segunda-feira, 2 de julho de 2012

Material de apoio exposto na FILDA


O pavilhão da Feira Internacional de Luanda abre hoje, às 10H00, com uma exposição de materiais de apoio a pessoas com deficiência. A amostra marca o primeiro salão da saúde, bem-estar e ajudas técnicas para portadores de deficiência em Angola.
A vice-ministra da Saúde, Evelize Frestas, reconheceu ontem, que a reabilitação física em Angola atingiu uma dimensão considerável nos anos de paz, virada para a recuperação das pessoas vítimas de minas anti-pessoal e de violência.
Evelize Frestas falava durante a conferência de imprensa da organização da “Feira Expo Lwini”, que vai ter a duração de três dias, uma realização conjunta entre o Ministério da Saúde e o Fundo Lwini.

A feira tem como objectivo dar a conhecer os avanços tecnológicos em matéria de equipamentos e serviços destinados à reabilitação, apoio e integração da pessoa com deficiência. A vice-ministra referiu que com a paz e estabilidade, as atenções estão dirigidas para o novo quadro gerado pelo aumento de pessoas portadoras de deficiência, provocado pela poliomielite, doenças crónicas incapacitantes, acidentes de viação e de trabalho, alterações do estilo de vida.
“É com muita satisfação que o Ministério da Saúde se associou à Fundação Lwini, no Salão Internacional de Saúde, Bem-estar e Ajudas Técnicas para Pessoas com Deficiência em Angola”, disse a vice-ministra.
A organização pretende levar ao conhecimento do público todos os avanços que o país vem registando no domínio da saúde, bem-estar, equipamentos e ajudas técnicas que facilitam a vida do portador de deficiência.
A coordenadora da comissão organizadora da feira, Ana Maria Guimarães, que presidiu à conferência de imprensa, disse que a Fundação Lwini já tem participado em várias feiras: “temos visto que afinal existem soluções, serviços e equipamentos que facilitam a vida do portador de deficiência”. Ana Maria Guimarães realçou que, quando se fala de pessoas com deficiência, é importante referir a qualidade de vida, o bem-estar e a saúde. Na feira estão 45 stands com equipamentos e soluções, como muletas, canadianas, cadeiras de rodas, computadores para deficientes audiovisuais, e outros meios. “Queremos congregar todas as iniciativas que o nosso país tem desenvolvido em prol da defesa da pessoa com deficiência, porque ser deficiente não é o fim da vida, é penas uma forma diferente de estar, mas existem formas de tornar estas pessoas felizes e úteis à sociedade”, disse.

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