sexta-feira, 25 de julho de 2014

No Brasil - Empresas aderem ao programa de inclusão social de PG

Programa de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho cria banco de dados para inserir a pessoa que quer trabalhar na função e empresa corretas

 

As 12 primeiras empresas a aderirem ao Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho (Pro-PCD) assinaram, nesta quarta-feira, o termo de adesão, abrindo caminho para a expansão do projeto. Com isso, elas se comprometem a abrir vagas para o Pro-PCD, tendo total apoio e suporte das empresas envolvidas. O Pro-PCD é um trabalho de inclusão social que vem sendo desenvolvido em parceria entre prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria de Industria, Comércio e Qualificação Profissional, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) e demais parceiros. Desde 2013,

quando iniciou sua implantação, o programa possibilitou a inserção no mercado de trabalho de 318 pessoas com deficiência. As 12 primeiras empresas a aderirem ao Programa de Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho (Pro-PCD) assinaram, nesta quarta-feira, o termo de adesão, abrindo caminho para a expansão do projeto. Com isso, elas se comprometem a abrir vagas para o Pro-PCD, tendo total apoio e suporte das empresas envolvidas. O Pro-PCD é um trabalho de inclusão social que vem sendo desenvolvido em parceria entre prefeitura de Ponta Grossa, por meio da Secretaria de Industria,

 Comércio e Qualificação Profissional, a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP) e demais parceiros. Desde 2013, quando iniciou sua implantação, o programa possibilitou a inserção no mercado de trabalho de 318 pessoas com deficiência. Tozetto, Masisa do Brasil, Água Florestal, Águia Química, Águia Sistemas de Armazenagem, Heineken, Scheffer Logística e Automação, Braspine Madeiras, Metal gráfica Iguaçu, Teleponta Soluções em Call Center Eireli, Supermercado Superpão e Cescage são as pioneiras no programa e receberão suporte na contratação dos profissionais. Estas empresas colaboram também para a abrangência do programa. Será através delas que o Pro-PCD conseguirá ampliar seu mapa de estudo, detetando demandas a serem sanadas e cursos profissionalizantes a serem desenvolvidos. Empresas que estiverem interessadas em aderir ao Pro-PCD devem procurar a Agência do Trabalhador, onde serão informadas sobre o programa. Ponta Grossa já se destaca nacionalmente com o desenvolvimento do PRO-PCD.

No mês de junho, o município recebeu o Selo Internacional Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) em reconhecimento pelo trabalho de inclusão social que vem sendo desenvolvido. Foi também através desse programa que Ponta Grossa recebeu a certificação do Ministério do Trabalho e do Emprego pelo cumprimento da lei 8.213/91, que fixa cota mínima de pessoas com deficiência a serem contratadas pelas empresas com cem ou mais empregados.

 O Ministério do Trabalho e do Emprego já demonstrou, ainda, a intenção de implementar o programa em todo o Brasil, tornando Ponta Grossa pioneira nesta ação. “É um orgulho muito grande termos criado aqui em Ponta Grossa um programa que será replicado em todo o Brasil. Essas pessoas não estão sendo contratadas para cumprir uma lei, mas sim pela competência e profissionalismo delas”, disse o prefeito Marcelo Rangel durante a assinatura do termo de adesão das empresas.

 “Estas empresas são parceiras da prefeitura e da população”, disse o prefeito, enfatizando ainda que a inserção do deficiente no mercado do trabalho é uma das premissas da atual gestão. Segundo o coordenador da FIEP e ex-secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Álvaro Scheffer – e um dos principais articuladores e incentivadores do programa – o Pro-PCD prevê, através de parcerias, a adequação do ambiente de trabalho, se necessário, para este trabalhador. Em outra ponta, o Pro-PCD está montando na Agência do Trabalhador, sob a coordenação de uma assistente social, um banco de dados sobre a mão de obra específica, caracterizando o grau de deficiência, capacidade profissional e instrução de cada um. Estes dados serão cruzados com as informações prestadas pelas empresas e indústrias sobre o perfil profissional desejado.

 “Não temos que ser obrigados, por lei, a cumprir a nossa responsabilidade social. Além do mais, não é um deficiente que está sendo empregado, é a empresa que está ganhando um bom profissional”, disse Scheffer. O programa pontagrossensse foi elogiado pelo vice-governador Flávio Arns, presente na assinatura do termo de adesão. “Este é um processo muito bom, de muita qualidade que está em construção”, disse.

 A secretária estadual da Família e do Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, também destacou a ação desenvolvida em Ponta Grossa. “São ações concretas, como essa, que mostram que o nosso trabalho vale a pena”, disse Fernanda

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

Guiné-Bissau: Simões Pereira visita Hospital Nacional Simão Mendes

Bissau – O Primeiro-ministro Domingos Simões Pereira visitou esta sexta-feira, 11 de Julho, o Hospital Nacional Simão Mendes, na companhia da ministra da Saúde, Valentina Mendes, e do Secretário de Estado da Administração Hospitalar, Domingos Malu.

Durante a visita o Chefe do Governo guineense passou pelo serviço de Urgência, pelo banco de sangue, pela maternidade e pela pediatria da maior unidade hospitalar do país. Em declarações à PNN, Simões Pereira disse que esta visita serviu para entender a gravidade da situação e as dificuldades que o sector da Saúde enfrenta, pelo que é obrigatório fazer alguma coisa para mudar a situação. Neste sentido, o Primeiro-ministro disse que sai do Hospital Nacional Simão Mendes como um cidadão responsável, que sente que não pode baixar os braços pois a população acredita no seu Executivo, tendo obrigação de corresponder às suas expectativas. Simões Pereira anunciou que as visitas às sextas-feiras passarão a incluir a agenda semanal do seu trabalho, contudo ainda se desconhece a instituição a ser visitada na próxima semana. Durante a visita a PNN constatou vários doentes deitados no corredor do banco de socorro à espera de serem atendidos, bem como a falta de energia elétrica para conservação de sangue e o fraco atendimento das mulheres na maternidade desta unidade hospitalar. À margem desta visita, Simões Pereira anunciou a sua deslocação a Bruxelas, com o fim de negociar com a União Europeia o desbloqueamento do 9.º FED, assim como a retoma para breve dos voos da TAP para Bissau.

  Fonte: Veja Aqui

Bolivianos buscam apoio para pessoas com deficiência

Um grupo de portadores de necessidades especiais da Bolívia chegou nesta sexta-feira (11) a Corumbá (MS), com o intuito de pedir ajuda ao prefeito Paulo Duarte para que um pedido de apoio às pessoas com algum tipo de deficiência chegue à presidente Dilma Rousseff e que ela interceda junto a Evo Morales, presidente boliviano.

A deputada nacional da Bolívia, María Cristina Viscarra Gil, vem trabalhando pela causa desde 2007. “Como deputada nacional faz muito tempo que trabalho com pessoas portadoras de necessidades especiais e é a terceira vez que tentamos buscar apoio no Brasil. O governo de Evo Morales nunca respondeu aos pedidos para termos um centro de reabilitação e conseguir uma melhor qualidade de vida”, disse Maria Cristina ao site Diário Corumbaense. A luta começou desde que o presidente boliviano prometeu renda de 3.500 bolivianos por ano ou 500 bolivianos mensais aos portadores de necessidades especiais, que até hoje não receberam nada. O principal objetivo do grupo é entregar duas cartas ao prefeito Paulo Duarte para que ele ajude na luta. “Agora que conseguimos chegar ao Brasil, o que vamos fazer é entregar duas cartas ao prefeito, uma por parte das pessoas com necessidades especiais e outra de minha parte, como deputada nacional para que cheguem à presidente Dilma Rousseff, e consequentemente, Evo Morales escute estas pessoas na Bolívia”, explicou a deputada. “Somos de diferentes departamentos [estados] da Bolívia, mas somos todos um só. O que estamos fazendo é que os governantes daqui possam falar com a presidente Dilma para que ela possa interceder em nosso país junto ao presidente Evo, para que tenham benefício com uma renda especifica”, disse Zandi Lupa, representante nacional do grupo. O Comitê do Departamento de Pessoas com Incapacidades (CODEPEDIS) da Bolívia começou a viagem em 30 de abril, saindo de Oruro, para vir ao Brasil na luta pelos seus direitos como cidadãos. Após a chegada, o grupo visitou a APAE de Corumbá para conhecer as instalações e ver o que pode ser implantado na Bolívia, caso consigam o apoio do governo daquele País.

  Fonte: Veja Aqui

Especialista Cabo Verde tem boas práticas de direitos humanos, mas há muito para corrigir

A presidente da Comissão Nacional para os Direitos Humanos e Cidadania (CNDHC) de Cabo Verde disse hoje que o país tem boas práticas neste domínio, mas admitiu que ainda há muitas situações que precisam de ser corrigidas.

 

Zelinda Cohen, que falava aos jornalistas no intervalo da 34.ª Reunião Plenária da CNDHC, indicou que as maiores violações acontecem em questões de género, abusos sexuais contra crianças, acessibilidades para pessoas com deficiência, direitos económicos, sociais e culturais e violência policial. "Cabo Verde é tido com um país de boas práticas de direitos humanos, mas isso não quer dizer que devamos cruzar os braços. Há muito por corrigir e a Comissão existe exatamente para verificar as situações que precisam ser denunciadas e corrigidas, não só a nível preventivo, mas também a nível de justiça", sublinhou a responsável. Para Cabo Verde alcançar outro nível no que diz respeito aos direitos humanos, Zelinda Cohen entendeu que todos devem ficar mais vigilantes, debater, fazer recomendações, denunciar e tratar os casos de violação graves e "ir corrigindo" dentro das organizações e na sociedade. "Os direitos humanos são sempre um desafio para as sociedades, nunca é possível sermos completamente respeitadores. Há fenómenos sociais que acorrem de violação, mas podemos trabalhar no sentido de infundir uma cultura de direitos humanos na sociedade", prosseguiu. Para Zelinda Cohen, as violações aos direitos humanos em Cabo Verde não têm nada a ver com falhas na legislação, mas sim com as atitudes e mentalidades das pessoas e com as práticas institucionais. "Temos das legislações mais interessantes a nível dos direitos humanos. A própria Constituição da República é fundada na declaração universal dos direitos humanos. Mas isso é um trabalho constante que devemos fazer, e cada vez com maior eficiência e eficácia", desafiou a presidente da CNDHC, composta por 27 comissários, entre representantes de entidades governamentais, partidos políticos, sindicatos, jornalistas e outras organizações da sociedade civil. Segundo o último relatório de 2013 do Departamento de Estado norte-americano, a violência policial, atrasos em julgamentos, abusos contra crianças e trabalho infantil foram alguns dos problemas de direitos humanos registados em Cabo Verde.

 

  Fonte: Veja Aqui

sábado, 12 de julho de 2014

Presidente da Anda participa na Assembleia Geral de deficientes em São Tomé

Luanda - O presidente da Associação Nacional de Deficientes de Angola, Silva Lopes Etiambulo, participa de 11 a 12 do corrente mês na Assembleia Geral dos deficientes de São Tomé e Príncipe a decorrer na capital desse país africano.

 
Silva Etiambulo participa nesse encontro na qualidade de membro da Associação Mundial de Pessoas com Deficiência (DPI) e no âmbito do protocolo de cooperação existente, desde 1998, entre a Anda e a organização são-tomense, rubricado aquando da realização da primeira assembleia de associações da CPLP. Em declarações hoje, quinta-feira, à Angop, antes da sua partida para o arquipélago, o responsável informou que vai aproveitar a oportunidade para transmitir a experiência da organização que dirige à sua congénere africana. Afirmou, por outro lado, que a Anda e a Associação Nacional de Portadores de Deficiência de São Tomé e Príncipe têm laços de amizade desde 1993, altura da sua fundação. Vai também transmitir apoio institucional, bem como informar as ações que têm sido desenvolvidas em Angola para a melhoria das condições de vida dos portadores de deficiência.

 Fonte: Veja Aqui

sexta-feira, 11 de julho de 2014

No Brasil - Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência

A Ordem dos Advogados do Brasil (Londrina), está instalando uma Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência


. Segundo a assessoria, nesta quinta-feira, dia 10, começam as atividades da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência. A reunião de instauração e definição do trabalho da comissão está marcada para 9 horas e todos os advogados interessados no tema estão convidados a comparecer e integrar o grupo.

 A comissão será coordenada pelo advogado José Luis Pascual Filho. Os demais cargos serão ocupados pelos advogados Guilherme Fonseca, como vice-coordenador; Danielle Alvarez Silva, como secretária e Renata de Freitas Becegato, como membro efetiva.

 Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Portugal - Empresas usam indevidamente apoios à contratação de pessoas com deficiência

Este e outros dados constam do relatório preliminar "Monitorização dos Direitos Humanos das Pessoas com Deficiência em Portugal"

 


Muitas das empresas que contratam pessoas com deficiência, ao abrigo de apoios estatais, usam indevidamente esses apoios, obrigando estes trabalhadores a saltar de estágio em estágio e a uma situação de precaridade, concluíram investigadores nacionais. Este e outros dados constam do relatório preliminar "Monitorização dos Direitos Humanos das Pessoas com Deficiência em Portugal", que é apresentado hoje, em Lisboa, no âmbito da terceira conferência anual da Associação Europeia de Estudos da Deficiência, que decorre nos dias 03 e 04 de julho no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Em declarações à agência Lusa, uma das autoras do relatório, Paula Campos Pinto, que teve por base 60 entrevistas a pessoas com deficiência, com idades entre os 12 e os 70 anos, disse ter concluído que "há uma utilização indevida dos apoios existentes" dados pelo Estado para incentivar a contratação destas pessoas. "Os incentivos que existem, que o Estado tem vindo a desenvolver, de medidas de apoio ao emprego para as pessoas com deficiências, são muitas vezes portas de entrada das pessoas para o mercado de trabalho, mas assim que esses incentivos terminam, não existe muitas vezes a vontade, por parte das entidades, empregadoras de manter esses postos de trabalho", apontou Paula Campos Pinto. Como consequência, estas pessoas "acabam por ter uma situação muito precária no mercado de trabalho", considerou a investigadora. "Saltam de estágio em estágio, de curso de formação em curso de formação, sem nunca conseguirem uma inclusão económica plena, uma estabilidade profissional na carreira, como é ambição de qualquer um de nós", sublinhou Paula Campos Pinto. Nesse sentido, a investigadora entende ser importante que o Estado repense a forma como estes apoios estão a ser disponibilizados às empresas, crie medidas mais restritivas que obriguem a algum grau de compromisso por parte dos empregadores e fiscalize a sua aplicação. Entende também que é obrigação do Estado dar o exemplo, ativando a lei das quotas e criando o número de lugares disponíveis para pessoas com deficiência também na função pública. No que diz respeito à função pública, a investigadora apontou que há também bons exemplos, nomeadamente ao nível das autarquias, "que têm feito um trabalho importante na inclusão social e na criação de postos de trabalho para pessoas com deficiência", admitindo, no entanto, que no Estado central "às vezes há mais dificuldades".
 
Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Cabo Verde - Reitora preside “Jornada sobre a integração social e laboral de pessoas com deficiência”

A magnífica Reitora da Uni-CV, Prof. Doutora Judite Nascimento, presidiu esta manhã a "Jornada sobre a integração social e laboral de pessoas com deficiência", uma atividade organizada pelo CIGEF, Centro de Investigação em Género e Família, em parceria com o SIMPROMI, (Projeto incluye 010), através do IEFP.

 

A luta pela inclusão das pessoas com deficiência, principalmente no mercado de trabalho é uma forma de garantir o direito ao desenvolvimento pessoal, à comunicação com o tecido social em que se está inserido e com o mundo que se diz globalizado. Este objetivo de inclusão é também uma intenção catalisadora de oportunidades de conhecer novos horizontes e novos desafios, de testar limites e desenvolver potencialidades e habilitações profissionais, escolares e académicas.


Numa sociedade em que o valor do ser humano está pautado principalmente sobre a sua produtividade, deveria ser impensável a exclusão de oportunidades de aprendizagem. Deve-se promover ações de inclusão e acessibilidade para as pessoas com deficiências. É nesta senda, que a magnífica Reitora centralizou o seu discurso, apoiado na premissa de que as pessoas com necessidades especiais não devem ser ostracizadas, mas sim devem ter a igualdade de oportunidade com os demais ditos "normais" no mercado laboral.


Para o Diretor Geral do Trabalho, Raimundo tavares, "... o estado deve criar todas as condições necessárias para a inclusão de pessoas com deficiências no mercado do trabalho e desenvolver políticas que promovam a criação de condições para a acessibilidade de pessoas com deficiência no mercado laboral". Acrescenta ainda que o estado tem por obrigação proibir qualquer tipo de discriminação contra as pessoas com deficiência e deve protegê-las.


A "Jornada sobre a integração social e laboral de pessoas com deficiência" teve lugar esta manhã, no Auditório da Biblioteca Nacional, onde foram apresentados vários painéis: PAINEL I – QUADRO LEGAL E POLÍTICAS DE EMPREGO E DE FORMAÇÃO 09h30: Marco legal cabo-verdiano que regula o emprego e a integração de pessoas com deficiência. Ratificação da Declaração Internacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência por parte do governo de Cabo Verde – Dr. Raimundo Tavares, Diretor Geral do Trabalho e Emprego.


09 H50: Recursos existentes atualmente, em Cabo Verde, para o cuidado de pessoas com deficiência – Dr. Lamine Tavares, Diretor da DGSS 10h10: Debate (30min) - Moderadora: Dra. Filomena Amador, Coordenadora das Casas de Direito 10h40: Pausa café PAINEL II – INTEGRAÇÃO ESCOLAR E LABORAL E ACESSIBILIDADE 11h00: Integração escolar de pessoas com deficiência; - MED • Dra. Eunice Afonso e Dra. Ana Bela Teixeira, Delegação Escolar do MED (Praia): Inclusão das PCD no sistema de Ensino Regular • Dra. Maria José Alfama (Uni-CV): "Perceção sobre a inclusão escolar de pessoas portadoras de deficiência em Cabo Verde" 11h40: Acessibilidade de pessoas com deficiência – Dr. Manuel Júlio Rosa, FECAD 12h00: A visão sobre o Emprego e Formação das Pessoas com Deficiência – Dr. Manuel Júlio Rosa, FECAD 12h20: Debate (30min) - Moderadora: Dra. Zelinda Cohen, CNDHC 12h50: Pausa Almoço 


 PAINEL III – PROJECTO INCLUYE 010 – OBJECTIVOS E RESULTADOS 14h30: Objetivos y resultado del proyecto Incluye 010 - Doutora María Jesús Heras Nieva e Dra. Jussara Matos 14h55: Integración social y laboral de personas con discapacidad en Tenerife: Sinpromi S.L. – Doutora Teresa Peña, SINPROMI 15h20: Apresentação dos resultados do estudo sobre a situação social e laboral de pessoas com deficiência em Cabo Verde realizado dentro do projeto Incluye 010 – Dra. Carmelita Silva (CIGEF, Uni-CV) 15h45: Debate (30 minutos) - Moderadora: Dra. Clementina Furtado


 
PAINEL IV: PROJECÇÃO E REFLEXÃO SOBRE A EXPERIÊNCIA LABORAL E FORMATIVA 16h15: Projeção do Documentário 16h25: Testemunho de um/a do/as formando/as Comentários do Documentário e discussões 16h35: Discussão (25 minutos) Dr. Bernardino Gonçalves (ACDS) e Doutora Clementina Furtado PAINEL V: PERSPECTIVAS FUTURAS 17h00: Intervenção do Dr. José Teixeira – Coordenador da Unidade de Inovação e Empreendorismo da ADEI 17h15: Entrega dos diplomas e encerramento • Atuação do grupo "Mon na Roda" – Dança • Atuação do grupo Musical Voz de ADVIC 17h45: Discursos do Encerramento • Diretora do CIGEF – Doutora Clementina Furtado • Representante da SINPROMI Canárias – Doutora Teresa Peña • Pró-reitora da Universidade de Cabo Verde – Doutora Sónia Silva Imagens do evento:

  Fonte: Veja Aqui

Angola - ANDA diz que amputação física é principal deficiência no país

Luanda - A amputação física é a principal deficiência em Angola e o fenómeno continua a crescer em Angola devido aos acidentes de viação que se registam diariamente no país, declarou hoje, sexta-feira, o presidente da Associação Nacional de Deficientes (Anda), Silva Etiambulo

Ao falar à imprensa sobre a situação dos deficientes em Angola, à margem de um workshop sobre “A problemática do trauma no seio dos ex-combatentes utilizadores de próteses”, o lider associativo evocou que a par da guerra que causou muitos deficientes físicos há outro fenómeno- os acidentes de viação, que estão a causar muitas deficiências físicas como a amputação. Segundo disse, actualmente a ANDA tem inscritos 49 mil e 752 pessoas com deficiência física. Dos inscritos, a organização vai fazer uma triagem no sentido de averiguar os que ainda estão em vida e os que há muito tempo deixaram de ir à associação. De acordo com o interlocutor, a má condução que se assiste nos dias de hoje no país, principalmente dos autocarros, que transportam mais pessoas, têm provocado inúmeros acidentes. Nesta senda, destacou que num único acidente de autocarro, muitas pessoas podem se tornar deficientes físicos. Silva Etiambulo enalteceu ainda os esforços do Executivo angolano pela construção de centros de reabilitação física e dos centros de formação. “Temos em funcionamento os centros de reabilitação física apesar de algumas lacunas, os centros de formação adaptados para formar deficientes, um trabalho feito pelo Executivo angolano”, disse o entrevistado. Por outro lado, lamentou o facto de alguns deficientes preferirem ficar nas ruas a mendigarem, outros fechados em suas casas sem procurar formas de se adaptarem. Quanto aos utilizadores de próteses, o responsável da Anda frisou que tem havido um grande trauma por parte destes, devido ao mau uso desse material. Nesta senda, destacou que muitos utilizam mal as próteses e outros não conseguem chegar aos centros de reabilitação para aprenderem a usá-las. “ Assim, disse, pensamos em sentar com os utilizadores de próteses para em conjunto estudarmos os métodos mais viáveis para a sua utilização, como conservar e analisarmos a durabilidade das próteses que são fabricados no país”, disse.

 Fonte: Veja Aqui

sábado, 28 de junho de 2014

Congresso online tratará inclusão de pessoas com deficiência

Evento gratuito discutirá temas como inclusão e diversidade Entre os próximos dias 21 e 27 de setembro, a consultoria especializada em inclusão Affonso e Araujo irá realizar o primeiro congresso nacional online e gratuito sobre acessibilidade do País. A iniciativa que irá coincidir com a comemoração do Dia Nacional de Luta pela Inclusão das Pessoas com Deficiência será composta por discussões sobre inclusão, diversidade, saúde, relacionamento, carreira, empreendedorismo, direitos humanos, tecnologias de informação e comunicação e reabilitação.


  O evento poderá ser acompanhado pela internet e irá oferecer opção de conteúdo em Libras. “Este será um encontro sem precedentes no Brasil, muito esperado pelos mais de 45 milhões de brasileiros com deficiência e pelos outros milhões com necessidades especiais que lutam por uma vida digna", defende a diretora da Affonso e Araujo Consultoria, deficiente visual e idealizadora do congresso, Dolores Affonso. Saiba Mais Concurso público abre 215 vagas com salário de R$ 21,6 mil Além de palestras e entrevistas, o congresso contará com um espaço virtual para parceiros, com informações de contato de diversas organizações de apoio ao deficiente como empresas de recolocação, formação e capacitação profissional, desenvolvedoras de tecnologias de informação e comunicação, sites de relacionamento, agências de turismo acessível, projetos de esporte adaptado e moda inclusiva.

  Outras informações e inscrições podem ser feitas no site do congresso 

 

Fonte: Veja Aqui

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Montijo Incentiva a Pratica Desportiva para pessoas Com Deficiência


A Câmara Municipal do Montijo aprovou, por unanimidade, na reunião de 11 de junho, a celebração de um protocolo de colaboração com a Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social (FENACERCI).


Esta parceria tem como objetivo articular recursos e ações para a prática desportiva para a pessoa com deficiência. De acordo com o protocolo, a Câmara é responsável pela promoção de ações de sensibilização no âmbito do desporto adaptado junto dos agentes desportivos e instituições locais e, ainda, pelo apoio na dinamização, na sua área geográfica, de seções desportivas para praticantes com deficiência. A FENACERCI compromete-se a prestar apoio ao município no enquadramento técnico das diversas atividades de desporto para pessoas com deficiência e a desenvolver, conjuntamente com a câmara, ações de formação para agentes desportivos. Este protocolo segue os pressupostos do projeto Incluir+, executado pela Câmara Municipal do Montijo em estreita parceria com várias instituições locais, como é o caso do Clube Atlético do Montijo, com o objetivo de sensibilizar a comunidade para o processo de inclusão através do desporto. Neste âmbito, ao longo do ano, são realizadas diversas ações e atividades como por exemplo o VII Campo Aberto de Canoagem e as 1.ªs Jornadas Náutica para Todos, que decorreram nos dias 6 e 7 de junho de 2014, e que contaram com a participação da FENACERCI. A FENACERCI tem como missão fundamental promover a criação de condições que defendam os interesses e os direitos das pessoas com deficiência intelectual e as suas famílias

. Fonte: Veja Aqui

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Barreiro: Associação inaugura espaço de apoio a pessoas com deficiência


A Nós – Associação de Pais e Técnicos para a Integração do Deficiente inaugurou esta quarta-feira, dia 4 de Junho, a obra do projecto "Uma Cidade Para Todas As Pessoas". O equipamento destinado ao apoio de pessoas com deficiência é constituído por um Centro de Actividades Ocupacionais, quatro residências autónomas e um serviço de apoio domiciliário. 


 Humberto Candeias, director técnico da Nós, destaca que o novo equipamento, além das novas três respostas sociais com capacidade para apoiar 80 utentes, "procura criar sinergias na comunidade, de modo a promover uma agenda que coloque a inclusão social na ordem do dia". De acordo com a Nós, Humberto Candeias sublinha que esta inauguração "junta a evocação de 32 anos de esforço para melhorar as condições de vida de pessoas com deficiência ao presente, com a realização de toda uma comunidade que encontrou vontade e energia para erguer um projecto de qualidade e dimensão supraconcelhia". "O peso das responsabilidades e dos obstáculos, a dureza do percurso, não apenas não diminui a alegria da realização como até lhe confere um sabor muito especial", explicou Humberto Candeias. Segundo a Nós, o projecto "Uma Cidade Para Todas As Pessoas" insere-se no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano (POPH) do Quadro de Referência Estratégica Nacional e compreende um investimento de cerca de 1 milhão e 711 mil euros, "sendo a comparticipação pública, nacional e europeia de 1 milhão e 167 mil euros e a comparticipação sob responsabilidade da NÓS de 544 mil euros". O terreno para a construção do equipamento foi cedido pela autarquia do Barreiro.

  Fotos: © CMBarreiro Redacção

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Cadeira de rodas inspirada em tanque de guerra

Um bombeiro que esteve na Guerra do Golfo criou a ThankChair, uma cadeira de rodas que anda em todo o tipo de terreno, a pensar na mulher, que ficou paralisada num acidente. Custa 19.500 euros e reverte para uma associação de solidariedade.


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Brad Soden não tinha qualquer formação ou experiência em mecânica ou engenharia, mas criou esta cadeira de rodas a pensar na mulher, Liz, mãe dos seus cinco filhos, que ficou paralisada na sequência de um acidente de viação em 1999. Durante um passeio em família num parque natural do Arizona, a família decidiu seguir um rebanho de ovelhas com que se cruzou. Só que a cadeira de rodas que Liz usava na época não se adequava ao terreno e ela ficou impedida de continuar a perseguição. Perante esta impotência da mulher, Brad decidiu dedicar-se a criar uma solução. Passou muitas noites na garagem, bebeu muitas cervejas, mas chegou à ThankChair, uma cadeira de rodas que adapta o conceito dos tanques militares e que, em vez de rodas, tem as chamadas lagartas. A história da família está contada no site ThankChair.com, em que é possível ainda adquirir exemplares desta invenção. Cada modelo custa no mínimo 19.500 dólares e deverá durar entre 15 e 20 anos. Os lucros revertem a favor da Fundação criada pela mulher, que tem por objetivo dar mobilidade a crianças, polícias, bombeiros e combatentes feridos.
 

Fonte: Diário Notícia – Ciência

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Portugal vai ter primeira escola de atletismo para pessoas com deficiência

Portugal vai ter em breve a primeira escola de atletismo para pessoas com deficiência, um projeto do atleta paralímpico Jorge Pina, que pretende dar a conhecer a realidade do desporto adaptado e captar novos talentos.


A escola começará a funcionar em pleno em setembro, no início do ano letivo, mas vamos já começar a ir às escolas apresentar o projeto aos jovens e aos pais”, explicou Jorge Pina, em declarações à agência Lusa. O atleta, que marcou presença nos Jogos Paralímpicos de Pequim2008 e Londres2012, referiu que o grande objetivo da escola é “dar oportunidade aos jovens com qualquer tipo de deficiência de experimentarem as várias disciplinas do atletismo e de as começarem a praticar”. Jorge Pina considerou que este projeto é “também uma forma de rejuvenescer o desporto adaptado” e admitiu que “gostaria de abrir o leque a outras modalidades”. O atleta, que cegou aos 28 anos numa altura em que praticava pugilismo, explicou que a escola servirá também para ajudar a formar futuros professores. “Além de ser uma escola para pessoas com deficiência também será uma escola para futuros professores, pois temos protocolos com faculdades, para que os futuros professores tenham oportunidade de trabalhar diretamente para o terreno trabalhar com pessoas com deficiência”, disse. Numa primeira fase a escola vai ter cerca de 70 alunos “referenciados pela Direção Regional de Educação de Lisboa (DREL)”, disse Jorge Pina, garantindo que no futuro “o objetivo é chegar a mais instituições, nomeadamente a centros de reabilitação”. A escola de atletismo vai funcionar em três polos localizados em Lisboa – Estádio Universitário, INATEL e Pista de Atletismo Municipal Professor Moniz Pereira –, mas Jorge Pina espera “crescer e formar treinadores e técnicos noutras zonas”. A criação da escola, uma aspiração antiga da Associação Jorge Pina, foi possível devido à parceria com a marca Rexona, que através de uma iniciativa realizada em vários ginásios colocou os portugueses a correrem. Por cada quilómetro percorrido, nos locais aderentes, a marca doou um euro, tendo em cerca de 15 dias sido conseguidos os 50.000 euros necessários para o arranque. “Muitos portugueses deram quilómetros para que tudo se tornasse realidade”, afirmou Jorge Pina, lembrando que a escola tem parcerias com o Instituto do Português do Desporto e Juventude e com o Instituto da Nacional para a Reabilitação.

  Fonte: Diário Digital/Lusa

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Portugal venceu festival Europeu da Canção para pessoas com deficiência? Sim!

É verdade, contra tudo o que possam estar a pensar. Portugal venceu o Festival Europeu da Canção para pessoas com deficiência. 


  Paulo Jesus, Pedro Falcão, Paulo Casal e Márcio Reis venceram o Festival Europeu da Canção para a Pessoa com Deficiência Mental. Representaram a APCC - Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra e Portugal, em Estocolmo, Suécia, depois de terem conquistado, em 20 de Outubro de 2012, o Festival Nacional da Canção para Pessoas com Deficiência, na Lousã. Acompanhados pelo professor Paulo Jacob apresentaram ‘Mundo de Contradições’ que, com letra de Paulo Casal, conquistou o júri e lhes permitiu viver uma experiência memorável. Foi com este mesmo trabalho que Paulo Jesus e Pedro Falcão se estrearam em palco. Esta notícia que não veio nas primeiras páginas nem abriu telejornais destaca um acontecimento que é uma honra para todos os portugueses. Estes jovens representaram um país que tem uma ‘língua exótica, suave e agradável’, como disse o apresentador do Festival.

  Fonte: Veja Aqui

No Brasil Governo realiza Dia D de Inclusão para pessoas com deficiência

Nesta quinta-feira (29), será realizado na Fundação Centro Integrado de Apoio à Pessoa com Deficiência (Funad) o Dia D de Inclusão Social e Profissional das pessoas com deficiência. O evento é realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (Sedh), Funad, Sine Estadual e de João Pessoa, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Também é parceiro nesta iniciativa o Instituto Nacional de Seguro Social (INSS/JP) e a Secretaria de Direitos Humanos (SDH/PR). O objetivo do evento é promover a inserção da pessoa com deficiência em uma oportunidade de trabalho. A ação foi realizada com êxito em dois estados do Brasil. A principal estratégia do Dia D é dedicar um dia inteiro de atendimento para a inclusão da pessoa com deficiência (PcD) e do beneficiário reabilitado no mercado formal de trabalho, reunindo no mesmo espaço as empresas que vão disponibilizar vagas e os trabalhadores candidatos a uma oportunidade de emprego. A ação visa o atendimento, não só à pessoa com deficiência, como também do beneficiário reabilitado – pessoa que tenha cumprido o Programa de Reabilitação Profissional pelo Instituto Nacional de Seguro Social – INSS. O reabilitado, ao final do programa, recebe do INSS um certificado que lhe garante esta condição. A Lei Federal nº 8.213/91 (Lei de Cotas) obriga as empresas com mais de 100 funcionários a incluírem pessoas com deficiência (PcD) ou beneficiário reabilitado no seu quadro de efetivos e o MTE atua para que essa contratação se dê da melhor maneira possível, incentivando e cobrando das empresas sua responsabilidade legal e social, de modo a proporcionar às pessoas com deficiência e aos beneficiários reabilitados o acesso a uma vaga no mercado de trabalho em igualdade de oportunidades. Números – De acordo com o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população do Brasil é composta por 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que corresponde a quase 24% do total da população brasileira. De acordo com os dados da Relação Anual de Informações Sociais – RAIS 2012, 330 mil estão no mercado formal de trabalho, o que corresponde a 0,70% do total de vínculos empregatícios em todo o Brasil

. Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 26 de maio de 2014

No Brasil - Inserção de deficientes no mercado é tema de evento em SP

Representantes de secretarias municipais e entidades da área devem participar do encontro da Secretaria de Direitos Humanos Inserção no mercado de trabalho será o tema do encontro “Pessoas com Deficiência nos Dias Atuais: Protagonista sim!”, que ocorre na próxima terça-feira (27), na Casa do Advogado, em Bauru (SP). O encontro, que deverá reunir representantes de secretarias municipais, sociedade civil e instituições ligadas à temática é realizado pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/SP), com participantes das cidades de Araçatuba, Assis, Bauru, Itapetininga, Marília, 


Presidente Prudente e São José do Rio Preto. Entre os temas do debate, estão a orientação das pessoas com deficiência sobre a legislação atual do emprego e o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), no âmbito do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite. Na ocasião, a consultora do Pronatec /Viver sem Limite no estado de São Paulo (Bauru e região), Leda Maria Borges, apresentará o programa do Governo federal e as ações realizadas pela qualificação profissional das pessoas com deficiência. “Estamos num momento em que a política pública existe, as ações pela empregabilidade das pessoas com deficiência estão acontecendo, portanto a hora é de dar visibilidade a tudo isso e trabalhar em conjunto pela quebra das barreiras, sejam elas arquitetônicas ou atitudinais”, afirma. Sobre as alterações recentes na legislação de incentivo à empregabilidade, a consultora destaca a lei 12.470/11, que permite à pessoa com deficiência que recebe o Benefício de Prestação Continuada (BPC Trabalho), a suspensão temporária do recebimento enquanto exercer atividade remunerada, inclusive como microempreendedor individual. “Se nesse período o beneficiário não conseguir se manter no trabalho ou não adquirir o direito a outro benefício previdenciário, ele retorna ao BPC sem precisar passar novamente por todo o processo de requerimento ou de avaliação da deficiência e do grau de impedimento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)”, explica. Outra alteração na mesma lei permite que pessoas com deficiência contratadas na condição de aprendizes, entre 16 e 24 anos, continuem recebendo o BPC junto com a remuneração salarial durante o período do contrato. Os direitos fundamentais à educação e ao trabalho no contexto das ações afirmativas para as pessoas com deficiência será o tema abordado pelo coordenador da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da OAB/SP, Eduardo Jannone da Silva. Para ele, a educação de qualidade, a formação profissional e a empregabilidade “são as melhores respostas que um conjunto de ações, coordenadas por vários agentes, podem dar a pessoa com deficiência para que ela tenha acesso a seus direitos fundamentais”. Também participam do evento a secretária municipal de Bem Estar Social de Bauru (SEBES), Darlene Martin Tendolo; a coordenadora do Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência (Padef) da Secretaria do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, Marinalva Cruz; a assistente social e diretora técnica da APAE de Bauru, Rose Maria Carrara Orlato; a coordenadora do Núcleo de Pesquisa do Sorri Bauru, Claudia C. Granja Bentim e a representante do Conselho Curador da Fundação para o Estudo e Tratamento das Deformidades Crânio-Faciais (Funcraf) de Bauru, Maria José Monteiro Benjamin Buffa.

 Pronatec 


 O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego foi criado pelo Governo Federal em 2011 com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica. No programa, são oferecidos cursos gratuitos nas escolas públicas federais, estaduais e municipais, nas unidades de ensino do Senai, Senac, Senar e Senat, em instituições privadas de ensino superior e de educação profissional de nível médio  

Fonte: Veja Aqui

domingo, 18 de maio de 2014

Entorno de estádios da Copa preocupa pessoas com deficiência

Entidades que defendem os direitos de quem tem mobilidade reduzida estão preocupadas com o acesso a estádios e eventos durante a Copa do Mundo 


 Apesar da previsão de um percentual mínimo de assentos destinados a pessoas com deficiências nos estádios, entidades que defendem os direitos de quem tem mobilidade reduzida estão preocupadas com o acesso a estádios e eventos durante a Copa do Mundo. Chegar ao estádio com facilidade e segurança pode ser um desafio para quem quiser acompanhar os jogos do Mundial.


 Para o gerente executivo da Associação de Deficientes e Familiares de Recife (Asdef), Normando Vitorino, chegar à Arena Pernambuco pode ser mais problemático do que se locomover dentro do estádio ao jogo. Ele diz que o local tem vagas em estacionamento em número adequado, mas a maioria das pessoas não vai de carro para o estádio. "A estação de metrô fica um pouco distante do estádio, então a minha preocupação é se esses ônibus que farão a integração terão acessibilidade para cadeirantes e pessoas no geral que demandam de acessibilidade maior", diz. 


De acordo com a Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) de Pernambuco, o serviço de vans do Projeto PE Conduz estará disponível nos dias de jogos para transportar pessoas com mobilidade reduzida do metrô e de pontos de estacionamentos até o estádio. Para Vitorino, a situação das pessoas com deficiência na Copa não será diferente do dia a dia. "Se hoje você tem uma dificuldade de acessibilidade no transporte público, no cotidiano de todas as cidades brasileiras, eu não imagino que vamos encontrar para a Copa uma situação mais favorável do que encontramos no dia a dia." A presidente da Associação Baiana de Deficientes Físicos (Abadef), Luiza Câmera, foi para a inauguração da Arena Fonte Nova, em Salvador, e considerou o estádio adequado no quesito acessibilidade. Porém, ela ficou preocupada com o entorno da arena e o acesso das pessoas com deficiência por meio do transporte público. "Temos um número significativo de presença dessas pessoas que vão querer assistir aos jogos, não vão querer estar excluídos. E a inclusão social não é só fazer a rampa, é estar lá, participar", diz. Publicidade A dificuldade de aceso o estádio também é observada pelo promotor de Justiça Moacyr Rey. Ele diz que a acessibilidade nos estádios da Copa está contemplada, mas o entorno das arenas e o acesso até o estádio continuam com as deficiências que sempre existiram. "As obras de mobilidade que poderiam melhorar a acessibilidade ainda não terminaram, e a acessibilidade já é ruim por si só, então somaram-se duas circunstâncias ruins. A vitrine dentro do estádio está ok, mas e o resto?", Aponta. Segundo ele, em alguns lugares, a ida dos torcedores com deficiência até os jogos será facilitada com o transporte gratuito para o estádio, mas isso só resolve o problema provisoriamente. "Fora da Copa, em outros eventos, essa estrutura não funciona tão a contento, então a pessoa tem que se deslocar sozinha. E nesse percurso até o estádio ainda tem problemas." A deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP) está acompanhando de perto o andamento das obras de mobilidade em estádios e aeroportos para a Copa do Mundo. Ela diz que recebe reclamações de entidades de diversos estados relatando problemas na acessibilidade aos estádios, principalmente relacionados ao entorno das arenas. "Não basta fiscalizar o estádio, o entorno, as calçadas que me preocupam, como as pessoas com deficiência vão chegar no estádio." Para a superintendente do Instituto Brasileiro dos Direitos da Pessoa com Deficiência (IBDD). Teresa Costa d'Amaral, o Rio de Janeiro continua tendo dificuldades de acessibilidade em transportes, restaurantes, hotéis e casas de shows. Em relação ao Maracanã, ela critica a falta de soluções para estacionamentos. "A questão da acessibilidade, para se tornar efetiva, deve ser incorporada à rotina de serviços e políticas públicas. Eventos e jogos não mudam o padrão dos governos de negar à pessoa com deficiência o acesso aos seus direitos básicos como cidadã brasileira, mas essa realidade está evidente em todo o país", avalia. Para ela, a Copa não deixará legado para a população, assim como os Jogos Parapan-Americanos Segundo o Comitê Organizador Local (COL), foi adotada, em colaboração com as sedes, uma política de alocação de vagas para pessoas com deficiência nos estádios. As vagas de estacionamento para esse público são limitadas, e as credenciais veiculares devem ser obtidas nos centros de ingressos das sedes, mediante comprovação da deficiência. Em Salvador, não foi possível encontrar um estacionamento próximo ao estádio, então a sede irá prover o transporte do Shopping Barra até o portão de entrada da arena. "Além das vagas oferecidas pelo COL, a grande maioria das sedes proverá serviço de transporte para pessoas com deficiência de um determinado ponto até o estádio", diz o comitê. Em caso de dúvidas sobre as credenciais veiculares, os torcedores podem entrar em contato pelo e-mail enquiries@2014ftc.com.br e telefone 0300 021 2014.

Fonte: Veja Aqui

sábado, 17 de maio de 2014

Pessoas com deficiência com taxas bonificadas no crédito à habitação

As pessoas com deficiência vão beneficiar de taxas de juro bonificadas no crédito à habitação. A decisão dependia da vontade dos bancos ,agora o regime passa a ser obrigatório.

 O projeto lei foi ontem aprovado no parlamento , com o voto a favor de todos os partidos Ficam abrangidas todas as pessoas com deficiência, maiores de 18 anos e com grau de incapacidade de pelo menos 60%. O diploma deverá entrar em vigor dentro de seis meses. O PS anunciou que vai propôr a redução do prazo e o alargamento das condições das taxas bonificadas a famílias que tenham menores com deficiência.
 

 Fonte: Blogue Tetraplégicos «Eduardo Jorge»

Cientistas usam vírus do sarampo para combater cancro

Uma equipa médica norte-americana conseguiu curar um cancro na medula óssea de um doente usando uma vacina do sarampo reforçada, segundo um artigo publicado hoje na revista Mayo Clinic Proceedings. 

 No artigo, o hematologista Stephen Russell afirma que a equipa desenvolveu uma terapia que se aplica uma vez, cujo "resultado pode ser remissão do cancro a longo prazo". "Nós acreditamos que ela pode ser uma cura em dose única", disse Stephen Russell sobre os resultados apresentados por uma paciente de 49 anos diagnosticada com mieloma múltiplo, um tipo de cancro que tem origem nas células plasmáticas, um tipo de glóbulos brancos. À doente foi dada uma dose intravenosa do vírus do sarampo, que é seletivamente tóxico para as células de plasma de mieloma. Uma dose normal de vacina contra o sarampo contém 10 mil unidades infeciosas de vírus do sarampo, mas, neste estudo, a equipa aponta para uma dose de 100 mil milhões de unidades infeciosas. "Ela teve uma resposta notável", garantiu Stephen Russell, indicando que um tumor na testa desapareceu, apesar de, inicialmente, ter tido alguns efeitos colaterais, incluindo uma forte dor de cabeça. De acordo com o hematologista, a remissão do cancro durou nove meses e quando o tumor na testa da paciente começou a reaparecer, os médicos trataram-no com radioterapia local.

 

  Fonte: DN Ciência

sábado, 3 de maio de 2014

No Brasil Adolescente e deficiente contam sobre mercado de trabalho em MG

Primeira oportunidade ajuda adolescente a cuidar de filha em Juiz de Fora. Pessoas com deficiências têm colocação, mas enfrentam dificuldades.

Com 17 anos, a estudante Arelly Cristina da Silva conquistou a primeira oportunidade no mercado de trabalho há cinco meses. Ela é auxiliar de serviços administrativos em uma empresa de metalurgia em Juiz de Fora e divide o tempo entre as tarefas do Departamento de Desenvolvimento Humano e Organizacional, os estudos e a filha de um ano e seis meses. Já a atendente Valdirene Alves de Paula, de 42 anos, está há um ano e seis meses na unidade de um grupo de planos de saúde no município. Com deficiência no braço esquerdo, ela dá conselho para pessoas com deficiência que querem conquistar espaço no mercado. Arelly participou de uma iniciativa da própria empresa, o “


 Agente do Amanhã”, que busca capacitar jovens do Bairro Igrejinha para ajudá-los na inserção no mercado. São oferecidos cursos como auxiliar administrativo e rotinas de escritório. A adolescente disse que se interessou porque já pensava em começar a trabalhar para ajudar nas despesas da casa, onde mora com a mãe. “Eu pensei primeiro na minha filha”, destacou. Ela foi convidada a integrar a equipe após demonstrar potencial no curso de rotinas de escritório. “É a minha primeira vez no mercado e estou adorando. Antes não sabia nada sobre a área e agora já penso em fazer outros cursos”, afirmou. A atuação no setor de recursos humanos despertou nela a vontade de estudar sobre a área no ensino superior. “Continuo buscando me aprimorar e os jovens que quiserem entrar no mercado também devem procurar cursos”, explicou Arelly que é aluna do 1º ano da Escola Estadual Almirante Barroso. Valdirene também ingressou no mercado de trabalho ainda jovem, com o auxílio de um programa de qualificação. Com o ensino fundamental completo, ela está em busca de aperfeiçoar os conhecimentos. “Quero finalizar o ensino médio”, enfatizou. Ela já passou pelo comércio e também por um hospital da cidade e hoje se diz satisfeita com a empresa onde trabalha. “Felizmente não encontrei dificuldades que me impedissem de seguir em frente. A organização em que trabalho valoriza o profissional e incentiva o crescimento”, destacou. Sem os dedos da mão esquerda, ela aconselha a quem tem algum tipo de deficiência e precisa de uma colocação no mercado a não desistir.

“Tudo é possível. Tem que correr atrás. Sempre tem uma empresa que acolhe muito bem”, afirmou. ‘Adequação não acompanha capacitação’ De acordo com a chefe do Departamento de Políticas para Pessoas com Deficiência e Direitos Humanos da Prefeitura, Thaís Altomar, a realidade das pessoas com deficiência no mercado não tem sido sempre positiva como a vivenciada por Valdirene. Ela explicou que um estudo desenvolvido pelo departamento juntamente com outros órgãos apontpu que houve uma modificação sobre a inserção do deficiente no mercado. No Brasil, a lei 8.213 regula a contratação formal de pessoas com deficiência. Conhecida como “Lei de Cotas”, ela foi criada em 1991 e prevê que toda empresa com 100 ou mais funcionários é obrigada a destinar de 2% a 5% das vagas de trabalho a pessoas com deficiência, dependendo do total de empregados.
Segundo Thaís, anteriormente a justificativa das organizações para não contratar era a de que as pessoas com deficiência não tinham capacitação suficiente. De outro lado, deficientes diziam que as empresas não apresentavam condições de trabalho, como acessibilidade. “Identificamos uma mudança. As pessoas com deficiência estão cada vez mais no ensino regular. A adequação das universidades com acessibilidade, com intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), tem atraído e possibilitado o ingresso dessas pessoas e há muitos cursos de qualificação. No entanto, as empresas não têm evoluído e se adequado na mesma velocidade. Não se adaptaram, não apresentaram mudanças nos cargos e salários”, analisou. Thaís informou ainda que a Prefeitura tem um trabalho de inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. “Fazemos palestras tanto para conscientizar as empresas quanto para incentivar a qualificação contínua das pessoas com deficiência que já estão empregadas”, explicou. O departamento ainda conta com um cadastro de currículos e realiza encaminhamentos a empresas, além de ter uma parceria com o serviço JFEmpregos. “As pessoas com deficiências podem concorrer tanto a vagas da Lei de Cotas como a vagas fora desse percentual”, concluiu.
 

Fonte: Veja Aqui

sábado, 26 de abril de 2014

NO BRASIL GOVERNO QUALIFICARÁ PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO ESTADO

No Brasil o Governo do Estado, através das Secretarias do Trabalho e dos Direitos Humanos pretende iniciar o mais breve possível o processo de qualificação de pessoas com deficiência de Aracaju e de todos municípios do interior de Sergipe. Na tarde da última quarta-feira (23/04) os secretários Antônio Hora (Trabalho)e Antônio Bittencourt (Direitos Humanos) firmaram uma parceria destinada à qualificação e inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, de acordo com o que determina o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Viver sem Limite, por meio do Decreto 7.612, de 17 de novembro de 2011.

   Os Governos Federal (através da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República) e de Sergipe reafirmam o compromisso do Brasil com as prerrogativas da Convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre os direitos das pessoas com deficiência, ratificada pelo nosso país com equivalência de emenda constitucional.O Brasil e Sergipe estão empenhados na implementação dos apoios necessários ao pleno e efetivo exercício da capacidade legal por todas as pessoas com deficiência, equiparando as oportunidades para que a deficiência não seja utilizada como impedimento à realização de sonhos , desejos e projetos, valorizando o protagonismo e as escolhas dos brasileiros com e sem deficiência. PARCERIA- O secretário do Trabalho, Antônio Hora, recebeu a iniciativa da Secretaria dos Direitos Humanos e da Cidadania com bastante entusiasmo, porque a SETRAB tem uma problemática atual quando “a gente capta vagas para deficientes junto às empresas e os nossos cadastros não suprem as vagas abertas no mercado”. Segundo ele, a mão de obra com pouca qualificação da pessoa com deficiência também impede o acesso dessa pessoa no mercado. “O Pronatec pode ser uma ferramenta para minimizar essa problemática, a partir do momento que vai dar uma qualificação profissional, uma formação mais específica para o que o mercado está demandando”, acrescentou Antônio Hora. - São duas ações diretas nessa relação de parceria: primeiro, a SETRAB vai disponibilizar o seu banco de dados para subsidiar a SEDHUC quando for pactuar com os Ministérios, trazendo uma maior quantidade de vagas de cursos de formação para as pessoas com deficiência no Estado; e em segundo lugar, a SETRAB está se habilitando à condição de supervisora de demandas. A partir do momento em que a SEDHUC passe a ofertar vagas, a SETRAB vai supervisionar e realizar pré-matrículas de pessoas com deficiência para que possam ocupar essas vagas do Pronatec – explicou Antônio Hora. O secretário dos Direitos Humanos e Cidadania, Antônio Bittencourt, ressaltou a importância da parceria com a SETRAB para fortalecer a necessidade do Governo do Estado cumprir o seu papel social.”Acho que essa ação do Pronatec voltada para as pessoas com deficiência, na medida em que estimula a capacitação de um seguimento duplamente sacrificado pela condição econômica e também pela deficiência física”, disse Bittencourt. Entende o secretário dos Direitos Humanos e Cidadania, que a idéia é sua Pasta utilizar o banco de dados do Núcleo de Apoio ao Trabalho pra “gente disponibilizar as nossas ações para buscar as pessoas com deficiência em função dessas ofertas de emprego. Eu gostaria de exaurir essas vagas utilizando o que for possível através da busca junto às comunidades, de contatos com o Conselho Estadual das Pessoas com Deficiência do Estado de Sergipe. São os mecanismos que a gente tem para chegar a essas demandas”, esclareceu Antônio Bittencourt. PRONATEC – A consultora do Pronatec/Viver sem Limite, para os Estados de Sergipe e Alagoas, Andreza Silva Santos fez uma ampla abordagem do Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Finalizando, o secretário Antônio Hora assegurou que quanto maior for a possibilidade de inserção dessas pessoas com deficiência nos cursos do Pronatec e nas vagas do mercado de trabalho, melhor será a ação do Governo do Estado na politica estadual de inserção. Antônio Hora ressaltou o empenho das duas secretarias e espera nos próximos meses trazer números animadores em relação à quantidade de vagas ofertadas no Pronatec para pessoas com deficiência; e também, a quantidade de pessoas com deficiência que acabam se inserindo no mercado de trabalho em consequência de uma melhor qualificação. VAGAS DISPONÍVEIS – O Núcleo de Apoio ao Trabalho dispõe de 140 vagas de empregos para pessoas com deficiência. Os interessados devem procurar o posto central do NAT situado à rua Riachuelo,726 Aracaju. PARTICIPANTES – Participaram da reunião realizada na tarde de quarta-feira (23/04) os secretários Antônio Hora-Trabalho e Antônio Bittencourt-Direitos Humanos e Cidadania, Jorge Araujo Filho-Adjunto do Trabalho, Andreza Silva Santos-Pronatec/Viver sem Limite, Cláudio Viana-coordenador de Qualificação do NAT e Juliana Ferreira-assessora do NAT.

 Fonte: Veja Aqui

sexta-feira, 18 de abril de 2014

BB libera R$ 100 milhões para pessoas com deficiência

O Banco do Brasil ultrapassou a marca de R$ 100 milhões em desembolso na linha destinada a financiar itens de tecnologia assertiva para pessoas com deficiência. Segundo o BB, mais de 16 mil clientes já contratam empréstimo na instituição para financiar os bens e serviços. Na comparação do que foi liberado no primeiro trimestre deste ano com o mesmo período do ano passado, houve incremento de 16%.

  Essa linha de crédito foi criada pelo governo federal em fevereiro de 2012. Entre os produtos que podem ser financiados estão cadeira elevadora para domicílios, cama hospitalar, serviços de adaptação de veículos, órteses e próteses, entre outros. O cliente ainda pode usar os recursos do banco público para adaptar sua moradia para pessoas com deficiência, financiando o projeto arquitetônico, a reforma e os materiais de construção. É possível comprar equipamentos para si mesmo ou para ajudar outra pessoa. A decisão de autorizar os bancos a criar crédito específico para portadores de deficiência foi tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro de 2012. O Banco Central (BC) estimou, na época, em R$ 1 bilhão o volume de recursos da exigibilidade total. No Banco do Brasil, a linha destinada a esse público, que é isenta de IOF, cobra taxa de juros de 0,41% ao mês para quem recebe até cinco salários mínimos ou 0,45% mensais para quem ganha de cinco a dez salários mínimos. O cliente tem a opção de financiar a totalidade do valor do bem ou serviço, com limite máximo de R$ 30 mil. A dívida pode ser quitada em até cinco anos.

  Fonte: Veja Aqui

terça-feira, 15 de abril de 2014

Feira em SP traz novas tecnologias para pessoas deficientes

Uma feira internacional de tecnologias em reabilitação e inclusão, a Reatech, na capital paulista, apresentou as novidades tecnológicas voltadas para melhorar a vida de pessoas com deficiências. Durante quatro dias de evento, encerrado neste domingo, cerca de 300 expositores nacionais e estrangeiros puderam exibir seus produtos no Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul da cidade.


  Entre o público estimado em 50 mil pessoas, havia aquelas interessadas nos automóveis adaptados para pessoas com deficiência física, como o auxiliar administrativo Renan Batista dos Santos, de 31 anos. Ele, que utiliza muletas, locomove-se por São Paulo em ônibus e metrô. Para Renan, o transporte público ainda precisa melhorar muito. "Podia melhorar mais a acessibilidade, que é muito difícil aqui", reclamou. O auxiliar administrativo pretende tirar a habilitação e comprar um veículo adaptado. Carlos Cavenaghi, proprietário de uma empresa especializada em adaptação veicular para pessoas com mobilidade reduzida, conta que hoje já existem equipamentos que proporcionam total autonomia para os usuários cadeirantes na hora de dirigir e que também facilitam a vida de familiares que precisam transportar alguém com mobilidade reduzida no banco do passageiro. "Para fazer essa adaptação (direção para cadeirantes), que é uma coisa fabricada no Brasil, hoje um paraplégico pode gastar pouco mais de R$ 1 mil, ou até R$ 4 mil se ele escolher equipamentos mais caros". A cadeirante Maria José de Lima Menezes, dona de casa, aprovou as novidades da feira. "A cada dia que passa, as coisas ficam mais avançadas para a pessoa com deficiência. Tem muita coisa que melhora a vida do deficiente, como para ajudar a andar nessas nossas ruas esburacadas", disse. Na feira, a Secretaria Estadual do Emprego e Relações do Trabalho também ofereceu 600 vagas exclusivas para pessoas com deficiência. De acordo com Marinalva Cruz, coordenadora do Programa de Apoio à Pessoa com Deficiência, que atende todo o estado, nos quatro dias de feira, foram recebidos mais de 300 currículos. "Amanhã, vamos entrar em contato com essas pessoas e orientar sobre o processo seletivo", disse ela.

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  A maior parte dos candidatos, relata Marinalva, eram pessoas com deficiência auditiva. Já entre as vagas oferecidas, a maior parte era voltada para as áreas de produção e de administração. "Tem muita vaga de auxiliar administrativo e auxiliar de escritório. Já em supermercados de todo o estado, há um número muito expressivo de vagas para repositores, operador de loja, operador de caixa e fiscais de loja", disse.

 Fonte: Veja aqui

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Doentes paralisados recuperam mobilidade após implante medular

O resultado, embora obtido num pequeno número de pessoas, abre o caminho a um novo tipo de tratamento contra as lesões da espinal medula.



Quatro homens que estavam paralisados do torso para baixo há mais de dois anos – e cuja situação era considerada irreversível – recuperaram a capacidade de mexer voluntariamente as pernas e os pés (mas não de andar) depois de um dispositivo eléctrico ter sido implantado na sua espinal medula, revelaram terça-feira cientistas nos EUA. Os autores acreditam que um tratamento deste tipo poderá ajudar milhões de pessoas paralisadas na sequência de um traumatismo, incluindo aqueles a quem nem sequer é actualmente proposto um protocolo de reabilitação por o seu caso ser considerado irremediável. Os resultados também põem em causa uma ideia-chave acerca das lesões da espinal medula: o facto de o seu tratamento exigir a regeneração dos neurónios danificados ou a sua substituição, por exemplo, por células estaminais. Ambas abordagens têm-se revelado extremamente difíceis – e, no caso das células estaminais, controversas. “A principal mensagem aqui é que as pessoas com lesões da espinal medula do tipo das destes homens já não precisam de pensar que a sua paralisia é uma sentença para toda a vida”, disse em entrevista Roderic Pettigrew, que não participou no estudo. Pettigrew é director do Instituto Nacional de Imagiologia Biomédica e de Bioengenharia, que faz parte dos Institutos Nacionais de Saúde norte-americanos (NIH, a instância federal que financia a investigação pública nos EUA). “Podem conseguir um certo nível de função voluntária”, algo que o cientista considera ser um “marco” nas pesquisas sobre lesões espinais. O seu instituto financiou em parte o estudo, que foi publicado terça-feira na revistaBrain. A fundação criada pelo actor Christopher Reeve, paralisado na sequência de um acidente de cavalo, também co-financiou estas pesquisas. A recuperação parcial conseguida por doentes “irrecuperáveis” sugere que os médicos e os terapeutas da reabilitação poderão estar a desistir de ajudar milhões de pessoas paralisadas. É que a terapia física pode simular alguns dos aspectos da estimulação eléctrica fornecida pelo dispositivo agora testado, diz Susan Harkema, especialista de reabilitação neurológica da Universidade de Louisville, que liderou o novo estudo. “Umas das coisas que estes resultados mostram é que o potencial de recuperação dos doentes com lesões espinais é maior do que se pensava, mesmo sem estimulação eléctrica”, explicou numa entrevista. “Hoje em dia, os doentes não beneficiam de reabilitação porque não são considerados um 'bom investimento'. Devemos repensar o que lhes oferecemos, porque a reabilitação pode promover a recuperação de um número muito maior." Estrela de basebol O estudo destes cientistas começou com o caso de um único doente paralisado, cujos resultados a equipa de Harkema publicou em 2011. Rob Summers, estrela de basebol universitário, fora atropelado em 2006, ficando paralisado do pescoço para baixo. Em finais de 2009, foi-lhe colocado um implante epidural imediatamente abaixo da zona lesionada. O dispositivo de 72 gramas começou a emitir correntes eléctricas de diversas frequências e intensidades, estimulando os densos fascículos de neurónios da espinal medula. Três dias mais tarde, Summers pôs-se de pé sem ajuda. Em 2010, deu uns primeiros passos hesitantes. A sua recuperação parcial tornou-se um fenómeno mediático, mas mesmo os autores do tratamento acharam que a estimulação epidural apenas poderia beneficiar os doentes paralisados que, como Summers, ainda tinham alguma sensibilidade nas extremidades paralisadas. “Partimos do princípio de que os circuitos sensoriais ainda presentes eram cruciais para esta recuperação”, diz Harkema. Daí que os cientistas tivessem poucas esperanças para dois dos seus três doentes seguintes. É que nem Kent Stephenson nem Andrew Meas tinham qualquer sensibilidade nas pernas. Stephenson estava paralisado desde 2009, na sequência de um acidente de motocross quando tinha 21 anos. Após meses a fazer reabilitação no Colorado, relembra, “disseram-me que nunca tornaria a mexer as pernas, que não havia qualquer esperança”. Mas 11 dias depois de ter começado a receber os estímulos eléctricos produzidos por um dispositivo do tamanho de um baralho cartas – o estimulador RestoreAdvanced, fabricado pela empresa Medtronic e utilizado no controlo da dor –, Stephenson mexeu a sua perna esquerda “paralisada” enquanto estava deitado de costas. “A minha mãe, que estava presente quando ligaram o estimulador e me disseram ‘levanta a perna esquerda’, desatou a chorar quando consegui”, conta Stephenson. Também eu fiquei com lágrimas nos olhos. Tinham-me dito que nunca tornaria a mexer-me voluntariamente. Os cientistas também não estavam à espera do que aconteceu”, diz Claudia Angeli, do Instituto de Reabilitação Frazer e da Universidade de Louisville, que co-liderou o estudo. “Mas quando Kent se mexeu, pensámos que afinal aquilo talvez estivesse a funcionar.

Fonte. Veja Aqui

Dia Nacional do Sistema Braille é lembrado por entidade que atende deficientes visuais


Para dar visibilidade à didática de ensino e ao projeto desenvolvido pelo Centro de Atendimento ao Deficiente Visual (CAP), no “Dia Nacional do Braille”, professores e alunos realizaram uma programação na manhã desta terça-feira (8), na Praça da Bandeira. A população pode acompanhar como é realizado o trabalho do CAP junto aos deficientes visuais, e que envolve atividades teóricas e práticas de maneira lúdica e dinâmica. “Tudo para passar da melhor forma os ensinamentos aos alunos”, segundo a diretora do CAP, Zenaide Picanço. “O centro possui uma função primordial de orientação para alunos com deficiência visual e também professores”, explica.


Cerca de 15 alunos são atendidos pelo centro, que atende crianças e adultos. “Nós trabalhamos com cerca de 15 alunos. Desses, sete são crianças de 0 a 3 anos. Mas a maioria é maior de idade. Adultos que perderam a visão depois de grande. Com eles, o processo de ensino é de reaprendizado. Eles vão reaprender com orientações de mobilidade, aprendendo o Braille, sempre para dar suporte”, como Zenaide. Muitos alunos, após conhecerem o Centro, passam a ter melhor qualidade de vida e até voltam a frequentar a escola e desenvolver suas atividades normalmente, como o aluno e atleta Alessandro Brito. Atendido pelo CAP desde setembro de 2013, Alessandro passava por momentos de depressão devido à sua recente condição. Com o atendimento do centro, o jovem saiu do estado de depressão e passou a participar de competições esportivas e ter uma vida normal. “Desde quando entrei no CAP aprendi muita coisa e aprendo cada vez mais. Já voltei para a escola e essa foi a maior ajuda que recebi deles. Há sete anos adquiri essa deficiência. No começo era ruim, eu não aceitava, passei por depressão. Depois passei a frequentar o centro e tudo melhorou”, relata. O CAP também capacitar professores da rede pública de ensino. “Nós também damos apoio a professores e alunos das escolas públicas sempre que há necessidade de acompanhamento a algum aluno deficiente visual. Realizamos cursos na área para que esses professores possam ensinar melhor seus alunos”, ressalta Zenaide. CARESTIA A falta de estímulos fiscais e tributários sobre os equipamentos de tecnologia assistiva está entre as principais reclamações da pessoa com deficiência. Segundo Alberto Pereira, consultor técnico da Laramara – Associação Brasileira de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual, “São muitos os impostos que encarecem o valor de produtos para reabilitação, inclusão e acessibilidade. Por exemplo, um leitor de livros digitais é taxado em 99%, o que compromete o direito à educação e à informação”. Os tributos elevam os preços de vários equipamentos, como os relógios Braille e falantes (57%), videoampliadores (46%), os softwares com recursos de voz (38%), as sengalas (33%) e a máquina Braille (22%). Mesmo com leis de redução do IPI e das alíquotas às pessoas com deficiência, o Brasil carece de decretos que estimulem a diminuição de tributos, como o ICMS e os impostos de importação, responsáveis pelo alto custo das tecnologias assistivas. “A maior parte dos produtos é importada de países da Europa e de América do Norte. Além disso, a pessoa com deficiência também paga mais caro devido ao monopólio de comercialização entre as empresas”, completa Pereira. Outra dificuldade está no acesso à informação sobre onde encontrar esses aparelhos tecnológicos. Muitas pessoas com deficiência visual, por exemplo, não conhecem recursos simples para facilitar seu dia a dia, entre eles o software de voz, que decodifica o texto escrito em áudio.

  Fonte: Veja Aqui

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Medicamento português pela primeira vez nos EUA


O antiepilético da Bial começou a ser comercializado nos Estados Unidos, sendo o primeiro medicamento de patente e investigação portuguesa a entrar naquele país, que vale cerca de metade do mercado mundial da epilepsia. Em declarações à Lusa, o presidente executivo da Bial, António Portela, escusou-se a antecipar números relativos ao mercado norte-americano, mas destacou que é "um dos mais exigentes e competitivos do mundo", representando "mais de 50% das vendas globais de medicamentos para a epilepsia, no valor de 2.000 milhões de dólares".


"Não temos experiência no mercado e este é muito grande. Por isso, é muito difícil de antecipar valores e expectativas", explicou, adiantando que neste momento a empresa da Trofa está a tratar do licenciamento para outros mercados da Ásia e da América Latina. A entrada nos Estados Unidos (EUA) acontece quase cinco anos depois da Europa - onde o fármaco é comercializado desde 2009 e registou vendas de 30 milhões de euros, numa faturação de 203 milhões de euros em 2013 -, o que resulta do processo de autorização pelo regulador norte-americano Food and Drug Administration (FDA), que apenas chegou em novembro de 2013. O antiepilético, comercializado com a marca APTIOM( R ) nos EUA e ZEBINIX( R ) na Europa, envolveu 15 anos de investigação e um investimento superior a 300 milhões de euros. Para António Portela levar o primeiro medicamento português para os EUA é "testemunho claro de que a aposta em investigação constitui uma condição importante para a sustentabilidade e para o futuro das empresas portuguesas".

  Fonte: DN Ciência

terça-feira, 25 de março de 2014

Autoridades de Bissau estão atentas ao surto de ébola na vizinha Guiné-Conacri

O ministro da Saúde do Governo de transição da Guiné-Bissau, Agostinho Cá, referiu hoje que o surto de ébola registado na vizinha Guiné-Conacri não chegou ao país e garantiu que as autoridades estão atentas.

  Agostinho Cá sublinhou que os serviços de prevenção e promoção da Saúde Publica já tomaram conhecimento da situação e acionaram os mecanismos de alerta precoce nas regiões que fazem fronteira com a Guiné-Conacri. "Recebemos telefonemas de cidadãos preocupados. Quero tranquilizar toda a gente. Até agora não temos conhecimento de nenhuma situação" de doença, afirmou Agostinho Cá. As regiões de Tombali e Quinará, no sul, e Gabú, no leste, fazem fronteira com a Guiné-Conacri e normalmente há um fluxo considerável de pessoas entre os dois países. Para tomar medidas de prevenção, o ministro da Saúde Pública vai convocar uma reunião de emergência com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) ainda no decorrer desta semana. "Vamos criar uma comissão que vai trabalhar com as autoridades a nível central e regional" para monitorizar a situação, observou Agostinho Cá, sublinhando que aquelas duas agências das Nações Unidas são as principais parceiras da Guiné-Bissau em situações de surtos de doenças. A Guiné-Bissau sozinha não tem capacidade para responder aos surtos epidémicos de doenças como cólera, paludismo, diarreias ou outras, lembrou Agostinho Cá. As autoridades da Guiné-Conacri anunciaram que o vírus ébola foi identificado como a fonte de um surto de febre hemorrágica que matou 34 pessoas no país nas últimas semanas. O ébola não tem tratamento nem pode ser prevenido por vacina. O vírus é fatal para 25% a 90% dos que o contraem, dependendo da estirpe, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). O vírus é transmitido por contacto direto com sangue, fezes ou suor, por via sexual ou por contacto não protegido com cadáveres. Agostinho Cá falava hoje à Lusa e RDP-África à margem de uma audiência com um grupo alemão, BW Energy, que quer ajudar as autoridades sanitárias na resolução do problema da energia nos hospitais. O grupo quer montar centrais fotovoltaicas nos principais hospitais guineenses, a começar no Simão Mendes (hospital de referência nacional), que terá energia dentro de 90 dias, assinalou Agostinho Cá. O hospital Simão Mendes recebe energia elétrica da rede pública, mas quase sempre há falhas no fornecimento, o que, disse o ministro, cria situações "muito complicadas" no atendimento dos pacientes. "Às vezes, em plena cirurgia, ficamos sem energia", frisou Agostinho Cá.

 Fonte: Veja Aqui

Campinas elabora banco de emprego inédito para pessoas com deficiência

Ministro autorizou uso de dados federais para criar a plataforma regional. Intenção é setorizar currículos pela RMC e informar tipo de deficiência. A Prefeitura de Campinas (SP) trabalha na criação de um banco regional de empregos direcionado a pessoas com deficiência. A iniciativa prevê a utilização da base de dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que segundo o prefeito Jonas Donizette (PSB), autorizou no fim do mês passado o compartilhamento das informações para o projeto que é considerado pioneiro no Brasil. 


 A secretária municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Emannuelle Alkimin, explica que o banco virtual será completamente acessível e com os dados do MTE regionalizados, com profissionais e empresas da Região Metropolitana de Campinas. A Informática de Municípios Associados (IMA), empresa municipal de tecnologia, está responsável por avaliar as características técnicas do banco de dados do governo federal e as possibilidades para utilizá-lo dentro das ferramentas disponíveis para o município.

  Tipo de deficiência 


 Segundo a secretária, além das informações básicas de currículo, o banco fornecerá às empresas o tipo de deficiência que o candidato à vaga tem. Segundo Emannuelle, a medida é uma atitude afirmativa diante da necessidade das empresas. “As empresas têm necessidade de ter lucro e nós temos a necessidade que elas tenham lucro, inclusive, para poder ter um desenvolvimento econômico. Se eu tenho a necessidade de ter lucro, eu tenho um RH pressionado pela gestão para pegar deficiência leve, que dá menos trabalho. Isso é natural porque gestores estão preocupados com a entrega”, afirmou. Emannuelle garantiu, no entanto, que as informações sobre os tipos de deficiência não serão priorizadas e tampouco abertas para acesso irrestrito. “Nós vamos ter filtros. Não vai ser disponível isso de forma pública e nem para todas as empresas. Porque nós vamos priorizar a demonstração do currículo. Senão, empresa escolhe só pela deficiência leve”, disse.

Parceria MTE


  Para o acordo com o MTE foi firmado durante reunião do prefeito e da secretária direto com o ministro, Manoel Dias, e foi formalizado por meio de um ofício em que a Prefeitura se compromete a utilizar este banco de dados apenas como medida de curto prazo, com um trabalho focado em estabelecer políticas que viabilizem a unificação dos bancos de dados, sem distinção entre pessoas com ou sem deficiência. “O Ministério Público do Trabalho se preocupa que a gente setorize e crie um espécie de gueto de pessoas com deficiência, o que não é interesse. O ministro só liberou [a utilização de dados para a criação do banco] porque nós só nos comprometemos que vamos começar assim, mas o nosso objetivo é que em dois ou três anos a gente consiga voltar para o banco geral, já de forma acessível”, contou a secretária, que é deficiente visual.

 Banco 


 O presidente da IMA, Fábio Pagani, explicou que a empresa pretende elaborar um portal completamente acessível, para trabalhadores com todos os tipos de deficiência. A empresa aguarda informações do Ministério do Trabalho para iniciar a criação da plataforma de forma compatível com o banco federal. A Prefeitura evitou mencionar prazos. O G1 entrou em contato com o Ministério do Trabalho e Emprego, mas a assessoria informou que não tinha informações sobre o acordo e não retornou até esta publicação.

  Fonte: Veja Aqui

quarta-feira, 19 de março de 2014

Investigação pioneira desenvolvida em Coimbra


Investigadores da Universidade de Coimbra (UC) estão a desenvolver um estudo pioneiro sobre os mecanismos da demência frontotemporal -- "a segunda mais comum das demências" --, anunciou hoje aquela instituição.



"Pela primeira vez, em Portugal", uma equipa de 14 investigadores da UC, através do Centro de Neurociências e Biologia Celular e da Faculdade de Medicina, está a "estudar os mecanismos envolvidos" na demência frontotemporal, afirma a universidade, numa nota hoje distribuída. A degenerescência lobar frontotemporal, também conhecida por demência frontotemporal, é uma "patologia com grandes implicações no comportamento" -- que "afeta sobretudo o 'centro de decisão' do cérebro (os lobos frontotemporal)" -- e, apesar de ser a segunda demência mais comum, a seguir à doença de Alzheimer, "é ainda praticamente desconhecida". Os primeiros resultados do estudo, que envolve 70 doentes seguidos na consulta de demências, coordenada pela neurologista Isabel Santana, do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, revelaram "profundas alterações ao nível do complexo 1 da cadeia respiratória mitocondrial", em comparação com "um grupo controlo constituído por voluntários saudáveis". Em 69 dos 70 doentes acompanhados foram verificadas "deficiências genéticas e bioenergéticas", enquanto em 40 doentes foi observada uma "diminuição nos níveis de ATP circulantes", que se "correlaciona com o decréscimo da atividade do complexo 1" da cadeia respiratória, refere Manuela Grazina, coordenadora do estudo e responsável pelo Laboratório de Bioquímica Genética da UC. De forma simples, pode dizer-se que os investigadores "identificaram a 'falha de energia' que pode ajudar a esclarecer os mecanismos envolvidos na doença, ou seja, permite perceber onde é que o código está errado para, a partir daí, desenvolver formas de compensar ou reparar esse erro".

Fonte: DN «Diário de Notícia»

quarta-feira, 5 de março de 2014

OMS Ter saúde na Guiné-Bissau é quase um luxo

A esperança média de vida à nascença na Guiné-Bissau é de 47 anos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), cujos indicadores mostram que ter saúde na Guiné-Bissau é quase um luxo

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O relatório estratégico 2009-2013 da OMS regista o que se constata no terreno: os hospitais e centros de saúde são precários e mal governados, como é o caso do Hospital Simão Mendes, em Bissau, a principal unidade pública do país que a partir de março pode ficar ainda pior.

 Pode estar para terminar o apoio da organização não-governamental espanhola AIDA (www.ong-aida.org) que vigia os casos de maior pobreza que ali caem nas urgências e internamento e lhes fornece curativos e medicamentos que o hospital não tem.

 A crise financeira ditou que o financiamento da cooperação espanhola para a Guiné-Bissau terminasse, pelo que, se até final de março não conseguir outros doadores, a AIDA deixa o hospital e a mortalidade pode aumentar, alertam os profissionais de saúde da unidade. Mais de dois terços da população da Guiné-Bissau vive com menos de um dólar por dia e 65 por cento dos 1,7 milhões de habitantes não sabe ler, nem escrever, de acordo com os dados da OMS e de outras agências internacionais.

 Abundam os casos de paludismo, doenças diarreicas, SIDA e há um ciclo quase estabelecido de epidemias de cólera, "o que constitui uma situação de emergência no país", continua a organização. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em cada mil crianças 63 morrem com menos de um ano - uma taxa de mortalidade infantil quase 20 vezes superior à que se regista em Portugal, por exemplo.

 Não espanta por isso que a Pediatria seja uma das especialidades em que há maior receio com a saída da AIDA do Hospital Simão Mendes. Augusto Bidonga, diretor do serviço no Hospital Simão Mendes, teme assistir à "morte de mais crianças". "Mais de metade das que entram no serviço de pediatria solicitam subvenção para medicamentos.

 Até as consultas às vezes são pagas pela AIDA", refere. Isto para além da assistência social para alimentação e nutrição - 32% das crianças guineenses sofre atrasos de crescimento moderados ou severos devido à falta de uma alimentação equilibrada, segundo dados do UNICEF. De acordo com a estratégia de cooperação 2009-2013 traçada pela OMS, os grandes desafios para a saúde pública na Guiné-Bissau passam por "melhorar a governação do sistema, formar e recrutar recursos humanos qualificados, equipar e manter as infraestruturas de saúde e garantir o abastecimento e o acesso aos produtos farmacêuticos".

 O país tem em funções um governo e um presidente de transição, nomeados depois do golpe de Estado de 12 abril de 2012, mas que não são reconhecidos pela generalidade da comunidade internacional. Eleições gerais estão marcadas para 16 de março, mas o prolongamento do recenseamento eleitoral deve obrigar o presidente de transição a adiar a data da votação para abril ou maio.

  Fonte: Veja Aqui

segunda-feira, 3 de março de 2014

As minhas obras de artes. Pinturas plásticas – Nelson Almeida Mendes

As minhas pinturas plásticas em diversos formatos, pinturas feitas com muitas dificuldades e de coração aberto. São pinturas lindas, coloridas, utilizando muitas cores vivas e os castanhos, simbolizando a terra. São pinturas de um amador, que não é profissional em artes plásticas. Se alguém estiver interessado em adquirir, contactar o número: 967770634 ou pelo correio eletrónico: firminoamendes@gmail.com Blogue: http://nelsonfalmeidamendes.blogspot.pt/
Os preços dos quadros variam consoante o tamanho:

                                                     
                                                            Titulo: Crucifixão 
                                                             Pintado com Acrílico de Água
                                                           Medida: 25x30
                                                            Preço: 15 Euros


                                                          Titulo: Casa com jardim
                                                          Pintado com Acrílico de Água 
                                                          Medida: 25x30
                                                           Preço: 15 Euros