reformular toda a legislação brasileira, alterando leis que não atendiam ao novo paradigma da pessoa com deficiência ou que simplesmente a excluíam de seu escopo. Com a ajuda da sociedade conseguimos alterar, por exemplo, o Código Eleitoral, o Código de Defesa do Consumidor, o Estatuto das Cidades, Código Civil, a CLT... 

 

Pense que em todas essas leis a pessoa com deficiência, de alguma forma, não era assistida - muitas vezes era até excluída. Além disso, não podemos deixar de falar que a sanção da LBI é uma conquista não só das pessoas com deficiência, mas da democracia", disse a deputada em entrevista à CLAUDIA.

 Foco na acessibilidade 


Mara explica que um dos mais notáveis efeitos desta lei é que ela muda a visão sobre o conceito de deficiência, deixando de ser um atributo à pessoa e passando a ser o resultado da falta de acessibilidade que a sociedade e o Estado oferecem.

"Ou seja, a LBI mostra que a deficiência está no meio, não nas pessoas", completa. Justamente por isso, muitas mudanças dizem respeito à acessibilidade, como: •

Cinemas e cursos de idiomas e informática deverão oferecer materiais e recursos de acessibilidade, incluindo livros.

• Os hotéis deverão ter 10% de dormitórios acessíveis, e um número mínimo deve ser reservado à condomínios e moradias que permitem uma vida independente para pessoas com deficiência.

• Para usuários de cadeiras de rodas, os que usam próteses ou qualquer tipo de material especial no cotidiano, o FGTS poderá ser sacado para aquisição desses itens.

 • O Benefício de Prestação Continuada (BPC), um benefício da Política de Assistência Social, que prevê o pagamento de um salário mínimo para idosos acima de 65 anos e pessoas com deficiência, passa por adaptações no critério para maior integração das 50 milhões de pessoas com deficiência no Brasil.

• A criação de um novo benefício, o Auxílio Inclusão, que garante uma renda extra para o cidadão com deficiência que entrar para o mercado de trabalho.  

Ensino 


Tal qual toda criança, as portadoras de deficiência têm direito a um ensino de qualidade e que atenda às suas necessidades, tanto que o tema também foi abordado na lei sancionada.

Apesar de ser proibido por um decreto do ano passado, casos surgiram de escolas que cobravam uma taxa extra dos pais para o cuidado dos pequenos ao invés de investirem em profissionais capacitados, colocando a inclusão dos filhos nas mãos dos familiares.

Agora, como uma forma de garantir a igualdade desses direitos, a LBI conta, mais uma vez, com a proibição de cobranças extras de alunos com deficiência, e esse veto se estende também aos planos de saúde.

A oferta de profissionais de apoio escolar, claro, também é defendida no documento, uma vez que o objetivo é ter uma equipe totalmente preparada para os cuidados da criança na escola, tirando dos pais uma preocupação a mais, que deveria, desde o começo, ser do próprio Estado. Até mesmo o currículo do ensino superior passa por adaptações, agora sendo obrigatória abordar disciplinas sobre o tema.

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

No Brasil - Semana Municipal da Pessoa com Deficiência tem 10 dias de programação no Recife

Nesta quinta-feira começa a 14ª Semana Municipal da Pessoa com Deficiência que, nesta edição, terá como tema Inclusão: assuma este compromisso". O evento segue até o dia 30 de agosto, com ações de inclusão, formação, capacitação, mutirão de serviços de direitos humanos, saúde, além de atividades esportivas, culturais e realização de seminários.

 

A programação também marca o lançamento da campanha permanente “Viva a Deficiência”, fruto da atuação da Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Recife em parceria com outras pastas. 


  A abertura oficial acontece nesta quinta, no mezanino da Prefeitura do Recife e conta com apresentação do Maracatu da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade (APABB), formado por adolescentes e jovens com Síndrome de Down.

 Ainda dentro da articulação, a Secretaria de Empreendedorismo promoverá, até o dia 28, o preenchimento do formulário online de Cadastramento das Pessoas com Deficiência (PCD) moradoras do Recife, para o “Recife Conte Comigo”, que divulgará vagas de empregos, além de disponibilizar linhas de crédito para empreendedores com deficiências e inscrições gratuitas para Palestras 'Empreendedor na Prática' e 'Qualidade no Atendimento'.

 Os serviços estão à disposição dos interessados na Sala do Empreendedor, das 8h às 17h, no mezanino da sede da administração municipal.

 Para saber mais informação: Veja Aqui

domingo, 16 de agosto de 2015

Portugal - Associação Portuguesa de Deficientes entrega duas cadeiras de rodas

A Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação da Região Autónoma da Madeira entregou hoje, na sua sede, duas cadeiras de rodas manuais a pessoas com necessidades especiais.


  A entrega é fruto do esforço de todos os envolvidos na recolha de tampinhas no âmbito da campanha 'Dê uma tampa à Indiferença', promovida pela Associação e de toda a sociedade madeirense e porto-santense que recolhe tampinhas e contribui para esta causa.

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Angola - Mais de seis mil pessoas beneficiam da 5ª fase do Projecto Vem Comigo

Luanda - Seis mil 590 pessoas portadoras de deficiência e seus familiares beneficiaram das acções levadas a cabo na quinta fase do Projecto Vem Comigo em curso desde 2003, numa iniciativa do Ministério da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, sob gerência da Associação Nacional dos Deficientes de Angola (Anda). 

 

Esta informação foi prestada hoje, sábado, pelo coordenador do projecto, Silva Lopes Etiambulo, num almoço conferência, tendo referido que neste período 550 portadores de deficiência foram formados com cursos profissionais, 65 reassentados e 507 reintegrados em cooperativas de prestação de serviços. 


Referiu ainda que no mesmo período 150 famílias foram reintegradas em cooperativas agrícolas nas províncias do Bié, Huambo, Huila, Bengo e Malanje e 46 deficientes residentes na província do Moxico beneficiaram de reabilitação física na província do Bié.

De acordo com Silva Lopes Etiambulo, o projecto empenhou-se na sensibilização sobre hiv/sida no seio das pessoas com deficiência e suas famílias com o apoio do Instituto Nacional de Luta contra a Sida, bem como sensibilizou as pessoas no sentido de abandonarem a mendicidade nas diversas artérias da cidade de Luanda.

Neste contexto, o interlocutor criticou o comportamento de certas famílias que usam o portador de deficiência como fonte de rendimento, pois mesmo com os apoios que tem recebido através do projecto Vem Comigo os mesmos são obrigados pelos familiares a voltarem a rua na condição de mendigos. Silva Etiambulo realçou que no concernente a formação profissional a prioridade foi dada ao município de Nharea com centros de artes de ofícios moveis, com vista a beneficiar portadores de deficiência e a juventude em geral com cursos de carpintaria, alvenaria, electricidade, recauchutagem e informática. Foram de igualmente realizados contactos com diversos organismos estatais e da sociedade civil que permitiram obter kits de trabalho, meios de transporte, moto táxis, cadeiras de rodas, canadianas, muletas e cobertores que foram distribuídos as pessoas com deficiência mais carenciadas. Na ocasião Silva Etiambulo anunciou para o final do mês em curso a assinatura de um acordo de cooperação com a Associação dos deficientes das Forças Armadas de Portugal, o qual terá como maior incidência a reabilitação física e a formação profissional.

Habitação


  Em relação a falta de habitação no seio dos portadores de deficiência, o coordenador do Projecto Vem Comigo afirmou que estão a ser encetados contactos como as administrações municipais de varias províncias no sentido de se adquirir terrenos para a construção dirigida de baixa renda.


  Destacou nesta acção os municípios de Viana e Cacuaco em Luanda, assim como os governos provinciais do Huambo, Malanje e Huila na concessão de terrenos destinados aos portadores de Deficiência. Lamentou por outro lado, as dificuldades que enfrentam no escoamento dos alimentos produzidos nas cooperativas agrícolas, uma vez que são cultivados tubérculos, hortaliças e cereais em grandes quantidades que podem contribuir para o abastecimentos dos diversos mercados existentes no país.

A falta de meios financeiros, meios e transporte e a falta de sensibilidade de alguns governantes e político que dificultaram a realização de mais actividades que estavam previstas durante a 5ª fase do projecto Vem Comigo foram alguns dos constrangimentos apontados pelo interlocutor.

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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brasil - Assessora do governo americano elogia avanços brasileiros nos direitos da pessoa com deficiência

Em audiência na Comissão de Direitos Humanos (CDH), nesta quarta-feira (12), a americana Judith Heumann, assessora especial do governo americano, parabolizou o Brasil pela recente aprovação do Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/2015) e pelos avanços no setor. O debate teve como tema os desafios e oportunidades para as pessoas com deficiência no Brasil e nos Estados Unidos.

 

Judith Heumann avaliou que, desde sua última passagem pelo país, houve muita evolução. Ela comentou que o presidente Barack Obama considera que o avanço dos direitos humanos deve levar em consideração questões sociais, políticas e civis. O secretário nacional da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, defendeu a regulamentação da nova lei até 3 de janeiro, prazo para sua entrada em vigor.


  — Fazer lei não é tão difícil. O mais difícil é internalizá-la na sociedade, de modo que toda a sociedade compreenda, aceite, ajude para que esses direitos sejam garantidos às pessoas com deficiência — disse Ferreira. Relatora do estatuto na Câmara dos Deputados, Mara Gabrilli (PSDB-SP) reivindicou que as cotas em concurso para pessoas com deficiência sejam mantidas.

 Ela também disse temer mudanças com a atual discussão sobre a terceirização. De acordo com a parlamentar, hoje 360 mil pessoas com deficiência estão no mercado de trabalho com carteira assinada, contra apenas 100 mil há 15 anos.

Para o senador Telmário Mota (PDT-RR), mudanças como essa levam anos até serem incorporadas pela sociedade.

 — Nem tudo que você gostaria de modificar vai modificar em uma hora dessas. Mas isso é mais um degrau da escada. Vamos chegar a um ponto em que satisfatoriamente vamos poder viver de forma mais digna e mais integrada — disse. Mara Gabrilli também pediu que seja revisto o veto ao artigo do estatuto que exige na construção de conjuntos habitacionais o desenho universal, conceito que garante a criação de produtos, ambientes, programas e serviços que possam ser usados, na maior medida possível, por todas as pessoas, sem necessidade de adaptação ou projeto específico.

O senador Hélio José (PSD-DF) afirmou que deve marcar uma reunião com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, para discutir o assunto.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Portugal - Razões e compromissos por Jorge Falcato

Fui convidado pelo Bloco de Esquerda para ser candidato nas próximas legislativas. 

 

Não pude recusar. Há anos que digo que as pessoas com deficiência têm de intervir politicamente e acabar, finalmente, com a invisibilidade a que estão sujeitas. 

 

Era imperativo aceitar. É uma oportunidade de dar voz a quem não a tem. 

 

Aos mais pobres dos pobres. Aos que são segregados, excluídos e discriminados pela sociedade, apenas por serem diferentes.

 
É tempo de discutir a questão da deficiência nos termos em que deve ser discutida: uma questão de direitos humanos.

O direito à vida, ao emprego, à mobilidade, ao consumo, à sexualidade e ao amor, etc. São direitos básicos ainda negados a milhares de pessoas com deficiência sendo considerados um luxo.

A austeridade abate-se sobre a população em geral com os efeitos dramáticos que conhecemos. As pessoas com deficiência, que já viviam mal, vivem agora ainda pior, dependentes da família, de peditórios, festas de aldeia ou recolha de tampinhas.

A possibilidade de ter uma vida digna está cada vez mais distante. É necessária outra política, que não esteja assente em práticas assistencialistas e institucionalizadoras.

 Direitos humanos não são regalias. Não se negoceiam. Exige-se o seu cumprimento. 


Muito há a fazer para melhorar as condições de vida das pessoas com deficiência e suas famílias. O caminho está apontado na Convenção para os Direitos das Pessoas com Deficiência (CDPD).

É necessária uma Estratégia Nacional para a Deficiência que contribua para implementação da CDPD ao nível nacional, definindo de forma clara objetivos a alcançar e medidas a desenvolver, indicadores e orçamentos, prazos de execução e que identifique os actores responsáveis, de modo a promover uma política integrada da deficiência.

Para já o Bloco de Esquerda compromete-se com as seguintes propostas e medidas urgentes:

 Direito à educação e ao emprego 


Por uma verdadeira escola inclusiva, em que as crianças e jovens com deficiência tenham os apoios humanos e materiais que necessitam e não sejam meramente admitidos nas filas de trás da escola regular.

Criar um quadro jurídico para o apoio a estudantes com deficiência no ensino superior e remover barreiras arquitetónicas, de informação e comunicação nas universidades.

 Cumprir as quotas de emprego previstas para as pessoas com deficiência na Administração Pública e regulamentar as quotas de emprego nas empresas privadas, previstas há 11 anos na Lei n.º 38/2004. Antecipação da idade de reforma para os trabalhadores com deficiência.

 Direito a rendimentos dignos 


Aumento das prestações sociais que devem garantir a subsistência das pessoas com deficiência que não têm capacidade para gerar o seu rendimento.

Pensão Social de Invalidez e Subsídio Mensal Vitalício deverão ter um aumento substancial imediato e definir-se um prazo de convergência com o salário mínimo.

Alteração dos valores relativos à condição de recursos, permitindo a acumulação de rendimentos até perfazer o valor do ordenado mínimo.

 Direito à mobilidade 


Reforçar os recursos financeiros e a fiscalização da aplicação do Dec. Lei 163/2006, não aceitando a prorrogação do prazo previsto para adaptar a via pública e os espaços de acesso público. Aplicação de coimas aos incumpridores que reverterão para um fundo a aplicar em obras de adaptação. Adaptação dos transportes rodoviários e ferroviários urbanos e interurbanos.

Obrigatoriedade de aquisição de viaturas acessíveis quando da renovação das frotas.

 Direito à habitação 


Programa de financiamento para obras de adaptação nas habitações de pessoas com deficiência.  

Direito a uma Vida Independente 


Pagamentos directos às pessoas com deficiência dependentes de terceiros para poderem escolher e contratar quem os assista nas tarefas da vida diária que não podem realizar. Implementar o projeto-piloto de Assistência Pessoal, à escala nacional, previsto na Estratégia Nacional para a Deficiência I

Agilizar e simplificar os processos de atribuição de produtos de apoio, de modo a garantir a efectiva gratuitidade e universalidade do sistema. Melhorar os mecanismos de controlo e fiscalização de práticas discriminatórias com base da deficiência no local de trabalho e no acesso a bens e serviços.

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Portuhal - Recolha de 'tampinhas' dá direito a cadeira de rodas

A Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais – Associação Sem Limites e a Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação da Região Autónoma da Madeira irá entregar várias cadeiras de rodas manuais a pessoas com necessidades especiais.

 

A entrega é fruto do esforço de todos os envolvidos na recolha de 'tampinhas', no âmbito da Campanha “Dê uma tampa à Indiferença”, promovida pela Associação. O evento está agendado para Sexta-Feira, dia 14 de Agosto pelas 10h30, na sede da Associação.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2015

No Brasil - Ciclo lazer dá a pessoas com deficiência oportunidade de pedalar pela primeira vez


Pessoas com algum tipo de deficiência tiveram neste domingo (2) a oportunidade de experimentar a sensação de subir em uma bicicleta, pedalar e sentir o vento no rosto pela primeira vez, em Curitiba, no Paraná. Seis pessoas – uma com deficiência intelectual e cinco com deficiência visual – participaram da primeira edição do projeto “Inclusão Mais Bici”, que disponibiliza quatro bicicletas com até três lugares cada uma. Com isso, voluntários e familiares de pessoas com deficiência puderam pedalar juntos durante o Ciclolazer, projeto que reúne uma série de atividades recreativas promovidas pela Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude no Centro Cívico, no Centro de Curitiba. 
O projeto Inclusão Mais Bici irá acontecer todo primeiro domingo do mês, das 9 às 15 horas.



O coordenador de Políticas Públicas e Defesa de Direitos da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Manoel Negraes, explicou que a iniciativa tem o objetivo de proporcionar uma experiência nova para quem tem limitações para andar de bicicleta.

“A gente tem trabalhado com todas as secretarias no sentido de inserir as pessoas com deficiência nas atividades já oferecidas.

É um público que deixou de pedalar por causa da deficiência ou que tem vontade de viver essa experiência pela primeira vez. Então, é uma oportunidade de fazer uma atividade inclusiva”, disse.

A adolescente Laura Aparecida Kaiser dos Santos, de 14 anos, tem deficiência visual e pedalou pela primeira vez na vida.

Ela utilizou a bicicleta de três lugares e pode passear com a mãe e o padrasto. “Eu achei bem legal andar com minha família na bicicleta de três.

Foi bem divertido”, disse. Ariadne Caroline Carli, também de 14 anos, está há quatro anos sem enxergar.

Ela subiu em uma bicicleta pela primeira vez desde que perdeu a visão e gostou da experiência, principalmente pela velocidade. “Eu achei legal as descidas porque não precisa ficar pedalando.

” O projeto “Inclusão Mais Bici” é uma parceria das secretarias municipais de Trânsito, dos Direitos da Pessoa com Deficiência e de Esporte, Lazer e Juventude com o Instituto Pró-Cidadania de Curitiba (IPCC), este último responsável pelo aluguel das bicicletas de três lugares.

 “A bicicleta é uma forma de acesso à cidadania. Para uma pessoa que tem uma restrição sensorial, poder criar isso em um circuito protegido é uma forma de ter a experiência de pedalar, sentir um vento no rosto, o frio na barriga, um exercício. Isso mostra que a bicicleta, dentre outra coisas, pode proporcionar inclusão”, disse Jorge Brand, o Goura, assessor de Mobilidade da Secretaria de Trânsito.

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No Brasil - Pernambuco promove curso de turismo para pessoas com deficiência


Com o objetivo de valorizar a diversidade e a inclusão social, a Empresa de Turismo de Pernambuco promoveu, na semana passada, o primeiro Curso de Informações Turísticas para pessoas com Síndrome de Down. 
Os profissionais tiveram aulas sobre relacionamento e visitaram destinos como o Museu Cais do Sertão e o Paço do Frevo, em Recife.
 Agora, passam a trabalhar na empresa. Um dos instrutores, o turismólogo Bruno Ribeiro, de 23 anos, tem Síndrome de Down e representa uma demanda cada vez maior de profissionais com deficiências físicas e intelectuais em busca de colocações no mercado. 
De acordo com os últimos dados do IBGE, o Brasil tem cerca de 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência – e mais da metade desse público (58,3%) não tem trabalho.



Esta é uma das razões que levou o Ministério do Turismo a investir no programa Turismo Acessível. Lançado em novembro de 2012, o programa reúne ações de inclusão social que facilitam o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida à atividade turística, com segurança e autonomia.

O programa é uma parceria com a Embratur, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e o Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

 No ano passado, o Ministério lançou o Guia Turismo Acessível, um site colaborativo que permite ao turista, com deficiência ou não, cadastrar e avaliar restaurantes, estabelecimentos e atrações turísticas segundo seu nível de acessibilidade. São mais de 530 mil estabelecimentos para avaliação em que é possível notificar a existência de rampas em um hotel, os cardápios em braile em restaurantes e os banheiros adaptados em diversos estabelecimentos. Este ano o Ministério do Turismo vai participar pela primeira vez do Dia D, uma ação do Ministério do Trabalho e Emprego, para promover o elo entre as empresas com postos de trabalho abertos e pessoas com deficiência em 25 de setembro. Atualmente alguns estados como Pernambuco, Rio de Janeiro, Alagoas, São Paulo e Rio Grande do Sul oferecem equipamentos como esteiras e cadeiras anfíbias, para facilitar o acesso de pessoas com deficiência à praia, além de promover atividades como vôlei sentado e bocha adaptada.

 O agente de viagens Ricardo Shimosakai, que é cadeirante e atua há 11 anos no setor, afirma que tem dificuldades para encontrar quartos acessíveis para clientes com deficiência. Para ele, o tema ainda é visto como uma barreira para o empresário, de modo que muitos estabelecimentos ainda não incluíram as informações em seus sites e materiais promocionais.

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sábado, 1 de agosto de 2015

Estado entrega cadeiras de rodas motorizadas a pacientes do Cridac

Em uma iniciativa pioneira, o Centro de Reabilitação Dom Aquino Correa (Cridac), ligado à Secretaria de Estado de Saúde (SES), está entregando 30 cadeiras de rodas motorizadas para pacientes do centro. A entrega de nove unidades aconteceu durante uma solenidade na tarde desta quarta-feira (29.07), que contou com a presença da equipe do Cridac e familiares dos pacientes. As demais cadeiras serão entregues nos dias 30 e 31 de julho. 

 
O diretor do Cridac, Vicente Herculano, destacou a importância da conquista para os pacientes e o empenho do Governo do Estado em priorizar as ações na saúde. “Hoje demos um grande passo para o processo de reabilitação desses pacientes e também para a história do nosso estado.

 É a primeira vez que realizamos a entrega desse tipo de equipamento e isso só foi possível porque a atual gestão colocou a saúde como prioridade.

Estamos cumprindo um dever não só com o paciente, mas com o cidadão”. Vicente explicou ainda que a ação contemplará, inicialmente, demandas reprimidas de anos anteriores.

“Nessa primeira etapa estamos entregando as cadeiras para esses 30 pacientes judiciais, nos resta ainda uma demanda de 74 solicitações de concessão para a cadeira de rodas motorizadas que deverão ser atendidas até o final do ano”, disse o diretor. Para Allan Martins, 22 anos, ter uma cadeira de rodas motorizada é sinônimo de independência.

“Hoje é um marco importante não só na minha vida, mas na vida de todos os meus colegas cadeirantes porque a cadeira vai nos proporcionar uma liberdade de irmos aonde quisermos, vamos romper barreiras. Hoje um pouco do céu foi alcançado”, comemorou. Satisfeito e feliz, Allan também revelou que ir ao supermercado sozinho é umas das primeiras coisas que deseja fazer.

Já Rantter Gracioli, 26 anos, está ansioso para poder ir sozinho até a cozinha de sua casa e tomar um café.

“Agora poderei fazer coisas simples como pegar um copo d’água e me locomover sem a ajuda de alguém”, contou Rantter, agradecendo a todos que participaram desse processo.

“Quero agradecer a todas as pessoas que se dedicaram para que isso acontecesse, ao pessoal do Cridac e todos os gestores, vocês não sabem a felicidade que proporcionaram hoje a nós”, disse sorridente antes de sair do Centro de Reabilitação em sua nova cadeira.

As cadeiras de rodas entregues foram adaptadas à patologia de cada paciente. E para facilitar a adaptação, pacientes e familiares receberam orientações sobre o uso e manutenção do equipamento.

Por meio de um controle – chamado “joystick” – a cadeira motorizada possibilita fáceis deslocamentos, proporcionando mais conforto e mobilidade para pessoas com deficiência física severa.

De acordo com a portaria nº 1.272 do Ministério da Saúde, o equipamento é indicado às pessoas que apresentam comprometimento da sua mobilidade, são dependentes de cadeira de rodas para a locomoção e que, por algum motivo, não conseguem impulsionar de forma independente uma cadeira de rodas manual.

 Pacientes com patologias como paralisia cerebral, tetraplegia, sequelas de poliomielite, doença neurônio motor, polineuropatia, ditrofia muscular, miopatias congênitas, entre outras são os indicados ao uso da cadeira de rodas motorizada, conforme a portaria do Ministério. Para indicação, o paciente é submetido a uma avaliação realizada por uma equipe multidisciplinar.

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terça-feira, 28 de julho de 2015

Brasil - Após 24 anos, país ainda encontra dificuldade para incluir pessoas com deficiência

Para o secretário-adjunto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Brasil está avançando, mas esbarra no preconceito  



São Paulo – A Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência, que completou 24 anos na sexta-feira (24), é um avanço, porém, ainda enfrenta dificuldades para sua implementação. A lei prevê que empresas com mais de 100 empregados devem destinar de 2% a 5% de suas vagas para pessoas com deficiência. 


  Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o secretário municipal adjunto da Secretaria da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Tuca Munhoz, explica que as pessoas que precisam de um cuidado especial ainda são excluídas da sociedade. 


“A maior dificuldade para exercer a lei é o preconceito que cerca o direito ao trabalho das pessoas com deficiência, e também sobre a capacidade de trabalho das pessoas com deficiência.

” Diante desse cenário, o secretário acredita que houve avanços nos último cinco anos nos problemas de acessibilidade.

“O principal aspecto dessa questão é a legislação, não só a que garante vagas de emprego, mas principalmente, a de acessibilidade, que no Brasil tem crescido e mostrado resultado.

Hoje, cada vez mais são raros os edifícios públicos que não são acessíveis. Em São Paulo, 80% da frota de ônibus já têm acessibilidade para as pessoas com deficiência, e até o fim do ano será 100%.

É uma questão difícil, as cidades não foram construídas para as pessoas com deficiência, mas aos poucos, através das políticas públicas, estamos avançando.

” Munhoz afirma que apesar dos problemas, o Brasil não está longe de regiões de primeiro mundo, e coloca o país dentro de uma qualidade positiva, pois cerca de 400 mil pessoas com deficiência estão inseridas no mercado de trabalho.

. Entretanto, mesmo com alguns avanços, Munhoz diz que há uma oposição fundamentada no preconceito que prejudica uma ampliação da implementação da lei.

“No dia 24 comemoramos o aniversário da lei de cotas em São Paulo, mas no dia 23, saiu na Folha de S.Paulo um artigo em página nobre de uma advogada que não é da área, colocando questões negativas em relação à lei de cotas fundamentadas em puro preconceito, e orienta empresas com estratégias para não cumprirem a lei de cotas, e isso é negativo.”

 Fonte da Notícia:: Veja Aqui

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Tetraplégico de Abrantes confessa-se vencido pelo sistema

Eduardo Jorge, o tetraplégico de Abrantes que se tem destacado na luta pela implementação do processo legislativo da Vida Independente, vai ser institucionalizado no Centro de Apoio Social da Carregueira (CASC), concelho da Chamusca, no próximo dia 21 de julho.



Num longo texto publicado no seu blog pessoal, o próprio explica que se viu praticamente obrigado a tomar esta decisão contra a sua vontade, depois de vários anos a lutar pelo direito dos cidadãos portadores de deficiência permanecerem nas suas casas e ambientes familiares.


"Sinto-me como se estivesse a fazer algo muito errado, a desiludir alguém, a entregar os pontos e a dar-me como vencido", desabafa Eduardo Jorge, que explica que não pode continuar a viver sozinho 16 horas por dia, num estado de saúde frágil que necessita de acompanhamento permanente.

 Além da dependência, o CASC ofereceu emprego a Eduardo Jorge, que inicia funções no próximo dia 1 de agosto, deixando assim de prestar serviço na União das Freguesias de Alvega e Concavada, concelho de Abrantes, onde terminou um estágio de inserção profissional.

 No texto, Eduardo Jorge agradece a "humanidade" e a forma como tem sido tratado e acompanhado pelos responsáveis do CASC, que conheceu aquando da sua viagem de protesto a Lisboa. Recorde-se que, em setembro de 2014, este tetraplégico de 52 anos cumpriu uma viagem de 180 quilómetros por estradas nacionais em cadeira de rodas entre a aldeia onde reside, Ribeira do Fernando, Concavada, concelho de Abrantes, e o Ministério da Solidariedade Social, em Lisboa.

 Na capital, e acompanhado por outros cidadãos ligados ao movimento (d)Eficientes Indignados, Eduardo Jorge entregou um manifesto onde são reivindicadas alterações legislativas que permitam às pessoas com deficiência e necessidade de assistência permanecer em casa, contratar o seu próprio assistente e escapar ao internamento em lares de idosos.

 "Estou a viver um turbilhão de sentimentos e sensações, pior de tudo é esta sensação de não estar a fazer o certo", escreve ainda o autor, para quem "é difícil não sentir uma sensação de derrota" e de ter sido vencido pelo sistema, uma vez que "é impossível continuar a viver nestas circunstâncias".

 "Vou tentar resolver os problemas de saúde que me têm surgido, e criar condições para poder continuar ainda mais forte e convicto", acrescenta ainda Eduardo Jorge, garantindo que não vai desistir de lutar

 "Minha grande angústia reside no facto de ainda não ter conseguido, através das ações de luta que me propus, alterar esta politica da institucionalização compulsiva levada a cabo pelo governo.

 Meu grande dilema não é institucionalização em si, mas o facto de ser obrigado a isso, de não existirem outras alternativas para quem depende do apoio de terceiros", conclui Eduardo Jorge.

  Notícia do Blogue Tetraplégicos «Eduado Jorge»
Fonte: Rede regional

UE cofinancia projeto para incluir crianças com deficiência na educação

A União Europeia (UE) vai atribuir cerca de 700 mil euros a um projeto que visa incluir as crianças com deficiência no sistema educativo da Guiné-Bissau, anunciou hoje a delegação da UE na capital guineense.



O projeto consiste na sensibilização de pais e professores, no "seguimento da participação escolar e extraescolar das crianças com deficiência" e numa "colaboração com os centros de saúde", refere a UE em comunicado. 


 Haverá ainda medidas de apoios às crianças deficientes "mais pobres", de forma a "facilitar a sua escolarização". Um total de 14 estabelecimentos vão servir como escolas piloto para aplicação das ações, durante três anos.

A iniciativa vai ser oficialmente lançada hoje numa cerimónia pública a realizar num dos hotéis de Bissau que vai reunir os diferentes parceiros.

O projeto "Promoção da Educação Inclusiva na Guiné-Bissau" é uma iniciativa conjunta com o Ministério da Educação e cuja execução estará a cargo da organização não-governamental (ONG) Handicap International e da Federação das Associações de Defesa e da Promoção das Pessoas com Deficiência da Guiné-Bissau (FADPD-GB).

A UE cofinancia as atividades a 75%, cabendo o restante à Agência Francesa de Desenvolvimento. Parte das verbas vão servir ainda para formação de formadores e equipas pedagógicas sobre a Educação Inclusiva, a nível nacional, e reforço das competências das associações das pessoas com deficiência.

  Fonte da Notícia: Veja Aqui

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Cabo Verde apoia Guiné-Bissau a produzir medicamentos

Cabo Verde vai prestar apoio técnico à Guiné-Bissau para a construção de uma fábrica de produtos farmacêuticos, anunciou terça-feira na Praia o presidente da estatal cabo-verdiana Inpharma. 


O processo de negociação foi finalizado durante uma reunião entre a administração da empresa farmacêutica cabo-verdiana e a ministra da Saúde Pública da Guiné-Bissau, Valentina Mendes, que efectuou uma visita de trabalho de três dias a Cabo Verde.

O presidente da Inpharma, Luís Vasconcelos Lopes, disse à agência noticiosa Inforpress que a futura empresa guineense, cuja fábrica deverá iniciar a laboração dentro de 18 meses, irá procurar copiar na Guiné-Bissau a experiência da Inpharma em Cabo Verde.

 Dentro de dois meses, a Inpharma vai começar a produzir medicamentos com a marca Guipharma que serão exportados para a Guiné-Bissau. Além da visita à Inpharma, a ministra da Guiné-Bissau, que chegou ao arquipélago segunda-feira, estabeleceu contactos a nível empresarial e visitou o Hospital Regional de Santiago

Norte, no concelho de Santa Catarina, o Hospital Agostinho Neto, na Praia e alguns centros de saúde. Este projecto havia sido anunciado em meados de Maio passado, como sendo uma das novidades da visita do primeiro-ministro José Maria

Neves à Guiné-Bissau, que se deveria ter iniciado a 2 de Junho e que foi entretanto adiada para data a anunciar. (Macauhub/CV/GW)

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Guiné-Bissau - Moto-ambulâncias apoiam urgências obstetrícias

Nações Unidas ofereceram moto-ambulâncias à Guiné-Bissau. Os novos transportes vão permitir ajudar as mulheres grávidas





Vinte moto-ambulâncias foram entregues pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) ao Ministério da Saúde Pública da Guiné-Bissau. 
Os novos veículos vão servir para ajudar nas urgências obstetrícias. A oferta enquadra-se na iniciativa H4+, que tem como propósito reduzir a mortalidade materna naquele país africano.



A entrega das moto-ambulâncias aconteceu na última terça-feira, 14 de julho, em duas localidades no leste da Guiné-Bissau, Bafatá e Gabu, duas regiões com os maiores índices de Sida e de mortalidade materna, neonatal e infantil, de acordo com Valentina Mendes, ministra da Saúde Pública. Segundo a responsável, as motos vão colmatar dificuldades, uma vez que em algumas vias de acesso não é permitido a circulação de viaturas. Por sua vez, o governador de Bafatá, Abdu Sambú, prometeu fazer bom uso do donativo. «Vamos gerir bem estes materiais disponibilizados de forma a podermos de facto diminuir a mortalidade das nossas mulheres», disse, citado pela Rádio ONU.

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Farmacêutica da Guiné-Bissau começa a existir em nome em Outubro de 2016

A empresa cabo-verdiana de produtos farmacêuticos Inpharma vai começar a fabricar medicamentos com a marca Guipharma, congénere da Guiné-Bissau, a partir de Outubro de 2016, informou segunda-feira o director comercial da empresa.


Gil Évora disse ainda à agência noticiosa Inforpress que a exportação dos medicamentos ocorrerá ao abrigo de uma parceria firmada entre a Inpharma e o governo da Guiné-Bissau, que visa também a criação da farmacêutica Guipharma, projecto parado após o golpe de Estado de Abril de 2012.

O processo de negociação para a construção da farmacêutica guineense, a ser realizado com o apoio técnico da congénere cabo-verdiana, foi concluído em Junho passado, durante uma reunião entre a administração da empresa cabo-verdiana e a ministra da Saúde Pública da Guiné-Bissau, Valentina Mendes, que se encontrava numa visita de trabalho a Cabo Verde.

A Inpharma, que exporta para Angola, São Tomé e Príncipe e Moçambique, produz medicamentos, entre pomadas, cremes, xaropes, comprimidos e cápsulas.

A empresa cabo-verdiana de produtos farmacêuticos, cuja produção começou em 1993, nasceu em 1990 fruto de uma parceria entre a empresa cabo-verdiana Emprofac e a portuguesa Labesfal, a que se juntaram privados cabo-verdianos. (Macauhub/CV/GW/PT)

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terça-feira, 14 de julho de 2015

Brasil - Apartamento é adaptado para pessoas com deficiência no interior de SP

Apartamento do Minha Casa Minha Vida no município de Salto (SP) tem 160 unidades e é destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil.



A vida de José Ivan de Souza, de 49 anos, começou a mudar na tarde deste domingo (12). Ele recebeu seu apartamento adaptado para pessoas com deficiência pelo Programa Minha Casa Minha Vida, em Salto (SP). O apartamento de José Ivan faz parte do Residencial Rio Branco II, entregue pela presidenta da Caixa, Miriam Belchior, na cidade de Salto (SP), localizada a cerca de 100 km da capital paulista. Com 160 unidades, o empreendimento é destinado a famílias com renda de até R$ 1,6 mil (Faixa I) e recebeu investimento de R$ 11,2 milhões.


Cadeirante, após ter sido atingido por uma bala perdida, José Ivan não conteve o sorriso no rosto ao entrar com facilidade em sua residência: “É bem melhor do que a gente esperava”, disse.

O apartamento fica localizado no térreo e tem rampa de acesso para a cadeira de rodas. 


Na solenidade de entrega, Míriam Belchior ressaltou a prioridade do governo com o Programa, lembrando que a fase 3, prevista para ser lançada neste segundo semestre, pretende fazer mais 3 milhões de moradias até 2018.

Para isso, é importante manter a parceria com as prefeituras”.


 Assim como vocês estão felizes hoje, mais 9 milhões de brasileiros também ficaram felizes”, disse à plateia, referindo-se ao número de beneficiários do Programa em todo o Brasil.

“Estar aqui vendo essa realidade é muito importante


A presidenta Dilma sempre diz que o Minha Casa Minha Vida não constrói só casas, ele constrói também novas vidas.

A Caixa tem muito orgulho de fazer parte da nova vida dessas 160 famílias”, concluiu Miriam.

  Empreendimento 


 Localizado no Jardim Cidade IV, o empreendimento é composto por oito blocos com 160 apartamentos, com área privativa de 45,66m², divididos em dois quartos, circulação, sala, banheiro, cozinha e área de serviço, com piso cerâmico em todos os ambientes.

 As unidades estão avaliadas em R$ 70 mil, sendo que cinco delas foram adaptadas para pessoas com deficiência, com área privativa maior, de 46,49m².

 O condomínio dispõe de estacionamento descoberto e centro comunitário. Além disso, atendendo às exigências de qualidade do PMCMV, o residencial é equipado com infraestrutura completa, pavimentação, redes de água, esgotamento sanitário, drenagem, energia elétrica e disponibilidade de acesso ao transporte público.

  Números 


 Em Salto, o Minha Casa Minha Vida já beneficiou mais de 4.668 pessoas com a entrega de 1.167 unidades habitacionais. No estado de São Paulo, foram entregues 407,6 mil unidades, beneficiando 1,6 milhão de pessoas. No Brasil, o Programa já beneficiou mais de 9,2 milhões de pessoas, com a entrega de 2,3 milhões de moradias.

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sábado, 11 de julho de 2015

Brasil - BB já financiou R$ 200 milhões em equipamentos para pessoas com deficiência


O Banco do Brasil (BB) já desembolsou R$ 200 milhões para financiar itens de tecnologia assistiva, que são recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência. Os valores contratados cresceram 20%, no primeiro semestre de 2015, ante o mesmo período do ano anterior. Desde o lançamento da linha de financiamento, em 2012, foram contratadas mais de 33 mil operações.



A lista de itens financiáveis inclui bens como cadeira de rodas, elevador para domicílios, aparelhos auditivos, serviços de adaptação de veículos, órteses e próteses, por exemplo.

 Também é possível financiar projetos arquitetônicos, reforma e material de construção, para adequação de acessibilidade em imóveis residenciais.

O financiamento tem isenção de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e taxa de juros de 0,41% ao mês para quem recebe até cinco salários mínimos e de 0,45% mensais para quem recebe mais de cinco e até dez salários mínimos.

O empréstimo pode ser de até 100% do valor do bem ou serviço, com limite máximo de R$ 30 mil e prestações debitadas diretamente na conta corrente.

O prazo de pagamento é de até 60 meses. A primeira prestação pode ser paga em até 59 dias. A linha de financiamento de itens de tecnologia assistiva integra Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Viver sem Limite, do governo federal. 


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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Portugal assina Programa Estratégico de Cooperação com a Guiné-Bissau

Bissau – Portugal e a Guiné-Bissau assinaram esta segunda-feira, 6 de Julho, em Bissau, um Programa Estratégico de Cooperação entre os dois países, no âmbito de uma visita de dois dias que o Primeiro-ministro de Portugal, Pedro Passos Coelho, realiza a Bissau, entre 5 e 6 de Julho.

 

De acordo com o programa desta visita, que a PNN consultou, pela parte guineense o documento vai ser rubricado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação Internacional e Comunidades, Mário Lopes da Rosa, e pela parte portuguesa assinará o respectivo ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros. 


Sobre a visita do Chefe do Governo português a Bissau, Passos Coelho e a sua delegação têm encontros de trabalho com o Primeiro-ministro Domingos Simões Pereira, com o Presidente da República, José Mário Vaz, e com o Presidente da Assembleia Nacional Popular, Cipriano Cassama. O programa da visita do Chefe do Governo de Portugal termina com a deslocação ao Laboratório do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) instalado junto ao Hospital Nacional Simão Mendes, e o encontro com o Embaixador de Portugal na Guiné-Bissau, António Leão Rocha.

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Dilma sanciona Estatuto da Pessoa com Deficiência

A presidenta Dilma Rousseff sancionou hoje (6) a Lei Brasileira de Inclusão – Estatuto da Pessoa com Deficiência, espécie de marco legal para pessoas com algum tipo de limitação intelectual ou física. O texto, aprovado em junho pelo Congresso Nacional, classifica o que é deficiência, prevê atendimento prioritário em órgãos públicos e dá ênfase às políticas públicas em áreas como educação, saúde, trabalho, infraestrutura urbana, cultura e esporte para as pessoas com deficiência.

 

O ministro de Direitos Humanos, Pepe Vargas, disse que o estatuto vai consolidar e fortalecer o conjunto de medidas do governo direcionadas às pessoas com deficiência, mas disse que o cumprimento da lei também será responsabilidade de estados e municípios. 


Agora, com o estatuto, temos uma legislação que precisa ser implementada na sua integralidade. Não é só uma responsabilidade da União, é também [responsabilidade] dos estados, municípios e da sociedade zelar pelo cumprimento do estatuto”, avaliou.

 “O Brasil se insere entre os países que têm legislação avançada e importante na afirmação dos direitos da pessoa com deficiência”, acrescentou. O presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), Flávio Henrique de Souza, lembrou que o Brasil tem 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência e disse que a entidade vai cobrar e fiscalizar o cumprimento do estatuto.

“O Conade estará atento a todas as questões, porque essa é uma etapa que conquistamos junto com o governo. Essa conquista não é boa somente para as pessoas, para o Brasil, porque o Brasil mostra que tem discussão, tem acesso, tem parceria e que essa pauta coloca as pessoas com deficiência, de uma vez por todas, dentro do tema dos direitos humanos.”

 Entre as inovações da lei, está o auxílio-inclusão, que será pago às pessoas com deficiência moderada ou grave que entrarem no mercado de trabalho, e a definição de pena de reclusão de um a três anos para quem discriminar pessoas com deficiência.

Para garantir a acessibilidade, a lei também prevê mudanças no Estatuto da Cidade para que a União seja corresponsável, junto aos estados e municípios, pela melhoria de condições de calçadas, passeios e locais públicos para garantir o acesso de pessoas com deficiência.

* Matéria alterada às 12h02 do dia 7 de julho. Ao sancionar a lei, a presidenta vetou o trecho que previa a reserva de 10% de vagas nos processos seletivos de curso de ensino superior, técnico e tecnológico para pessoas com deficiência, conforme informado e publicado hoje (7) no Diário Oficial da União.

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segunda-feira, 6 de julho de 2015

Portugal - Futebol em cadeira de rodas elétrica

Única equipa portuguesa de futebol em cadeira de rodas elétrica promove modalidade. Oito jogadores da Associação Paralisia Cerebral de Coimbra (APCC) constituem a única equipa portuguesa de futebol em cadeira de rodas elétrica, que já representou o país em dois campeonatos do mundo, mas que lamenta estar sozinha em Portugal

 

"Já tivemos mais, mas devido à situação do país - e como tem de ser jogado com cadeiras de rodas elétricas, que é material caro - as outras equipas acabaram por desistir", disse à agência Lusa o treinador Luís Almeida. Uma cadeira de rodas adaptada à prática do futebol custa seis mil euros, mas uma específica atinge os 11 mil euros, salienta o técnico da instituição, que garante a continuidade da equipa e a sua "evolução".


 A equipa da APCC efetuou este sábado, ao início da tarde, uma demonstração no Pavilhão Multidesportos Mário Mexia, em Coimbra, durante a etapa final do Campeonato Nacional de Boccia. "Nós não desistimos, continuamos com o projeto e estamos aqui para tentar divulgar a modalidade junto de potenciais jogadores e ver se ganhamos mais gente para jogar connosco", sublinhou Luís Almeida.

A formação nasceu em 2003 e já disputou dois campeonatos do mundo: em 2007, em Tóquio (Japão), e em 2011, em Paris (França). "Sempre que falamos com eles sentimos que estão motivados e gostam.

É um jogo com muita velocidade, muito movimento, com golos, adrenalina, em que depois acabam também por desenvolver a capacidade de condução das cadeiras, dá-lhes mais destreza a orientação espacial", destaca o treinador.

 O capitão da equipa, Diogo Reis, de 25 contra outros atletas". "Espero depois, no futuro, que venhamos a ter uma competição ou uma liga para disputarmos todos os anos entre nós.

As associações têm um peso enorme para o aparecimento de novas equipas e acho que a Federação Portuguesa de Desporto Adaptado também", frisou o jovem jogador, que se iniciou na modalidade há seis anos. Sportinguista de coração, Diogo Reis assume-se fã de Luís Figo e Cristiano Ronaldo, mas em campo gosta de imitar William Carvalho, "que joga no meio" como gosta, "anos, lamenta que sejam a única equipa em Portugal, mas mostrou-se esperançado que ainda este ano possam surgir "uma ou duas" novas formações, "que dê para jogar a organizar jogo".

Cada equipa de futebol em cadeira de rodas elétrica é constituídas por quatro jogadores, que podem ser mistos, e os jogos disputam-se num espaço com as dimensões de um campo de basquetebol, tendo a duração de 30 minutos, dividido em duas partes, com regras muito semelhantes às do futebol e futsal.

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Não sou doente para ser obrigado a viajar de ambulância

É isso mesmo, porque razão me obrigam a usar a ambulância como único meio de transporte se não sou doente? Resposta é óbvia. Sou obrigado a fazê-lo porque não existem outras alternativas. Moro numa aldeia (Concavada) a aproximadamente 20 km de Abrantes, nosso Concelho e cidade mais próxima. Escusado será dizer que assim como os demais, também tenho necessidade de me deslocar até lá, visto a maioria dos serviços de saúde, educação, lazer, institucionais e comércio se encontrar por lá.


 

 

Mas como viajar sem ser de ambulância, se não existem transportes públicos ou táxis adaptados? Adquirir um veículo adaptado às minhas necessidades está fora de questão por questões financeiras, pois não fica por menos de €65.000 Já se imaginaram nos tempos de hoje sem um transporte próprio? É difícil só de imaginar, mas com a maioria dos tetraplégicos isso ainda acontece. Connosco acontece isso e muito mais. A sociedade está repleta de barreiras para as pessoas com deficiência, a falta de transportes adaptados é mais uma delas, para nós, o simples sair de casa torna-se um desafio 


 Mas por aqui até as ambulâncias adaptadas são escassas. Só existe um veículo adaptado na delegação da Cruz Vermelha de Abrantes (20 km minha residência) e mais algumas ambulâncias pertencentes aos Bombeiros Voluntários de Constância (a 30 km de onde vivo). Táxi adaptado mais próximo, fica em Torres Novas, a aproximadamente 60 km da minha residência.

É caso para dizer que são poucos e caros os veículos adaptados. Os preços nas ambulâncias rondam os 0,75 cêntimos por quilómetro e €20 por cada hora de espera, o que faz com que uma simples viagem a Abrantes, cidade mais próxima, custe no mínimo €95, isto sem incluir valor da(s) hora(s) de espera, e preço para não sócios, pois os sócios beneficiam de um desconto de 20%.

Já a viagem em táxi adaptado sem incluir valor horas de espera, ronda os €80. Á dificuldade do preço, junta-se a proibição de viajarmos mais de duas pessoas em simultâneo nas ambulâncias, só permitem que viaje com um acompanhante, e tenho essa “regalia” porque sou dependente.

Dividir as despesas por vários ocupantes seria uma maneira de tornar as viagens mais acessíveis financeiramente, mas está fora de questão, não é permitido nas ambulâncias, já o taxista permite-o. Nas ambulâncias, para além do motorista também sou obrigado a ser acompanhado por um socorrista, assim impõe a lei, isto porque supostamente este tipo de veículos só tem como funções o transporte de doentes.

Aí, está, utilizo o transporte, sou um doente susceptível de necessitar de cuidados médicos e ponto final.

Mas não posso viajar sem ser num veículo adaptado? Sim, mas é muito mais complicado. Implica ter apoio de alguém que me consiga transferir para um veículo normal, geralmente é necessário mais do que uma pessoa, assim como possuir uma cadeira de rodas elétrica desmontável e de fácil manuseamento, e o veículo possuir um porta bagagens amplo que permita transporte da cadeira.

Em cadeira de rodas manual simples, que seria mais fácil manusear e transportar, não consigo sentar-me e conduzi-la.

A juntar a tantos outros, a falta de transporte é mais um dos inúmeros fatores de exclusão das pessoas com deficiência no nosso país, e não se pense que esse fator só existe no interior do país, acontece também na maioria das nossas cidades.

Como ter acesso ao emprego, educação etc, se nem de casa podemos sair?

 

 Publicada por Eduardo Jorge Tetraplégicos à(s) segunda-feira, junho 29, 2015 Etiquetas: Deficiência, Jornal Abarca, Meus artigos

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Brasil - Aplicativo facilita serviço de táxi para pessoas com deficiência

Um novo aplicativo foi lançado na manhã desta quarta-feira (01), na Prefeitura de Curitiba, para facilitar o pedido de táxi por pessoas com deficiência. Desenvolvido pela Associação das Centrais de Rádios Táxis (Acert) de Curitiba, em parceria com a Prefeitura, o aplicativo Central Táxi Curitiba irá agilizar a localização de um dos 20 táxis adaptados que fazem parte da nova frota de Curitiba. O aplicativo poderá ser baixado gratuitamente pelas plataformas Android e Apple (IOS).


 

Além de facilitar o chamamento específico do táxi adaptado, a ferramenta permite que taxistas e usuários se comuniquem para indicar onde estão e em quanto tempo se encontram. Ainda tem uma calculadora que permite verificar quanto irá custar a viagem. Esta é mais uma medida para melhorar o atendimento do serviço de táxi da cidade. Desde o início da atual gestão, a melhoria do atendimento foi garantida com a abertura de licitação para novos veículos, a inclusão de carros adaptados, que também podem ser utilizados por outros passageiros.


  O prefeito Gustavo Fruet participou do lançamento do aplicativo e falou da importância dos diversos programas geridos pela Secretaria da Pessoa com Deficiência, como o Acesso – um ônibus que pega e leva pessoas para consultas médicas e fisioterapêuticas – e as medidas tomadas por diversas secretarias para garantir a inclusão de todos os cidadãos ao serviços.

Também falou sobre a importância dos taxistas para a cidade. “Estamos gradativamente resolvendo os problemas do serviço de táxi e hoje temos seguramente um dos melhores serviços entre todas as capitais brasileiras.

 E só temos a agradecer aos taxistas: vocês estão na linha de frente da cidade, atendendo aos nossos moradores e também levando a boa imagem da cidade para turistas do Brasil e do mundo”, disse. Fruet ainda lembrou que a Urbs vem abrindo seus dados, garantindo o desenvolvimento de tecnologia por parte de estudantes e empresas.

"Curitiba é a primeira capital a abrir todos os dados do serviço de transporte e isso é importante para que o cidadão acesse aplicativos chancelados pela Prefeitura, o que dá mais segurança para a população e também garante que não haja abuso na cobrança de tarifas", disse  

Diálogo


  A proposta do aplicativo é resultado de um diálogo entre a Urbs e Secretaria da Pessoa com Deficiência com a Acert. 

 

"Esse aplicativo é uma conquista para facilitar o atendimento, principalmente à pessoa com deficiência.

 

 A gestão do prefeito Gustavo Fruet aproxima cada vez mais a Prefeitura dos serviços e atendimentos que atuam na política de inclusão da pessoa com deficiência", disse a secretária da Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Mirella Prosdócimo. 


  De acordo com o presidente da Urbs, Roberto Gregório da Silva Júnior, desde o início do processo de licitação, a Secretaria da Pessoa com Deficiência se envolveu para garantir facilidades no atendimento.

“Temos que ressaltar o empenho desta parceria e relembrar que a licitação para os táxis compartilhados foi um passo significativo para o taxista, que faz um atendimento importante e é peça fundamental na transformação do sistema de táxi”, disse Silva Junior.

De acordo com o presidente da Acert, o momento é de divulgar para a população de Curitiba este novo canal que possibilita, por meio do smartphone, localizar no app o ícone para usuário de cadeira de rodas e, após o pedido, acompanhar de maneira online com o taxista irá atendê-lo.

“Vale destacar o mérito da Prefeitura para que fosse desenvolvido junto ao App da Central Táxi esse ícone para o cadeirante.

Todas as centrais estarão aptas a receber chamadas, realizar a pesquisa de busca e em pouco tempo o usuário já saberá qual táxi irá atendê-lo”, disse o presidente da Associação, Julcimar F. Zambon.

Os desenvolvedores e a Central Táxi dizem que o aplicativo com essa ferramenta para pessoas com deficiência é inédito no Brasil.

“Criamos uma ferramenta que permite o taxista estar logado em estado de livre, ocupado e ainda aceitar chamadas pendentes. Taxista e usuário terão contato direto e online, assim que a Central localizar o veículo mais próximo e acionar o táxi", destaca Amauri Luis Mocki Junior, diretor da empresa Lithus Sistemas Eletrônicos. Antonio Zanette Lopes, um dos motoristas que atua com o táxi compartilhado, disse que a ferramenta vai facilitar o trabalho dele também.

“A grande diferença é que antes o cliente não sabia onde encontrar os táxis compartilhados e tinha dificuldade de nos chamar. Agora, com o aplicativo, mantemos um contato online com o cliente assim que recebemos a chamada”, disse Lopes. Participaram do evento os vereadores Jairo Marcelino e Felipe Braga Cortes; o diretor da Associação Comercial do Paraná (ACP), Camilo Turmina, secretários e administradores regionais.

Como funciona 


Qualquer pessoa poderá fazer o chamado do seu smartphone ou no site da Central Táxi – www.appcentral.taxi.br. Basta fazer um cadastro simples e navegar. Sempre que pedir um táxi, o usuário poderá entrar em contato com o taxista por chat ou por telefone; 


O Aplicativo Central Táxi oferece uma calculadora de tarifa. Basta informar a origem e o destino;

 • O aplicativo oferece as opções de solicitar táxis que aceitam pagamentos em dinheiro, voucher, cartão de crédito ou débito, e também o sistema e-Voucher;

• É possível ainda adicionar endereços aos favoritos. O usuário pode salvar nos favoritos o endereço de casa e do trabalho, da casa dos amigos e familiares, facilitando na hora de pedir o táxi para visitá-los; • Para facilitar o atendimento para pessoas de idade ou que não possuem smartphones e acesso à internet, a população poderá contar com a central telefônica da Central Táxi, tanto para chamadas, quanto para queixas e reclamações, contando com o pronto atendimento da equipe, 24 horas por dia;

• Na região central a busca pelo táxi mais próximo inicia com 300 metros e vai ampliando para 500 e 1000 metros. Nos bairros, a busca inicia com 500 metros e ampliando para 1.000 metros até localizar.  

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Angola: Ministra quer apoio social para idosos cabo-verdianos

 Luanda- A ministra das comunidade de Cabo Verde, Fernanda Fernandes, disse hoje, em Luanda, esperar que as autoridades angolanas apoiem os idosos cabo-verdianos que a décadas escolheram viver em Angola, integrando-os nos seus programas de assistência, quer a nível de protecção social, de pensões e de programas que beneficiam esta franja. 

 

Fernanda Fernandes falava no final de um encontro com o ministro angolano da Assistência e Reinserção Social, João Baptista Kussumua, a quem felicitou pelo trabalho desempenhado em prol dos mais vulneráveis (crianças, idosos e pessoas com deficiência). 


  Segundo a governante, o encontro serviu para apresentar as preocupações em relação aos cabo verdianos que vivem em Angola sobretudo os idosos, porque há gente que está em Angola há décadas e que passa por situação de vulnerabilidade.

 “Encontramos bom acolhimento por parte do senhor ministro e sua equipa e ficou o entendimento que juntamente com a nossa Embaixada haver continuidade dos trabalhos para se identificar constrangimentos e as soluções para resolver esta questão”, referiu.

A ministra cabo-verdiana ficou impressionada com as informações do ministro Kussumua no domínio das acções sociais, augurando a continuação do "magnifico trabalho".

 Aproveitou para augurar felicidades e prosperidade ao povo angolano pelos 40 anos da independência nacional tal como Cabo Verde e continuar a ser países amigos e trabalhar juntos para bem dos povos. Indagada sobre como encontrou a sua comunidade em Angola, disse que encontrou comunidades amantes das duas pátrias e penso que devem ser tratados como cidadãos dos dois lados.

Por seu turno, o ministro João Baptista Kussumua disse que ouviu as preocupações apresentadas e que junto com o embaixador de Cabo Vede no país vão dar continuidade o trabalho para a questão apresentada.

 “Penso ser um trabalho de cooperação e amizade com Cabo Verde, pois são assuntos tratáveis e que os instrumentos jurídicos entre os dois países podem aconselhar melhor forma de olhar para este assunto”, disse.

Acrescentou que mostrou a ministra cabo-verdiana as acções levadas a cabo pela sua instituição a favor dos mais vulneráveis e de como o país saiu do conflito resolvendo várias questões, com destaque para a desminagem que facilitou a livre circulação e a assistência aos ex-militares e reintegração dos ex-refugiados.

A comunidade cabo-verdiana em Angola é "grande" espalhada por várias províncias, com destaque para Luanda, Benguela, Malanje e Cabinda.

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Portugal - Pelo menos 447 pessoas com deficiência estão em situação vulnerável

GNR lançou no final do ano passado programa especial para detectar pessoas em maior risco de roubo ou fraude.

 

Não lançou uma operação especial para identificar deficientes em risco de roubo ou fraude, como fez com os idosos que vivem sozinhos ou isolados, mas criou um programa especial. Desde o início de Janeiro ao fim de Abril, a GNR identificou 447 deficientes em situação de vulnerabilidade. 


Ninguém sabe ao certo quantos cidadãos com deficiência moram em Portugal – o Instituto Nacional de Estatística (INE) deixou de trabalhar os dados dessa forma.

Tão-pouco quantos passam o dia sozinhos. Nem esse é o objectivo do Programa de Apoio a Pessoas com Deficiência, lançado em Dezembro último.

O major Paulo Poiares, chefe da repartição de programas especiais da GNR, aponta o carácter “evolutivo”. O número de pessoas sinalizadas sobe pouco a pouco, através do trabalho que vai sendo feito pelas equipas da GNR ou por indicação de instituições com quem trabalha em rede.

De acordo com os censos de 2011, à volta de 16% das pessoas entre os 15 e os 65 anos têm dificuldade em realizar alguma actividade básica – andar, subir degraus; levantar e transportar qualquer coisa; ver, mesmo usando óculos; concentrar-se; dobrar-se; ouvir, mesmo usando prótese auditiva; agarrar, segurar ou rodar algo; sentar-se ou levantar-se; compreender ou fazer-se compreender.

E tudo piora com a idade. Metade dos maiores de 65 anos tem muita dificuldade ou não consegue realizar uma dessas actividades.

A partir dos 75, a percentagem é ainda superior. Segundo explicou ao PÚBLICO o major Paulo Poiares, o trabalho começa com acções de sensibilização que vão sendo feitas, sobretudo, nas escolas. Só este ano, 3569 pessoas participaram em acções sobre cidadania e discriminação.

“Dizemos que não é por uma pessoa ser diferente que deve ser tratada de forma menos respeitável”, diz. “Explicamos que todos nós vamos ganhando deficiências com a idade.

” Focam aspectos concretos da vida em comunidade. Chamam a atenção, por exemplo, para a importância das caixas de atendimento prioritárias e dos estacionamentos reservados.

 O alerta, feito em jeito de realidade que a todos diz respeito, assume particular importância num país com um perfil demográfico como o de Portugal, onde um quinto de população já ultrapassou a barreira dos 65 anos. Este ano, a GNR detectou 23.996 idosos a viver sozinhos; 5205 isolados; 3288 sozinhos e isolados; 6727 acompanhados, mas com fortes limitações físicas e/ou psicológicas.

 O objectivo agora é detectar os deficientes mais vulneráveis, isto é, que moram sozinhos ou que passam grande parte do dia sozinhos e que, por isso, correm maior risco de burla ou roubo.

E aconselhá-los, sensibilizá-los para a importância de tomarem algumas medidas de segurança, facilitar o seu contacto com um guarda, entregar-lhes um número de telefone para o qual possam ligar em caso de dúvida ou aflição.

Num email enviado ao PÚBLICO, o major António Ferreira da Cruz, chefe de divisão de comunicação e relações públicas, explicou que o Programa de Apoio a Pessoas com Deficiência passa também por “melhorar o atendimento, o acolhimento e o encaminhamento”, o que inclui preparar os militares para “uma actuação enquadrada, qualificada, próxima, humana e inclusiva”.

Tal como faz com os idosos que detecta através da “Operação Sénior”, a GNR convida os deficientes em situação de vulnerabilidade a aderirem ao programa "Residência Segura".

Até agora, aderiram 91. Os militares recolheram os seus dados e inseriram-nos em mapas por região, nos quais "estão georreferenciadas todas as residências, o que permite direccionar de forma mais eficaz os meios humanos e materiais da GNR e aumentar o sentimento de segurança” de idosos e deficientes. Em declarações à TSF, Ana Sesudo, presidente da Associação Portuguesa de Deficientes (APD), disse não ficar surpreendida com o número de casos assinalados nos primeiros quatro meses.

E manifestou a sua preocupação com o encerramento de serviços no interior do país. 


"Os encerramentos de centros de saúde, encerramentos de juntas de freguesias e transportes públicos muito escassos são situações que nos preocupam muito", comentou esta dirigente associativa.

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Guiné-Bissau: Quase metade da população ainda utiliza fontes não melhoradas de abastecimento de água

Bissau – Os técnicos sanitários revelaram que, na Guiné-Bissau, 44 % da população ainda utiliza fontes não melhoradas de abastecimento de água, que muitas vezes contêm altos níveis de contaminação.

 

Os dados foram avançados esta terça-feira, 30 de Junho, à PNN, pelo Instituto Nacional de Saúde Pública (INASA), durante a cerimónia de apresentação de um seminário intitulado «Prevenir doenças humanas através de uma saúde animal e ambiental». 


Trata-se de uma iniciativa conjunta do Instituto Nacional de Saúde Publica, da Direcção-geral da Pecuária, do Instituto de Biodiversidade e das Áreas Protegidas, da ONG Acção para o Desenvolvimento, da União Internacional para Conservação da Natureza e do SWISSAID. Esta apresentação refere que a biodiversidade vegetal tem benefícios tanto para a saúde como para a economia, porque tem sido a maior fonte de medicamentos naturais até à data.

«As alterações no ambiente também ameaçam o nosso abastecimento natural de água doce, os ecossistemas ajudam a regular o fluxo de água e a quantidade de sedimentos e contaminantes nos nossos recursos hídricos», destaca documento do INASA.

Noutro capítulo, a apresentação do INASA revela o aumento do contacto entre a população e a fauna selvagem, dando como exemplo a infecção por vírus Nipah (Malásia, 1998) originada pela migração de morcegos da Indonésia para a vizinha Malásia, infectando espécies de suínos e depois humanos, e o Hantavirose (zoonoses virais agudas transmitidas por roedores), que se verifica quando, na procura de alimentos, os roedores silvestres entram nas povoações.

«A desflorestação destrói a diversidade de mosquitos e apenas as espécies mais fortes sobrevivem à paisagem desmatada, que apresenta clareiras e reservatórios de água expostos à luz, que constituem um ambiente perfeito para a reprodução do vector transmissor do paludismo», sublinha o documento.

No capítulo de introdução o documento informa que, actualmente, muitos dos desafios globais da saúde estão ligados ao declínio da biodiversidade e dos ecossistemas, onde se precisa da variedade da vida animal e vegetal para uma adequada alimentação humana, a desflorestação e a queima.

«As dioxinas (poluentes orgânicos persistentes), são libertadas e causam danos no sistema reprodutivo, imunitário, interferem com as hormonas e ainda estão associadas aos muitos cancros», refere o INASA com base nos dados da OMS de 2014, com um tempo duração que varia entre os sete e os 11 anos. Uma das preocupações levantadas por esta instituição durante a presentação prende-se problemas dos gases estufa, que causam problemas respiratórios, alergias, dores peitorais e irritação na garganta.

No capítulo de desflorestação e seca, o texto descreve que a seca pode propiciar o aparecimento de vectores e de animais reservatórios, devido à procura de água junto das habitações, doenças respiratórias, redução da qualidade do ar, mãos infectadas, sendo muito frequente a diminuição da higiene devido à escassez de água.

A qualidade do ar é o principal risco ambiental para a saúde. «A desflorestação influencia a qualidade do ar, que por consequência tem o seu efeito negativo na saúde humana, nomeadamente doenças respiratórias (agudas e crónicas), cancro dos pulmões, doenças cardíacas», sublinha o documento.

No que concerne às chuvas ácidas, o documento informa que estudos epidemiológicos sugerem uma ligação directa entre a acidez atmosférica e a saúde das populações, descervendo que o cobre libertado foi implicado em algumas epidemias de diarreia em crianças e o aumento da ocorrência de casos da doença deAlzheimer por contaminação da água com alumínio.

Quanto a perspectiva de controlo sanitário na Guiné-Bissau, o INASA defende que a manutenção dos ecossistemas é absolutamente vital para a prevenção de doenças e promoção de uma boa saúde, informando que muitas doenças humanas importantes tiveram origem em animais, e assim, as mudanças nos habitats de populações animais podem afectar a saúde humana, positiva ou negativamente.

A prática diária de cuidados básicos de higiene, a observação das medidas de biossegurança por parte do pessoal de saúde, a criação/reforço do sistema de vigilância e notificação comunitária, constam ainda entre as perspectivas de controlo sanitário defendidas pelo Governo, através do INASA.

 O documento termina com recomendações sobre implementação do Regulamento Sanitário Internacional, sobretudo nos pontos de entrada (aeroportos, portos, fronteiras terrestres), sensibilização comunitária com implicação das rádios comunitárias, líderes comunitários, promover a criação de um observatório para o seguimento da interacção saúde Vs. biodiversidade e mudanças climáticas, a criação de estruturação das redes de laboratórios para a vigilância, investigação e resposta, assim como o reforço das capacidades institucionais para a operacionalização das acções entre os sectores concernentes.

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Angola - Projecto vai combater deficiência nutricional no sul de Angola

Os beneficários serão crianças e idosos em Cunene, Namibe, Cuando-Cubango e Huíla.

 

A situação da monitoria da segurança alimentar e nutricional das quatro províncias da região sul, nomeadamente Cunene, Namibe, Cuando-Cubango e Huíla vai ser avaliada durante oito meses. A avaliação será feita pelo projecto Pamsamsa financiado pelo Governo angolano e pela União Europeia através do Fundo das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura(FAO).


  Projecto vai combater deficiência nutricional no sul de Angola 


Os períodos de estiagem recorrentes na região estão na base da escolha das quatro províncias para a implementação do projecto, segundo o coordenador do Pamsama António dos Santos.

“Essas quatro províncias foram seleccionadas devido a questões das secas recorrentes ou estiagem cíclicas nestas províncias, por isso, o Governo de Angola solicitou um apoio de avaliação de implementação e capacitação de instituições que têm a ver com a segurança alimentar e nutricional nesta área do sul de Angola”, explicou.

O grupo alvo do projecto está identificado: as famílias vulneráveis na obtenção de alimentos e os idosos..

O projecto de oito meses pode ser alargado para cinco anos, caso o mesmo seja validado ao fim deste período de tempo pelo Executivo e pela União Europeia.

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Brasil - Conferência da Pessoa com Deficiência define diretrizes e ações

Sorocaba realizou na última sexta-feira (26) a 4ª Conferência Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, ocasião em que três grupos de trabalho elegeram 15 diretrizes e 72 ações estratégicas para serem levadas à conferência regional, em data ainda a ser marcada. O evento foi organizado pela Prefeitura de Sorocaba, por meio da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), e pelo Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência (CMPCD) e aconteceu das 8h30 às 19h30.

 

A iniciativa contou com a presença de 170 representantes inscritos do Poder Público, universidades, organizações sociais, entidades e associações da sociedade civil, que debateram ações e projetos na área e lotaram o auditório do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba. Inicialmente foram 220 os inscritos, entre os dias 1º e 15 de junho.


  As diretrizes e ações englobaram diferentes direitos da pessoa com deficiência, como acesso ao mercado de trabalho; fortalecimento e enfrentamento de violências, considerando a questão de gênero; acesso das crianças com deficiência à educação, tecnologia assistiva e serviços como o de estimulação precoce; priorização, por parte do poder público, de ações e serviços voltados para pessoas com deficiência em políticas como educação, saúde, assistência social e outras.

A vice-prefeita Edith Di Giorgi, secretária de Desenvolvimento Social, participou da abertura do evento e alertou que é preciso avançar na garantia dos direitos das pessoas com deficiência em todos os setores da sociedade, isso em Sorocaba, como também em qualquer parte do Brasil. “Sorocaba está correndo atrás para garantir a acessibilidade em todos os prédios públicos.

Não conseguimos mudar de uma hora para outra, pois no passado não houve uma preocupação mais forte quanto à acessibilidade e hoje é uma demanda importante para todas cidades.

Estamos nos organizando nesse sentido.” Segundo a vice-prefeita, o principal desafio é a garantia da acessibilidade: “É o início da possibilidade de inclusão. Depois trabalhar mais a questão produtiva, o cumprimento da cota da empregabilidade pelas empresas, além da educação e formação profissional. E tem toda a participação real dentro da sociedade, acesso ao lazer, à saúde e demais direitos.” O tema que norteou os trabalhos na conferência municipal foi

“Os desafios na implementação da política da pessoa com deficiência: a transversalidade como radicalidade dos direitos humanos”, estipulado pelo Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Os debates seguiram ainda as diretrizes do Governo Federal e tiveram como base três eixos de trabalho: “Identidades de gênero e raça, diversidades sexual e geracional”;

“Órgãos gestores e instâncias de participação social”; e “A interação entre os poderes e os entes federados”. “Hoje em dia, não é mais suficiente pensar de forma fragmentada, mas sim num contexto geral, transversal.

As políticas de inclusão precisam levar em consideração todos os setores e áreas da sociedade, da educação à saúde, da acessibilidade ao lazer, assim como legislação e assistência social, e não só casos pontuais”, explica a vice-presidente do CMPCD, a psicóloga Fernanda Abrami. Fernanda comemorou a participação da sociedade na conferência, sobretudo por meio da maciça atuação de representantes de entidades.

“O Brasil está se preparando e não é só Sorocaba. É importante essa efetivação da participação da população na discussão de políticas públicas em favor da pessoa deficiente”, frisa.

Durante a conferência foram eleitos seis delegados titulares – sendo cinco representantes da sociedade civil, um deles com deficiência, e um representante do poder público – e cinco delegados suplentes para representar Sorocaba na Conferência Regional.

A edição anterior do evento aconteceu em 2012, sendo que outras duas foram realizadas, respectivamente, nos anos de 2006 e 2008.

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sábado, 20 de junho de 2015

Portugal - Elétricos em Lisboa não são acessíveis

Alerta é de autarca alemã, presente na capital para um encontro da rede Eurocidades sobre acessibilidades e mercado de trabalho. Pavimento de alguns locais da cidade é elogiado.



Há alguns dias em Lisboa, Barbara Berninger, chefe da divisão para União Europeia e Relações Internacionais do departamento de Desenvolvimento Urbano e Ambiente do órgão executivo de Berlim, identifica a dificuldade de pessoas que se deslocam em cadeiras de rodas em subir para os elétricos como um dos pontos negativos da cidade em matéria de acessibilidades. O problema, acrescenta ao DN, verifica-se mesmo no caso dos veículos mais modernos, que, garante, não estão preparados para cadeiras-de-rodas elétricas. 


 A também líder do grupo de trabalho da Eurocidades sobre Cidades Livres de Barreiras para Todos reconhece, porém, que é uma área que necessita de um grande investimento.

A sugestão da sua equipa é, assim, que se implemente uma metodologia semelhante à que foi adotada em Berlim na área dos transportes públicos, quando foi utilizado um veículo com soluções piloto que foram alargadas aos restantes só depois de serem melhoradas com o contributo de todos, particularmente de pessoas com mobilidade reduzida. Barbara Berninger elogia, em contrapartida, o pavimento escolhido para o Terreiro do Paço, onde a calçada coexiste com outro tipo de pavimento.

A autarca alemã mostra, de resto, que está a par do debate que tem ocorrido em torno da manutenção ou retirada da calçada portuguesa.

 "Adoro-a", assegura, ressalvando que há soluções para tornar as ruas acessíveis para todos. Até porque, sublinha, se cerca de 10% das pessoas que vivem numa cidade necessitam de condições particulares para se deslocar, 100% beneficiam da concretização dessas medidas.

A responsável sustenta, por isso, que a aposta deve passar também pela sensibilização para o problema.

E exemplifica com a existência na via pública de obstáculos como cadeiras e mesas, que afetam quer as pessoas que se deslocam em cadeira-de-rodas quer os invisuais.

"Às vezes, basta falar com as pessoas. Ninguém quer parecer estúpido", afirma, frisando que os "portugueses são pessoas bastante amáveis".

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Cabo – Verde - Artistas cabo-verdianos em concerto para ajudar crianças deficientes

A noite de gala organizada pela Federação das Associações Cabo-verdianas no Luxemburgo (FACVL) juntou no sábado várias artistas cabo-verdianos por uma causa solidária. Mirri Lobo foi o cabeça de cartaz do evento, que teve lugar em Roodt-sur-Syre, uma pequena localidade do oeste do país, e contou com mais de 200 pessoas.



Ao palco subiram artistas como Toy Vieira (vindo da Holanda), Carla Correia, Rita Barros, Tutin D'Giraldo (vindos de Portugal), Djá, Djoy D'Ninha, Erineu, Djon Mota, Anderson, Casimiro, DJ Mendyss e o cabeça de cartaz Mirri Lobo, que veio de Cabo verde.



A gala realizou-se no âmbito da programação anual dos 40 anos de independência de Cabo Verde. O presidente da FACVL, João da Luz, explicou ao CONTACTO que cem por cento do lucro angariado nessa noite seria canalizado para o apoio à Associação de Crianças Deficientes de São Vicente e para a construção de um lar para pessoas portadoras de deficiências e de mobilidade reduzida da região de Paul, na ilha de Santo Antão.

 “O apelo foi lançado pelo presidente da associação em Cabo verde a toda a diáspora e nós decidimos dar o nosso contributo com a realização desta noite de morna”, disse João da Luz, explicando que o presidente da associação, Daniel Gomes, é também ele portador de deficiência física.

 A gala incluiu jantar e concertos de morna, e a organização não poderia estar mais satisfeita. “Ainda não sabemos o resultado concreto mas as pessoas que aqui estão têm dado um feedback muito positivo”, acrescentou.

 O jantar, confeccionado pelo chefe cabo-verdiano Luís Carvalho, do restaurante Metissage, fez as delícias dos presentes, que gabaram a qualidade das iguarias. A FACVL agradeceu o apoio da autarquia de Betzdorf, que cedeu o espaço e o material necessário para a realização da noite de gala e todas as pessoas que quiseram juntar as forças para a preparação do evento.

 “Devo agradecer ao Mirri Lobo que aceitou desde o primeiro contacto, e sem pedir cachet, em participar nesta boa causa”, concluiu o presidente da FACVL. Mirri Lobo, primo do antigo líder do grupo Tubarões Ildo Lobo, venceu em 2012 quatro categorias do prémio Cabo Verde Music Awords, graças ao seu álbum “Caldera Preta”:

 Melhor Voz Masculina, Melhor Álbum Acústico, Melhor Coladeira, e Melhor Musica do Ano. 


 O evento terminou perto das 2h de madrugada com todos os presentes a deixarem o local com sorriso no rosto e alegria no corpo, depois de uma noite bem passada e acompanhada pelas vozes dos artistas das ilhas da morabeza.

  Fonte da Noticia: Veja Aqui - Aleida Vieira

sábado, 13 de junho de 2015

Beijing oferece assistência de reparo para cadeiras de rodas motorizadas

 A capital chinesa lançou um serviço de assistência para usuários de cadeiras de rodas motorizadas, informaram nesta sexta-feira as autoridades locais. 


    De acordo com a Federação de Portadores de Deficiências de Beijing, o órgão dará assistência rodoviária de graça para no máximo três ocasiões por ano.

Uma vez que a cota for usada, os participantes do projeto devem pagar. Para qualificar as solicitações do serviço, os solicitantes devem ter um "hukou" de Beijing, ou permissão de residente permanente, o certificado de deficiência e uma cadeira de rodas motorizada registrada, de acordo com a federação.   Há 30 centros de manutenção e reparo em Beijing que apoiarão o programa. 

Mesmo que Beijing tenha cerca de 23,6 mil cadeiras de rodas motorizadas, há poucas lojas de reparo, disse Zhao Yunsheng, diretor do centro de proteção dos direitos dos portadores de deficiência da cidade.  

 "É difícil buscar um mecânico quando minha cadeira de rodas quebra na rua, por isso, tenho sempre de ligar aos meus parentes ou amigos para me ajudar", disse Song Zongmin, residente do distrito de Xicheng, acrescentando que o programa o ajudará bastante.

Fonte da Notícia: Veja Aqui