segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Também é preciso cuidar dos profissionais cristãos

O hospital é lugar para viver e anunciar o Evangelho. Este foi uma dos temas abordados no passado fim-de-semana, 20 e 21 de Outubro, nas XV Jornadas Diocesanas da Pastoral da Saúde, que decorreram em Lisboa.

Subordinadas ao tema ‘A Pastoral da Saúde no Ano da Fé’, estas jornadas que reuniram cerca de 170 participantes, têm um balanço “muito positivo”, e foi “um trabalho associado à pastoral social incluindo, também, a Pastoral das Famílias”, referiu ao Jornal VOZ DA VERDADE, director do sector diocesano da Pastoral da Saúde, monsenhor Vítor Feytor Pinto. Na sessão de abertura destas jornadas, o Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo falou da importância do Ano da Fé, “quer para os doentes quer para os profissionais cristãos”, salientado que na Pastoral da Saúde “também é preciso cuidar dos profissionais cristãos e não apenas dos doentes para que cresçam na fé”, refere o responsável diocesano do sector que é também coordenador nacional da Pastoral da Saúde. Segundo monsenhor Feytor Pinto, o Cardeal-Patriarca deixou três indicações a ter em conta quando se acompanham os doentes. A importância da memória, “porque eles recordam imensas coisas e nós temos que apoiar essa memória”, a importância dos afectos, “porque as pessoas doentes sentem muita necessidade de se sentirem amadas”, e a importância da procura de Deus “porque nesta fase há muitas pessoas que procuram encontrar Deus, não apenas como remédio mas também como garantia de que Deus não nos abandona neste tempo de sofrimento”. Sobre a importância de uma pastoral da saúde para a vivência da fé, monsenhor Feytor Pinto destaca o papel do Papa João Paulo II que sublinhava esta dimensão da pastoral como “uma área forte da nova evangelização”. “A pastoral da saúde limitava-se a dar os sacramentos aos doentes. Foi preciso redescobri-la”, refere, salientando que todo o trabalho que se desenvolve “exige um apoio e crescimento na fé”. “É todo um trabalho de nova evangelização fundamental e também os cristãos adultos se enriquecem na sua própria fé”, frisa

. Fonte: Jornal Voz da Verdade – Lisboa

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