quarta-feira, 4 de maio de 2016

Angola: Famílias devem incutir valores para a inclusão das pessoas com deficiência

Luanda- A família deve contribuir para o desenvolvimento harmonioso de todos os seus membros sem distinção para que cada um possa desenvolver os seus atributos, tendo todos a mesma oportunidade. Esta afirmação é do director nacional para política familiar do Ministério da Família e Promoção da mulher, António João, quando dissertava hoje, terça-feira, na palestra com o tema “

 

 A inclusão da pessoa com deficiência começa na família” promovido pelo Centro de Imprensa Aníbal de Melo (CIAM), em alusão aos 40 anos da sua criação.

 

 Segundo o responsável, é na família onde molda o cidadão que deve ser detentor de valores que devem tornar a pessoa sociável independentemente da sua condição física. 

 

Salientou que actualmente devido a perda de valores, muitas famílias se desfazem dos idosos e das pessoas com deficiência, incentivando a discriminação, pois a família joga um papel importante na forma como educa os seus membros. 


Acrescentou ser necessário educar as famílias e criar políticas para a inclusão das pessoas com deficiência com respeito na diferença, amor ao próximo, justiça social, solidariedade, liberdade e compreensão. António João adiantou que o Minfamu está a desenvolver programas de competências familiares que visa preparar as famílias para qualquer situação e promover o desenvolvimento das crianças e outros membros.
 

Referiu que a família hoje em desafios grandes devido a globalização pelo que é fundamental a orientação dos seus membros sobre o que entra através dos meios de comunicação. 

 

Por outro lado, o secretário-geral da Federação Angolana das pessoa com Deficiência, Valeriano David, pediu mais acção das famílias e da sociedade para que não desprezem os deficientes com acções de sensibilização e respeito. 


Por seu turno o director geral do CIAM, António Mascarenhas, elucidou sobre o Dia Internacional de Imprensa que hoje se assinala dizendo que uma das grandes missões incumbidas aos jornalistas é precisamente a de combater a exclusão social e promover o bem estar- social.

 “O CIAM aproveita a oportunidade para reafirmar o objectivo de continuar associar-se a estas grandes iniciativas de contribuir para a valorização da justiça social”, frisou.
 

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