segunda-feira, 25 de maio de 2015

OPINIÃO: Direitos dos deficientes

Vivemos neste triste país, onde o Estado paga as empresas para que os deficientes trabalhem, e nem assim são aceites. Se isto não é discriminação, então deve ser amnésia coletiva por parte dos empresários.



Portugal é um paraíso para uns e um inferno para tantos outros. 

 Quando falamos em deficiência, verificamos que, em Portugal, o deficiente só serve para que se criem leis e incentivos, e se promovam e fomentem plataformas de ajuda que pouco ajudam o próprio deficiente. 

 Temos, no nosso país, uma das maiores taxas de inatividade da União Europeia no que toca aos cidadãos com alguma incapacidade física. 

Na sua maioria, esses cidadãos inativos estão aptos para um mercado de trabalho adaptado às suas necessidades físicas. São as leis que anteriormente referi que deviam obrigar as entidades trabalhadoras a ter uma quota mínima de pessoas, com um maior ou menor grau de incapacidade, a trabalhar nas suas empresas. 

 Neste momento, está estipulada uma quota de 5% para a administração pública e local (Decreto-Lei nº 29/2001, de 3 de fevereiro), no entanto, não existe informação disponível sobre o cumprimento desta medida por parte do Estado (já diz o ditado: em casa de ferreiro, espeto de pau.)

 Paralelamente, nas empresas privadas está prevista uma quota até 2% dos trabalhadores, dependendo da dimensão da empresa, segundo o Artigo 28º da Lei 38/2004, de 18 de Agosto. 

No entanto, esta lei está por regulamentar, logo, ainda não se encontra em vigor. Criaram uma lei para estar estagnada no tempo, enquanto gastam milhões em criar novas plataformas de ajuda ao deficiente. Sempre se ouviu dizer que uma casa não se constrói pelo telhado, mas como a problemática da deficiência não atinge os nossos governantes, esta é uma dor que eles não sentem. Simultaneamente, a taxa de desemprego nas pessoas com deficiência aumenta, em média, mais de 70% de ano para ano. 

  O salvador das pessoas com deficiência devia ser o Estímulo 2012! 


 Essa medida consiste em atribuir um apoio financeiro às entidades empregadoras que celebrem contratos a tempo inteiro com pessoas que estejam desempregadas e inscritas no centro de emprego há, pelo menos, seis meses consecutivos. 

Caso a empresa contrate pessoas com deficiência ou incapacidade, terá direito a uma comparticipação de 60% da retribuição mensal paga ao trabalhador. 

Adicionalmente, os jovens com deficiência podem realizar os estágios Passaporte Emprego com duração de seis meses, não prorrogáveis. 

 A bolsa poderá ser comparticipada entre 70% e 100% – variando conforme características da empresa – e, no caso de os estagiários terem deficiência, acresce ainda a comparticipação das despesas com alimentação, transporte e seguro, pelo período de seis meses. 

 Se a empresa, no final do estágio, contratar o estagiário mediante a celebração de contrato de trabalho sem termo, recebe ainda um prémio de integração no valor da bolsa do estagiário multiplicado por seis. Apesar das óbvias vantagens, as entidades empregadoras não se deixam convencer. Não basta ter um empregado a metade do custo ou mesmo a custo zero. 

Vivemos neste triste país, onde o Estado paga as empresas para que os deficientes trabalhem, e nem assim são aceites. Se isto não é discriminação, então deve ser amnésia coletiva por parte dos empresários, pois esquecem-se tão rápido que todas estas leis e incentivos existem. 

 Depois da criação de todas estas leis, de milhares de euros gastos em estruturas, planos de reabilitação, apoios e incentivos, os portadores de deficiência perguntam-se "Para quê? 

E porque é que só se lembram de nós no dia 3 de dezembro (Dia Internacional das Pessoas com Deficiência), quando há mais 364 dias durante o ano?".

 É triste a discriminação, o abandono, a falta de sensibilidade e cidadania, por parte deste e dos demais governantes. Permitem que, ano após ano, não se fiscalizem nem façam cumprir as metas impostas para que esta problemática deixe de atingir cerca de 10% da população portuguesa, de uma vez por todas. 

 A Constituição da República Portuguesa concedeu-lhes direitos para que eles tivessem direito a eles.

  Fonte da Noticia: Veja Aqui

Uruguai sediará primeira Libertadores de futebol em cadeira de rodas

Nos próximos dias 6 e 7 de junho Montevidéu receberá a primeira edição da Copa Powerchair Libertadores de futebol, uma versão adaptada para pessoas incapacitadas que se pratica sobre cadeiras de rodas motorizadas, e na qual participarão equipes de Brasil, Argentina e Uruguai. Esta versão do futebol é praticada em uma quadra de basquete e os jogadores usam cadeiras de rodas motorizadas para funcionar a uma velocidade máxima de 10 km/h durante as partidas.


Os desportistas batem uma bola de tamanho 10 (a usada no futebol profissional é tamanho 5) e as regras do jogo são fundamentalmente iguais às do futebol internacional.

 As cadeiras de rodas dos jogadores são equipadas com proteções metálicas para atacar, defender ou golpear a bola e cada equipe é composta por quatro jogadores de campo e um goleiro.

Nesta primeira edição jogarão um total de seis equipes: Rio de Janeiro e Novo Ser pelo Brasil, Tigres e Pacheco representando a Argentina, e os uruguaios Deportivo Montevideo e Huracán de Carrasco.

Nesta modalidade esportiva podem jogar homens e mulheres a partir dos seis anos que utilizem cadeiras de rodas motorizadas em seu dia a dia para se deslocar devido a alguma incapacidade.

A Copa Powerchair Libertadores 2015 é o primeiro torneio deste tipo a ser realizado na América Latina.

  Fonte da Noticia: Veja Aqui

sábado, 23 de maio de 2015

Guiné-Bissau: INASA assina convénio de cooperação com Fiocruz do Brasil

Bissau - O Instituto Nacional da Saúde Pública (INASA) assinou esta quinta-feira, 21 de Maio, um convénio com Fiocruz do Brasil, cuja delegação se encontra no país no âmbito de trabalhos de elaboração do II plano estratégico do INASA para o período 2015-2020.


  De acordo com agenda de trabalho que teve início a 18 de Maio em Bissau, com o término previsto para dia 22, os participantes discutiram sobre estabelecimento das prioridades da instituição em termos de trabalho, definição de pontos fortes, fraquezas, oportunidades e ameaças assim como do plano de implementação durante o primeiro ano da sua entrada em função. Apresentação do resumo do segundo Plano Estratégico do INASA para o período de 5 anos à alta autoridade do Ministério da Saúde Pública da Guiné-Bissau e parceiros, constam entre outros aspectos que finalizam os trabalhos de encontro de Bissau.  

Fonte da Notícia: Veja Aqui

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Angola - Fundo Lwini entrega meios de locomoção a deficientes físicos

Uíge - O Fundo de Solidariedade Social “Lwini”, entregou sexta-feira, no município de Negage, província do Uíge, meios de locomoção diversos as pessoas portadoras de deficiência física, no âmbito da sua acção social de apoio das pessoas com deficiência. 


 Constam entre os bens entregues pela vice-presidente do Fundo Lwini, Joana Lina, motorizadas, cadeiras de roda, triciclos manuais, canadianas, bengalas, andarilhos, colchões, cobertores, kits de serralharia, carpintaria e de corte e costura. Segundo Joana Lina, que procedeu a entrega dos meios, os mesmos vão facilitar a locomoção física das pessoas com deficiência física.

 Fonte: Veja Aqui

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Aysha, a doente fora de horas da missão portuguesa contra o Ébola na Guiné-Bissau

Aysha tem 10 anos e queimaduras graves no tronco e pernas que a deixaram em risco de vida. É uma criança guineense que concentra as atenções fora de horas da equipa portuguesa do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e do Instituto Nacional de Saúde (INSA) Dr. Ricardo Jorge que está em missão na Guiné-Bissau. “Ela tem bastantes dores que estamos a tentar aliviar e o penso tem evoluído bastante bem”, descreve Sílvia Almeida, técnica de emergência do INEM enquanto ajuda a tratar da queimadura numa das enfermarias do Hospital Simão Mendes.

 

Ela e os restantes elementos viajaram para Bissau para ajudar a manter a Guiné-Bissau sem Ébola e para dar formação na área da emergência médica. Mas a falta de condições para tratar doentes naquele que é o principal hospital público do país leva-os a fazer mais.

“Decidimos dar este apoio fora das horas de serviço”, uma ajuda que também inclui alimentação para Aysha, que a mãe não tem dinheiro para comprar, conta Vítor Almeida, chefe de missão do INEM.

“De certa forma assumimos esta criança”, sendo que outros elementos da missão já ajudaram outros doentes. Numa sala ao lado, Mónica Alves, enfermeira do INEM, treina colegas guineenses para situações de emergência e mostra como se colocam os sensores num paciente para fazer um electrocardiograma.

“Eu vi como elas trabalhavam e disse ao meu chefe: estamos no zero, queremos aprender com estes portugueses”, explica Rosalete Silva, enfermeira no Hospital Simão Mendes.

A formação é bem acolhida e é “essencial”, reconhece António Sá, administrador da unidade de saúde. “Aqui acontecem coisas impensáveis. Há pessoas que morrem [nas urgências] por falta de ventilação ou oxigénio”, exemplifica.

O cenário é desolador: na principal sala de urgência o carro de medicamentos e equipamento de enfermagem “está vazio”, mostra Vitor Almeida, enquanto abre as gavetas.

Em redor, há doentes em macas “que estão a morrer” e que “até agora ninguém monitorizava”, acrescenta.

A equipa portuguesa já equipou um carro de urgência e activou alguns equipamentos que até agora estavam fechados em armazém.

Esta actividade de apoio e formação decorre no pavilhão das urgências, logo à entrada do hospital, mas o coração da missão está no outro extremo do recinto hospitalar.

Até lá chegar, saltam à vista os montes de lixo acumulado, onde grandes aves pousam – um cenário com o qual os utentes parecem já estar habituados a conviver, mas que os técnicos de saúde apontam como um dos problemas graves do hospital. Isolado desta realidade, está o laboratório oferecido por Portugal à Guiné-Bissau, instalado num edifício adaptado para funcionar como Centro de Diagnóstico e Tratamento de Ébola, onde trabalham também os Médicos sem Fronteiras.

A missão portuguesa veio dar ao território guineense a capacidade para analisar amostras suspeitas de Ébola em cinco horas.

Até agora, era preciso recorrer ao envio para o estrangeiro, sem prazo definido para ter os resultados. 


“Não quer dizer que não se possa usar o equipamento para fazer diagnóstico de outras doenças”, explica Rita Sousa, investigadora do INSA.

Todo o equipamento está uma zona de contenção, demarcada e refrigerada, onde só entram os profissionais da missão devidamente equipados e com uma prioridade: inactivar numa câmara estanque qualquer amostra que chegue para análise.

Só assim se garante que não representa perigo para quem a vai manusear e analisar numa máquina específica, controlada por um computador e que exibe os resultados “através de gráficos”, aponta Susana Martins, técnica de análises clínicas do INSA. Mesmo sem Ébola, a equipa treina os procedimentos.

“As pessoas não podem pensar que em Portugal estamos seguros e que não vai haver novas doenças. As grandes ameaças para a humanidade serão os riscos biológicos”, realça Vítor Almeida, que considera a missão na Guiné-Bissau como “um investimento” nas equipas de emergência portuguesas.

 A missão do INEM e INSA vai continuar com elementos em rotação, uns a chegar à Guiné-Bissau, outros a regressar a Portugal, com mais experiência e muitas memórias marcantes.

Fonte da noticia: Veja Aqui

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Angola: FAPED quer maior divulgação da Convenção sobre as pessoas portadoras de deficiência

Luanda - A Federação das Associações de Portadoras de Deficiência apelou hoje, sábado, a todos os líderes de associações membros no sentido de procederem a uma maior divulgação da Convenção de Pessoas Portadoras de Deficiência de que Angola é Estado parte. Esta informação foi prestada à Angop pelo seu presidente, Silva Lopes Etiambulo, referindo que a medida visa cumprir com as recomendações saídas no seminário sobre os direitos das pessoas portadoras de deficiência que decorreu ao longo da semana finda, numa promoção do Ministério da Justiça e Direitos Humanos em colaboração com o Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento (PNUD).



De acordo com o interlocutor, a direcção da FAPED tomou esta decisão no decorrer de uma reunião do conselho directivo que analisou o cumprimento do plano anual de actividades, tendo considerado positivo o trabalho desenvolvido nos últimos três meses. Silva Etiambulo anunciou, por outro lado, a realização de uma assembleia geral em Junho com vista a criação de um programa mais abrangente que permita uma maior inserção das pessoas portadoras de deficiência no mercado do trabalho visando a sua contribuição no desenvolvimento sócio económico do país.

 Manifestou ainda preocupação pela falta de uma direcção na Associação Nacional de Deficientes Auditivos, tendo advogado a tomada de medidas urgentes com vista a colmatar esta lacuna.

 Apelou, por outro lado, a todos os lideres associativos no sentido de sensibilizarem os ex-militares portadores de deficiência para não aderirem às manifestações violentas devido ao atraso das pensões a que têm direito. Neste sentido, informou que a FAPED está a encetar contacto com as estruturas governamentais de direito na procura de uma solução para esta questão.

  A FAPED congrega no seu seio 26 associações. 


Fonte da Noticia: Veja Aqui

sábado, 9 de maio de 2015

Guiné-Bissau – EU «União Europeia» apoia inclusão de crianças com deficiência no ensino regular da Guiné-Bissau

A União Europeia (UE) vai desenvolver um projeto educativo na Guiné-Bissau para promover a inclusão de crianças com deficiência no sistema regular de ensino, anunciou hoje a delegação da UE em Bissau.



O projeto Advocare vai ter a duração de três anos e conta com um financiamento de cerca de 540 mil euros, dos quais 90% são mobilizados pela UE e 10% pela Associação Guineense de Reabilitação e Integração dos Cegos (AGRICE).

 A AGRICE vai também coordenar a execução do projeto. Entre as ações previstas, destaca-se a criação de um Centro de Recursos Educativos.

 O centro vai funcionar como "infraestrutura de suporte às atividades de ensino e aprendizagem", de modo a permitir o acesso dos professores e alunos a novos "recursos e materiais didáticos", anunciou a UE.

 As instituições educativas parceiras vão também "poder usufruir de partilha de recursos acrescidos para o ensino e aprendizagem".

 Está igualmente prevista a criação de um conjunto de materiais para as necessidades educativas especiais e caixas de biblioteca para animação de leitura. Em paralelo haverá iniciativas de formação com vista à promoção do direito à educação das crianças e jovens com deficiência, implicando a sensibilização, a informação e a formação de agentes da comunidade.

 Estes agentes deverão depois tornar-se "veículos de promoção do ensino inclusivo e exercerem pressão sobre as escolas, os pais e as famílias das crianças com deficiência para a integração escolar", defende a UE. Para além de crianças com deficiência, o projeto Advocare beneficiará 54 professores e agentes educativos, 143 agentes comunitários em Bissau, Bafatá e Gabú e 45 técnicos e dirigentes de ONG e de instituições de formação de professores.

 O projeto conta também com a participação da Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO).

  Fonte: Veja Aqui - LFO // VM Lusa/Fim

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Angola - Convenção das pessoas com deficiência garante e promove os direitos humanos

Luanda - A convenção dos direitos das pessoas com deficiência constitui uma pedra angular na garantia e promoção dos direitos humanos, afirmou hoje, terça-feira, o director do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Angola, Samuel Harbor. O responsável do sistema das Nações Unidas discursava na sessão de abertura do seminário sobre os direitos das pessoas com deficiência que decorre durante dois dias em Luanda, numa promoção do Ministério da Justiça e Direitos Humanos.

 

De acordo com Samuel Harbor a convenção integra também o Protocolo Opcional que reconhece, essencialmente, o direito dos indivíduos ou grupo apresentarem queixas ao comité dos direitos das pessoas com deficiência.

 “ A convenção sobre dos direitos das pessoas com deficiência é fruto do entendimento unânime alcançado pelos estados e a comunidade internacional, incluindo a sociedade civil internacional e os cidadãos, sobre a necessidade de garantir efectivamente o respeito pela integridade, dignidade e liberdade individual das pessoas com deficiência”, realçou.

Na óptica do responsável, além destes princípios gerais, este corpo legal também reforça a proibição da discriminação destas pessoas através de leis, politicas e programas que atendem especialmente às suas características e promovam a sua participação na sociedade.

O comité dos Direitos das pessoas com deficiência é o encarregue de monitorizar internacionalmente a aplicação da Convenção. 


Este controlo internacional se efectua através da apresentação de um relatório. Durante dois dias os participantes vão abordar temas como a proteção da pessoa com deficiência em Angola/politica nacional da pessoa com deficiência, o trabalho das organizações da sociedade civil de proteção da pessoa com deficiência, a integração da pessoa com deficiência no sistema de ensino em Angola.

O trabalho com pessoas com deficiência, atendimento e tratamento no sistema de saúde, integração e apoio social, exercício dos direitos civis e políticos constituem outros assuntos a serem analisados na ação.
 

Fonte da Notícia: Veja Aqui

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Angola: Mais de 80 mil pessoas com deficiência beneficiam da assistência no país

Luanda - Oitenta e nove mil e quatrocentos e trinta oito (89.438 ) pessoas com deficiência estão sob atendimento directo dos governos provinciais, sendo Uíge, Huíla e Luanda (com maior densidade populacional) as com maior número de beneficiários, reafirmou à Angop o director nacional de Integração Social da Pessoa com Deficiência, do Ministério da Assistência e Reinserção Social (Minars).

 

Em recente entrevista exclusiva à Angop, a propósito da situação dessa franja da população na sociedade, o director nacional de Integração Social da Pessoa com Deficiência, do Minars, Humberto Fernando Costa , realça que os dados estatísticos resultam de levantamentos feitos pelo sector quadrienalmente e que, nesse momento, trabalha-se com as direcções provinciais no sentido de se recolher informações a respeito, para poder torná-las público.

 Na ocasião, o responsável enfatizou que no âmbito do cumprimento, pelos mais diversos sectores públicos e privados da sociedade, dos diplomas legais, como a Lei da Pessoa com Deficiência que o Executivo fez aprovar, algumas associações foram elevadas à categoria de utilidade pública e recebem verbas do Estado, para desenvolver acções em prol da pessoa com deficiência.

Entre estas, citou a Fundação Lwini, a Associação Nacional dos Deficientes de Angola (ANDA), a Liga de Apoio e Reintegração dos Deficientes Físicos de Angola (Lardef) e a ANADEV, bem como apontou a Adesão de Angola à Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência em 2013, a ratificação da mesma e dos seus protocolos facultativos.

 Um outro aspecto ressaltado, tem a ver com o engajamento de muitos jovens com deficiência no processo de ensino e em acções de formação profissional, com vista a garantir a sua inserção no mercado de emprego, no quadro de parcerias entre os ministérios da Assistência e Reinserção Social, da Administração Pública, Trabalho e Segurança Social, Educação e do Ensino Superior. Deplorou, por outro, o facto de determinados jovens deficientes provenientes de algumas províncias, com certos bens materiais, e crianças, encorajadas por alguns membros da família, exporem-se por “vícios” à mendicidade nas ruas de Luanda, ao invés de aderirem às oportunidades de formação em cursos profissionais oferecidos pelo Executivo nos vários Centros de Artes e Ofícios.

Quanto à proposta de Lei das Acessibilidades e Regulamentação de alguns diplomas previstos na política da pessoa com deficiência, o entrevistado realçou que esse processo começou o ano passado e foi apresentado no Conselho Nacional da Pessoa com Deficiência e depois criou-se grupos de trabalho. Garantiu haver já, a respeito, uma proposta bem avançada com 10 capítulos e 50 artigos, um instrumento jurídico considerado “dinâmico” que procura responder as questões da acessibilidade, assegurando o acesso das Pessoas com Deficiência aos espaços internos e externos, assim como também aos equipamentos, sejam electrónicos ou não.

Por outro lado, garantiu a existência e em pleno funcionamento, no país, de 20 oficinas integradas para o apoio à Pessoa com Deficiência e cooperativas socioprofissionais, com vista a sua formação, reintegração e socialização. A formação é nas especialidades de corte e costura, serralharia, mecânica, construção civil, electricidade.

  Fonte da Notícia: Veja Aqui

Eduardo Jorge fez-se ouvir na Assembleia da República

O Bloco de Esquerda promoveu em 28 de abril, às 16 horas, na Assembleia da República, uma audição pública focada na temática do projecto de Vida Independente.

 

Foram abordadas futuras políticas dirigidas a pessoas com deficiência. 


"Na generalidade, o conceito de Vida Independente é caracterizado pela possibilidade da pessoa com deficiência poder decidir se quer ir viver para uma instituição ou ficar na sua casa dispondo, assim, da verba que o Estado iria transferir para a instituição.

Com esta verba poderá contratar um cuidador/a podendo assim, ter respostas de acordo com as suas necessidades específicas e poder usufruir de uma liberdade individual não compatível com a vida numa instituição" afirmou Eduardo Jorge, perante os eleitos do Bloco de Esquerda onde figuravam entre outros Helena Pinto, Mariana Mortágua e José Soeiro.

Além de Eduardo Jorge usaram da palavra Jorge Falcato e Manuela Ralha, conhecidos activistas desta causa, com um longo historial reivindicativo, além de Associações e particulares ligados ao tema em debate.


Esta iniciativa do BE deveu-se a um trabalho conjunto da Comissão Coordenadora de Abrantes, da Coordenadora Distrital de Santarém e do Grupo Parlamentar na Assembleia da República.

 

 Fonte:Jornal Abarca Fotos: Jorge Santiago  


Fonte: Notícia do Blogue Tetraplégicos «Eduardo Jorge»

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Brasil - Delegacia especial atende em menos de um ano 760 pessoas com deficiência

Criada em junho do ano passado na capital paulista, a primeira delegacia do país dedicada exclusivamente ao atendimento da pessoa com deficiência já atendeu 760 casos, informou hoje (29) a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella. em São Paulo. 


De acordo com Marli Maurício Tavares, a delegada titular responsável pela unidade, a maior parte dos casos diz respeito a denúncias de maus-tratos, negligência, injúria e abandono.

 “Depois vêm abuso sexual e os crimes patrimoniais”, disse. A delegada informou que as pessoas que mais têm procurado a delegacia são as que possuem deficiência auditiva [33% do total dos atendidos], e são recebidas no local por intérpretes de libras.

“Com essa delegacia, o governo paulista demonstra que segurança pública não é repressão e, sim, proteção ao cidadão, à vítima e também inclusão. Lamentavelmente, na maior parte das vezes, a violência em relação aos deficientes é praticada por seus familiares ou pessoas próximas.

É uma violência escondida e de difícil conhecimento por parte do poder público. Com a instalação [da delegacia] conseguimos fazer com que as vítimas passem a procurar mais o poder público”, disse Alexandre de Moraes, secretário de Segurança Pública de São Paulo.

A delegacia possui rampa de acesso, oferece linguagem braile nas portas da delegacia para identificação e profissionais capacitados para o atendimento, e também registra boletins de ocorrência em braile ou em formato sonoro para as pessoas com deficiência visual.

“Além do atendimento policial, temos o atendimento psicossocial, com assistentes sociais e psicólogos. Há, ainda, visitas domiciliares para o acompanhamento de alguns casos que não são necessariamente criminais”, disse Luiz Carlos Lopes, coordenador de programas da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

“Essa delegacia está criando protocolos de atendimento. Isso está sendo redigido e será feito um material [que será distribuído em junho] para que as outras delegacias saibam como atender [pessoas com deficiência]. Queremos capacitar as equipes para atender melhor”, falou Lopes.

Segundo Linamara, a ideia não é criar mais delegacias do tipo no estado, mas preparar as já existentes para melhorar o atendimento à pessoa com deficiência.

“Queremos difundir conhecimentos, capilarizar o atendimento. E queremos que as delegacias tenham as mesmas condições. Aquilo, por exemplo, que a delegacia do Pontal do Paranapanema não puder resolver, ela fará via internet ou videoconferência com os profissionais daqui”, explicou a secretária. Uma das pessoas que procurou a delegacia hoje (29) para registrar uma queixa foi o gerente comercial Marcelo Garin, pai de uma criança de seis anos que tem deficiência auditiva.

“Recebi uma reclamação [do condomínio] por meu filho ser autista. Procurei na internet onde poderia fazer denúncias e me apresentaram esta aqui”, contou.

“Sou morador de um condomínio e um vizinho fez reclamações sobre meu filho, com injúria discriminatória e difamação. Ele já reclamou três vezes e, então, eu resolvi vir [à delegacia]”, ressaltou.

Para ele, um local especializado é muito bom, porque é direcionado especialmente para o atendimento à pessoa com deficiência.

“Se vamos em outras delegacias, eles não te atendem bem, ou até atendem bem, mas não direcionado para o meu caso. Aqui, eles vão dar o encaminhamento correto”, afirmou

Fonte da Notícia: Veja Aqui

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Angola: Associação reconhece esforços do Executivo na inserção de pessoas com deficiência

Luanda - O Governo tem estado a desenvolver uma série de acções e programas com vista a permitir maior inserção das pessoas com deficiência na vida activa do país, garantiu hoje, terça-feira, em Luanda, o vice-presidente da associação Acção para o Desenvolvimento Académico e Social dos Deficientes (ADASDA), Adão Manuel Mendes. Em declarações à Angop, a propósito da “Inserção da pessoa com deficiência na sociedade", o responsável frisou que o Executivo angolano está mais atento a inserção desta franja na sociedade, priorizando o seu acesso às escolas e aos empregos. 


Adão Manuel Mendes sublinha que anteriormente a inserção dos deficientes nas salas de aulas e empregos era difícil, mas hoje, o Governo está a fazer com que os deficientes sintam-se integrados no sistema de ensino.

 “A política que o Governo tem tido, principalmente nos transportes e outros bens públicos onde já estamos a ver espaços como o campo de futebol 11 de Novembro, onde os deficientes podem ver um jogo e sentar em condições”, disse.

Apesar de haver esta evolução, Adão Manuel Mendes sublinha a não existência de rampas em certas passagens pedestres e em outros locais públicos para permitir a travessia dos deficientes, sobretudo os que usam cadeiras de rodas.

 Acrescentou que a associação tem estado a realizar várias actividades de carácter social e humanitário, bem como a entrega de cadeiras de rodas e realização de várias palestras para que a sociedade se mantenha informada sobre e necessidade de valorizar os portadores de deficientes.

Sublinhou que sendo uma associação voltada a desenvolver a situação social e académica dos portadores de deficiência, precisa de apoios para a sua progressão.


A Acção para o Desenvolvimento Académico e Social dos Deficientes (ADASDA) é uma organização filantrópica. Tem como objectivos apoiar académica e socialmente as pessoas com deficiência, bem como colaborar com o Governo angolano nas políticas voltadas para as pessoas com deficiência.

A associação pretende continuar a promover o ensino académico e técnico profissional dos deficientes, bem como fortalecer a capacidade para garantir o bem-estar funcional desta classe.

Fonte da Notícia: Veja Aqui

quinta-feira, 23 de abril de 2015

O BE convida-nos a debater Vida Independente na Assembleia da República, dia 28, 16h

Dias atrás recebi em minha casa a Sra Deputada do Bloco de Esquerda (BE) Helena Pinto, que se fez acompanhar pelo Coordenador Distrital de Santarém Carlos Matias, Armindo Silveira porta-voz do BE de Abrantes, e também Duarte Arsénio e José Dias, dois amigos que estimo muito.



Vieram mostrar a sua solidariedade pela nossa luta sobre o direito a uma Vida Independente e disponibilizarem-se para nos apoiar.

 Desse encontro saiu uma vontade efetiva do BE em trabalhar para a melhoria das políticas públicas de apoio às pessoas com deficiência. Primeiro passo dado pelo BE será a realização de uma audição pública no próximo dia 28 de Abril, às 16h na Assembleia da República em Lisboa, onde se pretende debater uma nova visão sobre Vida Independente. Relembro que assim como o BE, todos os outros partidos com assento parlamentar têm sido informados e convidados a participarem na nossa luta.

Até ao momento a única resposta positiva foi por parte do BE, fato que agradeço, assim como não poderia deixar de agradecer todo o apoio dado pelo seu porta-voz em Abrantes, Armindo Silveira que desde o primeiro dia abraçou esta causa, tendo inclusive apresentado uma moção na Assembleia Municipal de Abrantes, aquando da minha viagem de protesto em cadeira de rodas entre a Concavada e o Ministério da Solidariedade Emprego e Segurança Social em Lisboa.

 Destaco e agradeço a amabilidade do BE em disponibilizar-me gratuitamente transporte adaptado. Como podem verificar o convite está endereçado a todos nós.

Não deixem de comparecer e convidar os amigos.

  Fonte da Noticia: «Blogue Tetraplégicos» Eduardo Jorge

segunda-feira, 20 de abril de 2015

OIT apresenta Cabo Verde como exemplo na protecção de idosos

A Organização Internacional do Trabalho(OIT) considera exemplar o sistema de protecção social em Cabo Verde, principalmente em relação aos idosos. Num comunicado, a OIT revelou que mais de 90 por cento dos idosos cabo-verdianos recebem pensão, tendo em conta as coberturas contributivas e não-contributivas.

 
O sistema unificado cabo-verdiano garante uma pensão básica para idosos acima de 60 anos, pessoas com deficiência e crianças deficientes que vivem em famílias pobres.

O programa consiste num pagamento mensal de 5 mil escudos cabo-verdianos, o equivalente a 65 dólares, valor 20 por cento acima da linha de pobreza.

Para receber a pensão social, idosos precisam de ser residentes de Cabo Verde, ter 60 anos ou mais, possuir um rendimento abaixo da linha de pobreza nacional e não ser coberto por nenhum outro plano de segurança social.

De acordo com aquela agência do sistema das Nações Unidas, pensões sociais representam aproximadamente 0.4% do Produto Interno Bruto de Cabo Verde e são totalmente custeadas pelo Orçamento do Estado.

O Fundo de Saúde Mútuo, estabelecido dentro do sistema de pensão social para subsidiar a compra de remédios em farmácias privadas, é financiado por contributos mensais dos beneficiários.

Há ainda ajudas de custo, no valor de 70 dólares para gastos funerários no caso da morte do pensionista . Segundo a ministra da Juventude, Emprego e Desenvolvimento de Recursos Humanos do país, "Cabo Verde dá atenção especial para os idosos" que lá vivem. Janira Hopffer Almada acrescentou que eles ainda têm "um longo caminho a trilhar", mas o governo pode seguir em frente graças também à ajuda providenciada pela OIT.

De acordo com Fábio Duran-Valverde, especialista em protecção social da OIT, "a rápida expansão da cobertura da pensão foi alcançada através dessa combinação de programas contributivos e não-contributivos".

Duran-Valverde disse à Rádio ONU que "o exemplo de Cabo Verde mostra que a da universalização dos sistemas de pensão é possível e acessível até mesmo em países em desenvolvimento, mas um forte compromisso do Governo é o ingrediente-chave".

A cobertura do programa de pensão social quase que duplicou em menos de 10 anos e agora cobre também mulheres e pessoas que vivem em áreas rurais.

Fonte da Noticia: Veja Aqui

Angola: Socióloga apela maior atenção à pessoa portadora de deficiência

Luanda - A socióloga Fátima Viegas apelou neste domingo, em Luanda, maior atenção e respeito aos deficientes físicos no seio familiar e social, por serem pessoas dotadas de direitos, deveres e uma personalidade capaz de contribuir significativamente para o desenvolvimento socioeconómico do país.

 

A responsável que falava à Angop, a propósito do tema “Inserção dos deficientes físicos no seio social” sustentou que o facto de uma pessoa ser portador de uma deficiência física, não deve constituir motivo de não exercer qualquer tipo de actividade laboral ou estudantil, antes porém, devem ser acarinhados e incluídos no meio social com a dignidade merecida.

Na sociedade, afirmou, existe bons exemplos e testemunhos de pessoas que apesar das suas limitações físicas trabalham, estudam e contribuem com a sua inteligência no processo do resgate dos valores que dignificam o ser humano.

Reconheceu de igual modo os passos significativos que o Executivo tem dado para a valorização e inserção dos diminuídos físicos no mercado de trabalho e no seio social, com a criação de políticas sociais e instituições vocacionadas para o mesmo objectivo, assim como as inúmeras iniciativas das instituições privadas de filantropia.

Condenou e desencorajou, igualmente, as famílias que praticam actos discriminatórios contra as pessoas que possuem limitações físicas, visuais, auditivas, bem como o abandono familiar de doentes nos hospitais, considerando-as inúteis à sociedade.


“É negativo a atitude de algumas famílias e da sociedade em menosprezar e ignorar um deficiente, porque ele é um membro integrante da família, titular de direitos e deveres que merece todo carinho e respeito como qualquer pessoa humana”, acrescentou.

Por outro lado, Fátima Viegas encorajou os deficientes a não se inibirem e se desmoralizarem pelo facto de serem portadores de deficiência, mas continuar a lutar pelos seus ideiais e enfrentar os desafios da vida social. Em Angola, o Ministério da Assistência e Reinserção Social (Minars), a Associação Nacional de Deficientes de Angola (ANDA), a Fundação Lwini entre outras, são apontadas como instituições específicas que dão maior atenção aos deficientes físicos.

Fonte da Notícia: Veja Aqui

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Guiné-Bissau ainda com índice elevado na taxa de prevalência de SIDA

Bissau - A ministra da Saúde Pública guineense afirmou, esta terça-feira, 14 de Abril, que o país ainda regista um índice elevado da taxa de prevalência do Vírus de Imunodeficiência Humana (VIH).

 

Segundo Valentina Mendes, que falava na abertura do ateliê de validação do III Plano Estratégico Nacional de Luta Contra SIDA, a taxa de prevalência de VIH na Guiné-Bissau é estimada em 3,3% na população geral e 5% nas grávidas, afirmando que esta epidemia de tipo generalizada atinge três vezes mais as raparigas na faixa etária entre os 15 e os 24 anos de idade, e está mais presente na população vulnerável.

«Os dados ora referenciados evidenciam a clara tendência das mulheres para contraírem a epidemia, à semelhança de outros países.

O evento que aqui nos reúne hoje é de capital importância na medida em que vai definir um quadro de referência e orientar as nossas acções e intervenções na perspectiva de uma intensificação da resposta nacional» disse a governante.

A titular da Pasta da Saúde Pública afirmou ainda que a revisão do programa mostrou insuficiência de informações estratégicas e actualizadas em vários domínios, que consista numa tomada de consciência mais acertada com vista a controlar a epidemia. Para a assessora do Presidente da República para Assuntos dos Direitos Humanos e de Género, Indira Cabral Baldé, que falou em representação de José Mário Vaz, um país sem estratégia é como um «barco sem rumo», afirmando que segundo as especialistas, a Guiné-Bissau tem registado uma elevada taxa epidemiológica de infecção por vírus na população adulta, agravada pela circulação do vírus VIH1 e VIH2.

«Esta situação coloca o nosso país numa posição negativa comparativamente com os países da sub-região, portanto estima-se que mais de 45% dos guineenses vivam com VIH, sendo a maioria mulheres» referiu, tendo afirmado que esta situação põe em risco a futura geração e reclamando a atenção redobrada face à desigualdade de género que ainda prevalecente na Guiné-Bissau.

O encontro que termina hoje é organizado pelo Secretariado Nacional de Luta Contra SIDA e visa fazer uma validação do III Plano Estratégico

Nacional, assim como definir as linhas gerais para uma eventual extensão do III Plano Estratégico Nacional para o período 2015/2020.

 Fonte da Noticia: Tiago Seide – Veja Aqui

No Brasil - Empreendedorismo da pessoa com deficiência é tema de livro

Acaba de ser lançado na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, o livro “Empreendedorismo Sem Fronteiras – Um Excelente Caminho para Pessoas com Deficiência”, escrito em coautoria pelo secretário-adjunto de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Cid Torquato, e Fernando Dolabela, consultor, professor e autor de vários outros títulos voltados ao empreendedorismo.

 

Cid Torquato falou que o livro, antes de seu lançamento, já contava com 2 mil exemplares adquiridos pelo SEBRAE, que irá distribuir para seu público. Além disso, Torquato discorreu sobre a maior mensagem que o livro traz.

 “A principal razão da existência desse livro é querer passar algumas mensagens, uma muito importante é a do ‘eu posso’”.

 O secretário-adjunto ressaltou, ainda, que essa é uma mensagem essencial para quem tem deficiência. “Temos vários cases no livro.

A mensagem básica vivenciada pelas pessoas que se deparam com a deficiência, em geral, é ‘você não pode’.

Então, dizer para esse segmento da sociedade, para essas pessoas ‘eu posso’, ‘você pode’, é o mais importante”.

Os autores apresentam formas de empreender com viés na inclusão social, convidando as pessoas com deficiência aos desafios do empreendedorismo.

Documenta possibilidades no horizonte da inclusão, como despertar o empreendedor e transformar o sonho em realidade produtiva.

Aprofunda a discussão sobre inclusão e empreendedorismo, para que possam ser criadas políticas públicas de incentivo para que pessoas com deficiência se aventurem a empreender. Alternativa

No Brasil, as dificuldades para entrar no mercado de trabalho são grandes para quem tem alguma deficiência, já que muitas empresas declaram não ter estrutura para contratá-las.

 Alegam, por exemplo, falta de rampas de acesso e piso tátil. Assim, a Lei de Cotas (que reserva em empresas com mais de cem funcionários de 2 % a 5% de seus postos a pessoas com deficiência) torna-se a única alternativa de inserção profissional.

“É notório o preconceito que ainda há na sociedade. Há um potencial de 1,5 milhão de vagas de trabalho para pessoas com deficiência no país e só 360 mil são ocupados”, comenta Cid Torquato.


“Empreender pode ser alternativa muito positiva, tendo em vista que ter o próprio negócio possibilita definir com autonomia o ambiente de trabalho e a rotina do dia a dia, aspectos importantes para a inclusão de quem tem deficiência”, destacam os autores da publicação.

O livro “Empreendedorismo Sem Fronteiras – Um Excelente Caminho para Pessoas com Deficiência” está disponível pela editora Altabooks também em versão digital.

 SERVIÇO 


Empreendedorismo Sem Fronteiras – 


Um Excelente Caminho para Pessoas com Deficiência Autor: Fernando Dolabela e Cid Torquato


 Edição: 1ª Edição, 2015 Número de páginas: 142 


Informações: http://www.altabooks.com.br/empreendedorismo-sem-fronteiras-um-excelente-caminho-para-pessoas-com-deficiencia.html 


  Fonte da Noticia: Veja Aqui

Angola: LARDEF apoia membros a ingressarem no mercado de trabalho

Luanda - A diretora executiva da Liga de Apoio à Integração dos Deficientes (LARDEF), Carla António, informou hoje, sexta-feira, em Luanda, que a associação tem servido de ponte, facilitando o acesso da pessoa com deficiência a formação profissional visando a sua inserção no mercado de trabalho, sem contudo adiantar dados estatísticos. Em declarações à Angop, a propósito "da inserção da pessoa com deficiência na sociedade", a responsável frisou que a LARDEF ajuda as pessoas portadoras de deficiência a terem oportunidade de formação, assim como a proporcionar-lhes um emprego.

 

Referiu que a sociedade atual é mais exigente, pelo que têm que estar preparados para trabalhar, no sentido dos empregadores se despirem do preconceito que é muito notório ainda no seio de algumas instituições.

A responsável apela as diversas entidades e instituições a garantirem o cumprimento das políticas nacionais de inclusão, tendo em conta as suas várias limitações. Sublinhou que a LARDEF em relação ao mercado de trabalho tem, junto da instituições, passado a mensagem de que os locais de trabalho têm de ser adaptados para a pessoa com deficiência, visando criar um ambiente acessível para poderem desempenhar o seu trabalho de acordo com as suas capacidades. Maria António advogou que não deve haver discriminação por parte do empregador, que não devem confundir deficiência física com capacidade e competência.

A responsável frisou que a LARDEF tem realizado ações de sensibilização as pessoas com deficiência no contributo de melhorar a sua autoestima, mostrando-lhes que estão num mundo competitivo e antes de serem portadores de deficiência são cidadãos, que devem conhecer as suas capacidades e os seus direitos, e dar o seu contributo em prol do desenvolvimento do país.

 A LARDEF tem como objetivo promover, representar e defender a participação, os direitos e interesses das pessoas com deficiência, elaborar e desenvolver programas, projetos e ações que garantam a igualdade de oportunidade para as pessoas com deficiência. 


A Associação tem desenvolvido atividades de advocacia, sensibilização e lobying, bem como a implementação de micro projectos geradores de rendimento a favor das pessoas com deficiência e suas famílias. A LARDEF conta com oito mil membros vinculados a associação e está presente nas províncias de Cabinda, Moxico, Huambo e Benguela.

Assuntos Província» Luanda: Leia também Administração da Ingombota pretende disciplinar má actuação de fiscais.


 Luanda - O administrador do distrito urbano da Ingombota, em Luanda, Lobato Neto, comprometeu-se quinta-feira em prestar maior atenção a conduta dos agentes do sector da fiscalização que atuam na sua área de jurisdição.

 Fiscalização de Luanda investiga agentes por suposto envolvimento em casos de suborno  


Luanda - A repartição da fiscalização do município de Luanda iniciou hoje, quinta-feira, a investigar alguns agentes da instituição por suposto envolvimento em actos de suborno e por se apossarem de bens das vendedoras ambulantes dos arredores do mercado dos congolenses.

  Angola: Utentes clamam por reabilitação da via adjacente ao canal do Kikuxi Luanda


  - Moradores e empresários da zona do Kikuxi, em Viana, Luanda, solicitam às autoridades administrativas a reparação urgente da estrada de terra batida paralela ao perímetro irrigado daquela zona, devido aos transtornos que o seu actual estado está a causar.

 Fonte da Noticia: Veja Aqui

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Reunião de constituição do Centro de Vida Independente de Lisboa

A continuação do processo e o êxito do Projeto-piloto de Vida Independente, dependem em primeiro lugar da adesão e empenho das pessoas com deficiência. O Centro de Vida Independente, estrutura composta e dirigida por pessoas com deficiência, será o gestor do dia-a-dia do projecto.

 
É altura de constituir o CVI, tomar uma série de decisões que ficamos de tomar e avançar na prestação de assistência pessoal a quem precisa.

Se tem uma deficiência, convidamo-lo(a) a participar na primeira reunião que irá realizar-se na próxima 6ª Feira, dia 17 de Abril, das 18h00 às 20h00. Terá lugar no Espaço Municipal da Flamenga, Rua Ferreira de Castro, Bairro da Flamenga, Marvila.

Este espaço situa-se perto do Centro Comercial da Bela Vista. Existem duas carreiras da Carris, a 794 (Estação do Oriente – Terreiro do Paço) e a 793(Estação Roma/Areeiro – Marvila) com acessibilidade a cadeira de rodas que têm uma paragem junto ao Centro Comercial.

A estação de Metro Bela Vista tem uma saída acessível mas não dá directamente para o caminho de acesso ao local da reunião. Para chegar a essa rua tem de se sair da estação de metro, virar à esquerda até encontrar uma entrada do parque de estacionamento e aí apanhar o elevador para o Centro Comercial.

Não é muito prático mas é o único caminho possível em cadeira de rodas. Em frente ao local da reunião existe um parque de estacionamento com muitos lugares.

Fonte da Noticia: Blog Tetraplégicos – Eduardo Jorge 


  Fonte: vidaindependentelx

Madeira - Tampinhas' já permitiram entregar 15 equipamentos a cidadãos com deficiência

O A Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação da Região Autónoma da Madeira em parceria com a Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais – Associação Sem Limites congratula-se com a evolução progressiva da Campanha “Dê uma tampa à indiferença”, verificada nos primeiros três meses do ano. 


"Em 2015, já nos foi possível entregar, 15 equipamentos, nomeadamente, 8 cadeiras de rodas manuais, 4 cadeiras de rodas elétricas, 1 cadeira de banho, 1 scooter, e 2 baterias", enumera a associação presidida por Filipe Rebelo.

 "Comparativamente com o ano transato, neste mesmo período de tempo, entregamos 8 equipamentos, dos quais 7 são cadeiras manuais e 1 andarilho", compara.

"Claramente notou-se um aumento de pedidos de ajudas ao nível de material ortopédico neste período, uma vez que, a situação financeira atual não permite a aquisição dos mesmo", diz ainda.

"Desta forma, continuamos a apelar a toda a população em geral para colaborar não só com a recolha de tampinhas, mas também na recolha de donativos, porque detemos diversos orçamentos dispendiosos que necessitam de apoio monetário", reflecte, solicitando "ainda a contribuição de toda a comunidade para a angariação de fundos através do Grande Sorteio de Rifas 2015, que se celebrará no dia 11 de Dezembro de 2015 nas instalações da Associação"

Fonte da Noticia: Veja Aqui

sexta-feira, 10 de abril de 2015

No Brisil - Feira de acessibilidade para pessoas com deficiência espera 45 mil visitantes

Cerca de 45 mil pessoas entre profissionais da saúde e consumidores são esperadas nos quatro dias da 14ª edição da Reatech - Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, aberta hoje (9), na capital paulista. Serão 300 marcas da indústria nacional e internacional expondo aplicativos, adaptações veiculares, cadeiras de rodas elétricas, próteses e órteses, aparelhos auditivos, produtos ortopédicos e materiais hospitalares. A feira ocorre no São Paulo Expo Exhibition e Convention Center, com entrada gratuita.


Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil em torno de 46 milhões de pessoas com deficiências, o que corresponde a 24% da população. São 21 milhões de pessoas com idade igual ou superior a 60 anos e, de acordo com estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS), o país será o sexto em número de idosos em 2025, quando deve chegar a 32 milhões de pessoas com 60 anos ou mais.

 O mercado de produtos e serviços para pessoas com deficiência fatura anualmente cerca de R$ 5,5 bilhões. O segmento é formado por 42% de pessoas das classes A e B, 44% da classe C e 14% das classes D e E. Neste ano, a novidade é o foco no segmento dos obesos e pessoas com mais de 60 anos.

“Queremos dar ênfase à qualidade de vida dessas pessoas, ultrapassando a barreira da liderança em novidades no setor. Teremos ainda o lançamento do selo de acessibilidade e inclusão da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH)”, comentou Marco Antônio Mastrandonakis, um dos organizadores da feira.

 De acordo com o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antônio José Ferreira, estar na Reatech é fortalecer o espaço de visibilidade para os brasileiros que têm alguma deficiência.

“O objetivo é dar oportunidade para que essas pessoas mostrem seus potenciais, se encontrem e possam conhecer produtos que melhorem sua qualidade de vida.

Esse espaço não visa proteger as pessoas com deficiência, no sentido de segregá-las, mas no sentido de incluí-las e mostrar que são um nicho importante”, disse ele. Ferreira lembrou que no domingo (12), último dia da Reatech, será lançada nova versão da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência, além de seminários e debates sobre o assunto com os visitantes.

“O Brasil ratificou a convenção em 2009, e esse documento alcançoustatus de emenda constitucional. Cada artigo foi comentado por um ou dois especialistas, e é esse material que será lançado domingo.

É uma oportunidade de as pessoas conhecerem esse material”, acrescentou. Entre as novidades na feira estão o Beamz Music System que permite a usuários de todas as idades, com limitações físicas e habilidades cognitivas diversas, tocar música utilizando centenas de instrumentos, efeitos sonoros e músicas.

É composto por um controlador a laser e um conjunto de softwares. Pode ser utilizado como um recurso para atividades sensoriais e motoras, utilizando apenas os movimentos dos olhos ou o movimento do corpo nas ondas sensoriais.

 Há também o Timocco, uma plataforma interativa de reabilitação pediátrica que incentiva a criança, de forma divertida e segura, por meio de atividades para serem usadas nas terapias.

A tecnologia é baseada na realidade virtual e captura de vídeo, de forma simples e fácil de operar. Basta um computador e uma câmara web.

 A Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual (Laramara) traz para a feira o Tablet Prodigi, com recurso de leitura falada, inédito no mercado.

O Prodigi é um escâner com voz e videoampliador de mesa, indicado para uso em casa ou no trabalho. Inclui um tablet com suporte que pode ser desacoplado da base e transportado facilmente, fornecendo a mesma funcionalidade da base.

O usuário escolhe se deseja ouvir textos captados pela câmera, lê-los visualmente com ampliação de cores e contrastes ajustáveis, ou as duas formas ao mesmo tempo. Fonte da Noticia:

Veja Aqui

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Instabilidade do dólar inibe o mercado de tecnologia de Apoio para pessoas com deficiência no Brasil

Com a desvalorização do real, recursos voltados a pessoas com deficiência podem ficar até 100% mais caros A supervalorização da moeda americana deve afetar os preços dos produtos de tecnologia assistida comercializados no Brasil e pode pesar ainda mais no bolso dos brasileiros com deficiência. Como a maioria dos recursos são fabricados no exterior, os preços podem ficar até 100% mais caros, prejudicando a inclusão dessas pessoas em diversas áreas, como educação, trabalho, cultura e saúde.


“Os artigos de tecnologia assistiva vendidos no país já são extremamente caros devido à carga tributária.

Com a desvalorização do real, o acesso a esses equipamentos ficará ainda mais difícil e levará a uma retração no setor”, comenta Robert Mortimer, especialista em tecnologia assistiva da Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual.

Isso porque as pessoas com deficiência, que já estão com o poder de compra menor devido ao aumento das tarifas de água, energia e combustíveis, terão que enfrentar altas significativas como a do leitor de livros digitais que atualmente custa cerca de R$ 800,00 e pode chegar a R$ 2,4 mil, e até nos itens de fabricação nacional, pois são utilizados insumos importados.

 De acordo com a ABRIDEF - Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência, o mercado de tecnologia assistiva movimenta cerca de R$ 5 bilhões por ano no país e grande parte das empresas do setor importa os equipamentos de diversos países da Europa e dos Estados Unidos.

 Segundo dados do IBGE, existem mais de 45 milhões de pessoas com deficiência, sendo que 6,5 milhões são deficientes visuais.

“A instabilidade econômica afeta de forma direta os brasileiros com deficiência que dependem de tais recursos para terem uma vida mais autônoma, digna e com mais qualidade”, comenta Mortimer. Atualmente, um dos poucos itens comercializados no Brasil acessíveis e indispensáveis para as pessoas com deficiência visual, por exemplo, é a máquina Braille, vendida pela Laramara por R$ 2,5 mil e que também é distribuída gratuitamente, por meio de parceiras com empresas privadas.

 No encontro com o Cristiano tratamos de questões gerais. Seria muito bom, se for possível, mantermos a possibilidade de uma reunião com um pedagogo como havíamos combinado anteriormente.

Teremos várias situações em sala de aula, por exemplo uma prova de matemática, que não sabemos como seria uma situação como esta para podermos retratá-la corretamente. Sobre a Laramara:

A Laramara é uma das mais atuantes instituições especializadas em deficiência visual e um centro de referência na América Latina no desenvolvimento e na pesquisa na área da deficiência visual.

 Fundada em 1991, realiza atendimento especializado nas áreas socio assistencial e socioeducativa com ações complementares e atividades específicas essenciais à aprendizagem e ao desenvolvimento das pessoas com deficiência visual e com deficiências associadas.

As atividades são realizadas em grupos e os usuários dispõem ainda de atendimentos específicos de Braille, Soroban, Desenvolvimento da Eficiência Visual (Baixa Visão) e Orientação e Mobilidade. Disponibiliza recursos humanos para apoio à inclusão social, colabora para o aperfeiçoamento e a capacitação de profissionais e divulga suas experiências e aquisições para todo o Brasil, por meio de recursos instrucionais produzidos por sua equipe, como livros, manuais e DVDs. Laramara trouxe para o Brasil a fabricação da máquina Braille e da bengala longa, indispensáveis para a educação e a autonomia da pessoa cega.

Buscando a inclusão profissional de jovens e adultos com deficiência visual, ampliou seu projeto socioeducativo em 1996 realizando atendimento a essa população.

Fonte: Veja Aqui

terça-feira, 7 de abril de 2015

Guiné-Bissau: Ministra da Saúde anuncia reforço dos serviços no sul do país

Bissau - A ministra da Saúde Pública da Guiné-Bissau anunciou que o seu Ministério vai abranger a região sul do país com 40 médicos, que vão reforçar os serviços de saúde naquela região.

 
Valentina Mendes, que falava esta quinta-feira, 2 de Abril, no final de uma visita ao Centro de Compra e Venda de Medicamentos (CECOME), onde se registou um pequeno incêndio, garante que a partir de agora a região sul do país não terá a falta de pessoal de enfermagem ou de pessoal médico.

«40 Médicos que fizeram os seus estudos serão colocados só na região sul.


 A partir de agora, a região sul não terá falta de pessoal de enfermagem e de pessoal médico», afiançou, tendo anunciado para breve a transferência de alguns médicos e enfermeiros que estão em Bissau para interior, e alguns do interior para Bissau.

 «Até amanhã vamos fixar a colocação de novos técnicos de laboratório, de enfermagem e pessoal superior do Ministério da Saúde», concluiu.

  Tiago Seide 

 

Fonte: Veja Aqui

Portugal – Na Madeira Entrega de duas cadeiras de rodas manuais a pessoas com necessidades especiais de Machico

A Associação Portuguesa de Deficientes - Delegação da Região Autónoma da Madeira, em parceria com a Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais - Associação Sem Limites e o Ginásio Matur Health Center, no âmbito da Campanha 'Dê uma tampa à Indiferença', irão proceder à entrega de duas cadeiras de rodas manuais a pessoas com necessidades especiais.

 

A entrega será feita no próximo dia 9 de Março, quinta-feira, pelas 15 horas, no Centro Desportivo de Água de Pena e contará com a presença do presidente da Associação Sem Limites, Filipe Rebelo, gerência do Ginásio Matur Healh Center, Luís Sardinha, e do presidente da Câmara Municipal de Machico, Ricardo Franco e dos beneficiários das cadeiras de rodas.

 "Na ocasião será apresentado o Projecto 'VAMOS'


 - Vamos todos ajudar quem precisa, que consiste na recolha de equipamentos ortopédicos usados que posteriormente poderão ser alvo de recuperação, manutenção de modo a que seja reutilizados e entregues a pessoas com carências económicas do município de Machico", refere Filipe Rebelo em nota à imprensa.

1 Comentários Escrever comentário Este espaço é destinado à construçăo de ideias e à expressăo de opiniăo. Pretende-se um fórum construtivo e de reflexăo, năo um cenário de ataques aos pensamentos contrários. ateia 0 updown o governo não tem vergonha na cara ver instituiçoes e um ginásio a dar contribuição para cadeiras de rodas e o governo dar um jackpot aos inúteis dos deputados?

Haja olho vivo nas eleições.. Há 22 horas e 5 minutos. responder Nome: * O nome que será apresentado como autor do comentário. Correio eletrónico: O conteúdo deste campo é privado e não será exibido publicamente. Comentar: * Image CAPTCHA.

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Fonte: Veja Aqui

domingo, 5 de abril de 2015

Angola: Associação Esperança e Alivio doa bens auxiliares à deficientes visuais

Luanda - A associação Esperança e Alívio procedeu hoje, quinta-feira, em Luanda, a entrega de bens auxiliares para portadores de deficiência visual filiados na Associação Nacional de Apoio aos Deficientes Visuais.

 

Em declarações à Angop, o representante da referida agremiação, Guy Baiona, frisou que o oferta é composta por tinta pares de óculos especiais e trinta bengalas dobrável em alumínio. Segundo a fonte, a Associação Esperança e Alívio começou os seus trabalhos em Londres (Inglaterra), e conseguiu chegar a Angola onde pensa estender as suas ajudas para mais províncias.

Por seu turno, o presidente da Associação Nacional de Apoio aos Deficientes Visuais, Manuel Domingos Tiago, enalteceu a iniciativa e apelou às demais associações existentes no país no sentido de apoiarem os portadores de deficiência visual.

Segundo disse, a inserção dos deficientes visuais no mercado de trabalho é muito difícil, razão pela qual estas pessoas devem trabalhar de formas a criar as oficinas protegidas e assim terem alguns rendimentos.

Para Francisco Pegado, portador de deficiência visual, o gesto surge numa altura em que os invisuais se encontravam carentes destes meios auxiliares e indispensáveis para o dia-a-dia de um cego.

 A Associação Nacional de Apoio aos Deficientes Visuais controla nove mil portadores de deficiência visual.

 Fonte: Veja Aqui

sexta-feira, 27 de março de 2015

Comissão Direitos Sociais CM Lisboa aprova Projeto-piloto de Vida Independente


A 27 de Fevereiro foi aprovado por unanimidade na Comissão Permanente de Direitos Sociais da Assembleia Municipal de Lisboa, um parecer sobre o Projeto-piloto de Vida Independente. Poderá aceder à totalidade do documento aqui

  Noticia do Blog «Tetraplégicos» Eduardo Jorge

Admitida: Petição sobre a “Criação de legislação sobre residências e melhoria dos cuidados prestados a pessoas com deficiência motora severa”

Admitida a Petição sobre “Criação de legislação sobre residências e melhoria dos cuidados prestados a pessoas com deficiência motora severa”.


SUPERA - Sociedade Portuguesa de Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade foi informada, pela da Comissão de Segurança Social e Trabalho, de que a Petição sobre a “Criação de legislação sobre residências e melhoria dos cuidados prestados a pessoas com deficiência motora severa” foi admitida em 11-03-2015, tendo-lhe sido atribuído o nº 473/XII/4ª e que esta se encontra nesta Comissão Parlamentar para efeitos de apreciação e parecer, nos termos regimentais. 


 Na nota de admissibilidade, enviada por esta comissão, constam as seguintes conclusões: 1. Do exame da petição, decorre a apreciação de que o objeto da mesma está bem especificado e que o seu texto é inteligível, bem como de que estão presentes os requisitos formais, não se verificando qualquer causa de indeferimento liminar, pelo que parece ser de admitir a petição; 2.

A presente petição é assinada por 5445 subscritores; 3. Por conter mais de 1000 assinaturas, a petição será publicada na íntegra no Diário da Assembleia da República, e é obrigatória a audição dos peticionários, eventualmente representados pelo 1.º subscritor e 4. Por ser subscrita por mais de 4000 cidadãos, a petição deve ser apreciada em Plenário.

  Enviado por Márcio Martins 


  Noticia do Blog «Tetraplégicos» Eduardo Jorge

Campanha de recolha de tampas já superou as 93 toneladas

A campanha 'Dê uma tampa à indiferença', promovida pela Associação Portuguesa de Deficientes – Delegação da Região Autónoma da Madeira, em parceria com a Associação Portuguesa das Pessoas com Necessidades Especiais – Associação Sem Limites, já permitiu o envio de dez contentores, contendo 93.56 toneladas de tampinhas, para uma empresa de reciclagem do continente.



De acordo com os dados da entidade promotora da iniciativa, foram enviados um contentor em 2011, dois em 2012, quatro em 2013 e três em 2014.

Neste momento está já a ser preparado o primeiro contentor do corrente ano. Ainda segunda a associação, as 93.56 toneladas traduzem o montante de 19.212 euros, distribuídos por anos: 2011 corresponde a 2.500 euros; 2012 corresponde a 4.232 euros; 2013 corresponde a 6.772 euros e 2014 corresponde a 5.708 euros.

 Em 2014 foram entregues 41 equipamentos, nomeadamente 31 cadeiras de rodas manuais, duas eléctricas, uma cama articulada, duas baterias, três cadeiras de banho, um par de canadianas, um andarilho, um colchão e um tripé.

 Em 2015, e apesar de a associação ainda estar a preparar o envio do primeiro contentor, já foi possível entregar 11 equipamentos, nomeadamente três cadeiras de rodas manuais, quatro cadeiras de rodas eléctricas, uma cadeira de banho, uma scooter e duas baterias.

 As tampas angariadas, provenientes da recolha realizada por toda a população envolvida neste projecto, nomeadamente escolas, hotéis, estabelecimentos comerciais, farmácias, bombeiros, PSP, ginásios, centros comerciais, entidades privadas e organismos públicos, contribuem para a educação para a cidadania, através da reciclagem e solidariedade.

 Com o montante angariado, a associação conseguiu apoiar mais de 180 pessoas com necessidades especiais, socialmente carenciadas, através da entrega de material ortopédico e ajudas técnicas.

  Fonte: Veja Aqui

sexta-feira, 20 de março de 2015

Ministério da Saúde da Guiné-Bissau declara surto de sarampo no país

O Ministério da Saúde da Guiné-Bissau anunciou hoje que existe um surto de sarampo no país, com 11 crianças infetadas em três regiões diferentes.



"Queremos alertar a população" para o "surto de sarampo", referiu a ministra da Saúde, Valentina Mendes, numa declaração aos jornalistas no seu gabinete, em Bissau. 


"Os pais e encarregados de educação que tenham crianças com sintomas, devem levá-las ao posto sanitário mais próximo ou a um hospital", apelou a governante.

Os primeiros sinais de Sarampo são febre alta, tosse rouca e persistente, nariz congestionado e conjuntivite.

Mais tarde surgem manchas na boca e na pele de todo o corpo. Os 11 casos de Sarampo já detetados foram confirmados através de análises ao sangue realizadas no Laboratório Nacional de Saúde Pública da Guiné-Bissau, depois de surgirem os primeiros sinais suspeitos nalgumas crianças.

De acordo com os dados do Ministério, há sete casos no setor de Bafatá (centro do país), dois em Bissau, dois em Tombali (Sul) e um em Cacheu (Norte).

Há pelo menos cinco anos que não eram registados casos de Sarampo na Guiné-Bissau, acrescentou a ministra da Saúde. Para já, para enfrentar a doença, o Ministério lanço o apelo à vigilância face aos sintomas e recomenda o transporte imediato para uma unidade de saúde, caso surjam.

  Diário Digital com Lusa Fonte: Veja Aqui

terça-feira, 17 de março de 2015

Brasil - Veículos e cadeiras de rodas motorizadas reforçam atendimento das Apaes em Rondônia


Sete Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de vários municípios do estado receberam na manhã de sábado (14), em Ariquemes


Sete Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de vários municípios do estado receberam na manhã de sábado (14), em Ariquemes, veículos tipo vans que serão usados para transportar alunos especiais, frutos de emenda parlamentar da deputada federal,

 Marinha Raupp, no valor de R$ 1 milhão, com contrapartida do governo do estado. Também foram entregues 41 cadeiras de rodas motorizadas, que serão distribuídas para a Apae de Ariquemes e região.

Nesta segunda-feira (16) é a vez das Secretarias Regionais receberem materiais de auxílio para pessoas com deficiência, como cadeira de rodas motorizadas especiais para crianças e adultos, bengalas, muletas entre outros de uso específico.

Durante a entrega, o secretário de estado da Saúde, Williames Pimentel, disse que no ano passado o governo estadual, por meio da Sesau, entregou 1.700 benefícios.

Neste ano, só no mês de março, serão entregues 500 itens para auxiliar pessoas que estão precisando desse material para ter mais qualidade de vida.

“Essa é uma determinação do governador Confúcio Moura de cuidar das pessoas. Estamos fazendo isso e vamos continuar com esse trabalho porque o ser humano vem em primeiro lugar neste governo”, ressaltou Pimentel.

A presidente da Federação Estadual das Apaes, Ilda Salvático, agradeceu o empenho do governo e da deputada Marinha, que não têm medido esforços para auxiliar as entidades beneficentes presentes em 35 municípios de Rondônia, e que atendem a aproximadamente 2.500 alunos com necessidades especiais e psíquicas.

“Só tenho a agradecer ao governador Confúcio Moura e à deputada Marinha Raupp pela ajuda. O transporte é fundamental para nossos alunos”, afirmou.

A deputada federal, Marinha Raupp afirmou que lutou muito para garantir a emenda para atender às Apaes, pois sabe da importância do trabalho das instituições, e anunciou mais de R$ 1 milhão de emenda parlamentar para este ano para aquisição de novos veículos, onde serão contempladas outras Apaes do estado, numa parceria também com o governo.

 A presidente da Apae de Ji-Paraná, Arlete Ferreira Klen, também agradeceu ao governador Confúcio Moura e à deputada pelo apoio, lembrando que a instituição atende a 280 alunos.

 Também foram beneficiadas com os veículos vans, as Apaes de Ariquemes, Jaru, Rolim de Moura, Cacoal, Pimenta Bueno e Espigão do Oeste Ainda na ocasião, o governador anunciou o aumento no valor do repasse por aluno.

“O governo passado repassava R$ 30 por aluno/ano, no nosso governo aumentamos para R$ 40 e neste ano vamos aumentar para R$ 44.

A secretária da Educação, Fátima Gavioli, irá assinar o convênio”, adiantou. Confúcio também assinou convênio, no valor R$ 57.180, com a Associação das Mães de Autistas de Ariquemes (Amar) para aquisição de mobília, eletrônicos e materiais de expediente.

O dinheiro faz parte de emenda parlamentar do deputado estadual, Adelino Follador. O evento também contou com a presença do senador, Valdir Raupp; do prefeito de Ariquemes, Lourival Amorim; do presidente da Câmara de Vereadores de Ariquemes, Adair Moulaz; do deputado estadual, Saulo Moreira, entre outras autoridades estaduais e municipais.

  Fonte: 
 Texto: Eleni Caetano/Suely  David 
Fotos: Daiane Mendonça 
Decom - Governo de Rondônia 


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sábado, 14 de março de 2015

Portugal Entrega à Guiné-Bissau do Laboratório Móvel para diagnóstico do ébola


Lisboa - Numa cerimónia protocolar com significativas representações, a Comissão interministerial da Coordenação de Resposta ao vírus do ébola, constituída pelo Ministério de Saúde e Ministério dos Negócios Estrangeiros, em colaboração com o Instituto Nacional de Emergência Médica, entregou esta quarta-feira, 11 de Março, à Guiné-Bissau, o laboratório móvel para o diagnóstico de infecções, resultado de acordos anteriormente formalizados no âmbito do protocolo de cooperação bilateral. Da contribuição, orçamentada em 550 mil euros, consta ainda o envio de medicamentos, equipamentos médicos, e pessoal especializado no combate à doença, para apoio à actuação das autoridades locais.



Durante a cerimónia, que decorreu na sede do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), destacou-se a presença de figuras de Estado, como o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, o ministro da Saúde, Paulo Macedo, o secretário de Estado da Cooperação, Luís Campos Ferreira, o encarregado de Negócios da Embaixada da Guiné-Bissau em Portugal, entre outras personalidades.

 O titular da pasta dos Negócios Estrangeiros salientou que «o empenho e a solidariedade do nosso país para com a Guiné Bissau não se restringe apenas à área de saúde.

O Governo português sempre se mostrou disponível e aqui reitero esse compromisso, para contribuir, através da cooperação bilateral e multilateral para a estabilidade política, económica e social, bem como para a consolidação do estado de direito e para as demais condições para a paz e desenvolvimento da Guiné-Bissau».

 Em representação da Guiné-Bissau, o Chefe da Missão em Portugal, Mbala Fernandes, justificou a ausência do ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Lopes da Rosa, e da ministra da Saúde Pública, Valentina Mendes, com questões de agenda oficial, concernentes aos preparativos da Mesa Redonda de Bruxelas, manifestando a honra em presenciar o acto, com ênfase no retomar da normalidade constitucional e nos acordos e memorados de cooperação rubricados sob os auspícios dos Chefes do Governo de Portugal, Pedro Passos Coelho, e da Guiné-Bissau, Domingos Simões Pereira. «Reafirmo aqui em nome do Governo da Guiné-Bissau o compromisso para, em parceria com o Estado português, tudo fazer para evitar que o flagelo/epidemia do Ébola chegue à Guiné-Bissau.

Com esta doação, juntos procuraremos soluções práticas para esta problemática, desde a prevenção, passando pelo controlo e tratamento, devendo dizer com satisfação, que até ao momento não se registou nenhum caso de ébola no nosso país, graças a um esforço holístico, quer do Governo, quer das autoridades locais, como da sociedade civil, querendo com isso transmitir a todos os presentes que nos foi possível superar ate então todos os obstáculos e barreiras, também graças a Portugal, nosso país irmão, que tem Vindo há vários meses a articular mecanismos adequados para superar este desafio. Expresso aqui mais uma vez, em nome do Governo da Guiné-Bissau a nossa Gratidão por este gesto de um país irmão para com o nosso povo», referiu Mbala Fernandes.

  Fonte: Veja Aqui

quinta-feira, 12 de março de 2015

Queremos uma política de Vida Independente e não institucionalização

O ministro Mota Soares aparece mais uma vez com sacas de dinheiro ás costas. É à farta. Milhões e mais milhões de euros vindos direitinhos dos fundos europeus. Para quê? Para construir mais instituições e lares residenciais, “um programa específico para a exclusão social, destinado a apoiar equipamentos sociais para deficientes, como é o caso de lares, com um montante financeiro disponível de 2500 milhões de euros.” Isto acontece quando a própria União Europeia definiu orientações claras para a aplicação destes fundos: a desinstitucionalização. (ver nota final)



Os nosso governantes não devem ter percebido muito bem as instruções de Bruxelas. Leram que era preciso reforçar a política de institucionalização (os amigos construtores civis agradecem)

É a nova política do betão, agora não para auto-estradas, mas para internar pessoas com deficiência “Pedro Mota Soares falava durante a inauguração de um lar residencial para pessoas com deficiência, da CerciPeniche, no concelho de Peniche.

 Trata-se de um investimento de 1,2 milhões de euros, com capacidade para 24 utentes” Façamos umas contas simples, que nem entram em consideração com os custos de funcionamento e manutenção do edifício: 1.200.000€ a dividir por 24 dá 50.000€ Estes 50.000€ dividimos por 120 e temos 416€.

Como o estado comparticipa cada internamento com 950€, chegamos à conclusão que este investimento daria para pagar a estes 24 utentes 1.361€ durante dez anos. Teriam dinheiro de sobra para contratar os seus assistentes pessoais e seriam donos das suas vidas e muito mais felizes.

Esta política tem de ser invertida. O dinheiro é para investir nas pessoas, não em tijolos. Nota: De acordo com o European Expert Group on the Transition from Institutional to Community-Based Care, pela primeira vez os novos regulamentos da política de coesão e investimento da UE, aprovada em Dezembro de 2013 pelo Conselho e o Parlamento Europeu, incluem referências específicas ao apoio à “transição dos cuidados em instituições para cuidados de base comunitária”.

 Estes peritos destacam que “isto representa um compromisso de que os fundos da UE não serão usados para perpetuar a institucionalização, mas para desenvolver alternativas baseadas na comunidade”. Por: (d) Eficientes

  Construção de equipamentos para pessoas com deficiência financiada a 100% 


 O ministro da Solidariedade e da Segurança Social anunciou esta terça-feira que a construção de equipamentos na área da deficiência vai ser comparticipada a 100 por cento, considerando este financiamento fundamental para a sustentabilidade das instituições.

"Uma das medidas que tomámos quando iniciámos funções foi aumentar a dotação financeira para a construção destes equipamentos de 75% para 95% e mais recentemente conseguimos aumentá-la para 100% porque, enquanto resposta social, é uma prioridade, porque tem sido a área mais esquecida nos últimos anos", afirmou Pedro Mota Soares.

 Ainda segundo o ministro foram reforçados os números de acordos de cooperação da Segurança Social com instituições sociais, entre as quais as da área da deficiência, tendo atingido os 13 mil acordos assinados, contra os 12.500 que existiam em 2011.

"Conseguimos, no final de 2014 e mais especialmente no início de 2015, reforçar em 370 a rede de acordos, chegando quase a cinco mil novas respostas sociais num investimento que no ano de 2014 foi de 14 milhões de euros", disse.

 O ministro anunciou que, no quadro dos novos fundos comunitários, vai existir um programa específico para a exclusão social, destinado a apoiar equipamentos sociais para deficientes, como é o caso de lares, com um montante financeiro disponível de 2500 milhões de euros. Pedro Mota Soares falava durante a inauguração de um lar residencial para pessoas com deficiência, da CerciPeniche, no concelho de Peniche. Trata-se de um investimento de 1,2 milhões de euros, com capacidade para 24 utentes, que vai criar 12 novos postos de trabalho.

 No concelho, inaugura ainda esta terça-feira o lar do Centro de Dia da Serra d'el Rei, um investimento de 900 mil euros, a que acrescem mais 160 mil na aquisição do terreno e de mobiliário.

 O lar, destinado a pessoas idosas ou dependentes de terceiros, vai ter 24 camas e vai abrir 13 novos postos de trabalho

O investimento é comparticipado em 37,5% pelo Estado e 25% pelo município. Ambos aguardam a assinatura do acordo com a Segurança Social para entrarem em pleno funcionamento e receberem utentes.

O ministro adiantou que deverão ser celebrados até ao final deste mês.

  Vida Independente no dia-a-dia: https://vidaindependentelx.wordpress.com/2015/03/06/vida-independente-no-dia-a-dia/ 


  http://tetraplegicos.blogspot.pt/2015/03/queremos-uma-politica-de-vida.html 


  Fonte: CM 


  Noticia do Blog – Tetraplégicos

sábado, 7 de março de 2015

No Brasil - Câmara dos Deputados aprova Estatuto da Pessoa com Deficiência

Projeto determina normas de acessibilidade, transporte, moradia e atendimento de saúde A 
Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (5), a Lei Brasileira de Inclusão de Pessoas com Deficiência. 
Conhecido como Estatuto da Pessoa com Deficiência, o texto cria normas para garantir acessibilidade, transporte, moradia e atendimento de saúde específico para pessoas com algum tipo de deficiência.



Entre as novidades, o texto estabelece que 3% das casas construídas pelos programas de habitação do governo sejam destinadas às pessoas com deficiência.

 Além disso, o Estatuto prevê ainda o pagamento de um auxílio-reclusão às pessoas com deficiência grave ou moderada.

 Quanto a esse trecho, no entanto, lideranças do governo no Congresso já sinalizaram que pode haver veto do Planalto.

Na Câmara, o projeto teve a relatoria da deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP), que ficou tetraplégica após sofre um acidente de carro.

A deputada recebeu vários elogios e foi cumprimentada pelos colegas em plenário pela dedicação no trabalho de garantir os direitos das pessoas com deficiência. Mudanças no texto

Após a aprovação do texto-base, a Câmara apreciou os destaques, que são propostas de modificação de algum ponto específico do projeto.

 O primeiro destaque apreciado, apresentado pelo PRB, pedia a retirada do texto de um inciso que garantia o respeito à identidade de gênero e à orientação sexual nos serviços de atendimento à saúde para pessoas com deficiência.

O deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF) subiu na tribuna para defender o destaque e a retirada do inciso do texto.

Segundo ele, manter essa especificidade daria privilégio aos homossexuais. -- Se o homossexual já é deficiente, o que já é uma perda muito grande, ele já está sendo atendido aqui no Estatuto. Pessoas com deficiência é qualquer uma. Por que dar um privilégio a quem é homossexual?

 Questão de saúde para um deficiente, não importa a cor dele nem a nacionalidade dele. Agora vamos privilegiar?

 Só porque ele é homossexual ele vai ter preferência? Já o PSOL se manifestou a favor da manutenção do inciso no texto, mantendo as especificidades para os homossexuais.

O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) foi à tribuna lembrar que ocultá-los do texto não faria com que os homossexuais com deficiência deixem de existir. -- Não se trata de privilégio, como disse de maneira desonesta o deputado Ronaldo Fonseca, se trata de observar que há especificidade para pessoas com deficiência que são homossexuais e que devem ser respeitadas.

Em uma votação apertada, o plenário decidiu manter a garantia de respeito à orientação sexual e à identidade de gênero para pessoas com deficiência no SUS (Sistema Único de Saúde).

Preconceito na TV O destaque que alterou o texto-base diz respeito a um inciso que previa a cessação imediata da transmissão de programas de rádio e televisão que exibissem mensagens preconceituosas contra pessoas com deficiência.

 Alegando o direito ao contraditório e a impossibilidade das redes de televisão e de rádio controlarem o que vai ser dito em entrevistas realizadas ao vivo, por exemplo, o deputado Celso Russomanno (PRB-SP), defendeu a retirada do dispositivo do texto e foi acompanhado pela maioria do plenário.

Como o texto sofreu modificações, o projeto volta ao Senado Federal antes de seguir para sanção da presidente Dilma Rousseff.

  Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 2 de março de 2015

Entrevista ao Eduardo Jorge "Agora Nós" da RTP no dia 26 – Fevereiro – 2015


Veja o Vídeo Aqui



 Não sei o que dizer desse homem que eu admiro tanto e admiro a força e coragem de todas as lutas. Eu sou tetraplégico, mas não tenho a força que Eduardo Jorge tem.

  Nelson F. Almeida Mendes

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Ébola: laboratório móvel vai ser enviado para a Guiné-Bissau

O laboratório móvel que ajudará a despistar eventuais casos suspeitos de ébola na Guiné-Bissau já está pronto e metido em contentores do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). Portugal tinha prometido montar um laboratório deste tipo naquele país, para o ajudar contra uma eventual epidemia de ébola, e ainda colaborar na formação de profissionais de saúde daquele país.



O Governo português tem vindo a colaborar com o da Guiné-Bissau, “no âmbito da prevenção e resposta para uma situação de catástrofe natural ou de emergência de saúde pública, nomeadamente para a doença por vírus ébola”, explica a Direcção-Geral da Saúde (DGS), em comunicado. Promovida pelo Instituto Camões e conduzida em parceria com a Organização Mundial de Saúde, a DGS, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), a iniciativa pretende concretizar no terreno “uma resposta coordenada e integrada em estreita colaboração com as autoridades de saúde da Guiné-Bissau, no âmbito da prevenção e controlo do surto da doença por vírus ébola”, explica a DGS.

O apoio implica ainda "a mobilização de recursos humanos e materiais, tendo como principais objectivos promover formação local aos profissionais sobre a doença", acrescenta.

O apoio português tinha sido anunciado no final de 2014 pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Rui Machete, que adiantou então que a contribuição portuguesa para o laboratório móvel de análises e despistagem (com uma equipa de treino) ascendia a 550 mil euros.

“O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) irá contribuir com uma ajuda de 550.000 euros destinada a financiar a instalação de um laboratório móvel para o diagnóstico de infecções”, especificou então o ministro numa conferência de imprensa.

Um novo surto vírus do ébola surgiu no sul da Guiné-Conacri há cerca de um ano e, em poucos meses, alastrou-se para a Libéria e a Serra Leoa provocando uma epidemia sem precedentes.

A doença causa uma febre hemorrágica e mata uma percentagem elevada dos doentes. 


Na Guiné-Bissau não houve casos de ébola, mas todo o leste e sul deste país lusófono faz fronteira com a Guiné-Conacri, pelo que está assim particularmente exposto. Bissau chegou mesmo a enviar um pedido oficial de ajuda ao Governo português para ajudar a combater uma possível infecção.

“O apoio solicitado compreendia várias possibilidades: a instalação de uma unidade ambulatória ou o laboratório móvel”, explicou na altura o ministro da Saúde Paulo Macedo.

“A nossa opção concreta foi disponibilizar um laboratório e uma equipa para fazer formação”, disse, notando que este equipamento diminui a possibilidade de uma má despistagem de casos de ébola e, ao mesmo tempo, permite uma resposta coordenada e adequada se surgir um caso positivo.

  Fone: Veja Aqui